Crescimento de 6% no número de fusões e aquisições marca o início de 2017 no Brasil

Janeiro terminou com 54 transações de fusões e aquisições no Brasil, segundo relatório da PwC Brasil. O número é 6% maior que o mesmo período do ano passado e 7% abaixo da média dos últimos seis anos. Depois de três anos, o setor de tecnologia da informação (TI) deixou a liderança no ranking de transações. Foram registradas seis operações envolvendo empresas de TL em janeiro (11% do total), uma queda de 50% em relação a janeiro de 2016. O setor de serviços auxiliares teve oito operações em 2017 (15% do total), um crescimento de 14% em relação ao mesmo período do ano passado. Em terceiro lugar, aparece o setor químico, com cinco transações (9% do total). A lista dos “cinco mais” é completada com serviços públicos e de saúde. Juntos, eles somam 50% das operações de janeiro.

Em relação às modalidades de negociações, as aquisições (operações em que o comprador obtém o controle da empresa) continuam sendo a preferida dos investidores (27 operações), a despeito da queda de 10% em relação a janeiro de 2016. As compras (em que o controle da empresa não muda) aumentaram em 29%, com 22 no início deste ano – de 17 para 22. Investidores financeiros estiveram presentes em 13 transações, crescimento de 63% quando comparado ao mesmo período do ano passado.
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81% dos consumidores esperam que em 2017 a relação entre recebimento e gastos melhore

A maioria dos entrevistados (81%) na Pesquisa Perfil do Inadimplente, da Boa Vista SCPC, divulgada pela Associação Comercial do Paraná (ACP), espera que em 2017 a relação entre recebimentos e gastos esteja melhor do que a existente no 4º trimestre de 2016, período no qual o levantamento foi elaborado contendo a participação de consumidores de todo o país. Em dezembro de 2015, esta expectativa foi de 70%, ou seja, o otimismo melhorou em relação a 2017.

Para 46% dos consumidores, a relação entre recebimentos e gastos continuava a mesma em comparação ao 4º trimestre de 2015. Para outros 33% a percepção foi de piora nesta relação, um aumento de 6p.p. (pontos percentuais), contra 27% do 4º trimestre de 2015.

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Empresas devem estudar bem o plano de saúde que pretendem contratar para seus funcionários para não correrem o risco de cortá-lo posteriormente para reduzir custos

Pesquisas apontam que os planos de saúde são hoje um dos benefícios mais valorizados pelo trabalhador brasileiro, ficando atrás apenas do próprio salário. Aliás, muitas empresas têm utilizado o plano de saúde como uma estratégia para a retenção de talentos. Porém, diante do atual cenário econômico, onde a maioria das empresas está enxugando custos, torna-se cada vez mais necessário que as companhias olhem com atenção para o benefício e avaliem se realmente estão oferecendo o plano de saúde ideal para seus funcionários.

No ano passado, por exemplo, quase um milhão e meio de trabalhadores perderam seus planos de saúde. Este ano, segundo informações da Agência Nacional de Saúde Suplementar, só em janeiro, houve uma redução de 192 mil beneficiários em planos de assistência médica.

Mas, antes de cortar o plano de saúde, é importante que as empresas saibam escolher o benefício, visando o melhor negócio tanto para a companhia, quanto para o colaborador. Neste sentido o especialista em planos de saúde e fundador da Célebre Corretora, Marcelo Alves, dá algumas dicas importantes. Em primeiro lugar é fundamental que se faça uma análise do quadro funcional da empresa. Ou seja, a empresa precisa analisar dados como doenças crônicas, faixa etária, região demográfica e se existem grupos de risco que podem desenvolver diabetes, obesidade ou doenças respiratórias. Outra dica do especialista é que as empresas que não exigem viagens corporativas escolham a cobertura regional. Essa simples mudança na contratação do plano pode gerar uma economia de no mínimo 30% no contrato com a operadora.

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Anunciada prévia de aumento de medicamentos. Confira o impacto para os consumidores

Qual o impacto do aumento de preços dos medicamentos na vida do consumidor? Recentemente a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) apresentou cálculos preliminares que apontam que os medicamentos terão um reajuste médio nos preços de cerca de 3,4%. O valor vai de encontro com os projetados pelas indústrias e consultorias participantes da Conferência Febrafar e Abradilan de Líderes do Mercado Farmacêutico, que aconteceu na sede da Febrafar, em São Paulo, nos dias 15 e 16 de fevereiro de 2017. Na ocasião vários dos participantes afirmaram que o reajuste neste ano ficaria abaixo da inflação.

O aumento não se dá por um índice fixo, mas variando por produto. Sendo que a taxa dos produtos com maior concorrência deve ser de cerca de 1,6%, e, para os mais inovadores, deverá chegar a 5%. Contudo, os números definitivos do aumento devem sair apenas em março. Essa notícia terá grande impacto para o consumidor, sendo que esse prioriza o preço na hora de adquirir medicamentos. Essa é uma das conclusões da pesquisa Análise do perfil de compra dos consumidores de medicamentos, realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC). Segundo a pesquisa, 45% dos consumidores trocam os produtos que procuravam por genéricos ou similares de menor preço; a quase totalidade desses clientes buscava economia.

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Cinco dicas para alavancar as vendas de sua loja virtual no carnaval

Historicamente o carnaval é um período de baixa para as vendas do e-commerce brasileiro. No entanto, com um bom planejamento prévio e aplicação das estratégias adequadas para a data esta dificuldade pode ser convertida em uma grande oportunidade de crescimento. Para ajudar os empreendedores virtuais a superarem esse desafio, a Rakuten Digital Commerce preparou uma lista de dicas com as estratégias certas para dar um baile no fracasso e passar o carnaval dando um show de vendas.

1) Aposte em promoções

Vender itens com descontos especiais ou oferecer vantagens nas formas de pagamento podem ser atrativos consideráveis para essa época de início de ano, onde várias famílias têm parte do orçamento já bem comprometida. A dica é colocar as ofertas “no ar” um pouco antes do feriadão. Assim, é possível que sua loja venda mais e compense o período de folga em que o volume de acessos diminui.

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