Greve dos caminhoneiros causa prejuízo diário para o comércio varejista de R$ 5,4 bilhões

As paralisações dos caminhoneiros em protesto contra o aumento do preço dos combustíveis, que nesta sexta-feira (25) chega ao seu quinto dia, podem acarretar perdas diárias de vendas de até R$ 5,4 bilhões no varejo nacional, segundo cálculos da FecomercioSP. A entidade patronal aponta ainda que o prejuízo diário pode chegar a R$ 1,8 bilhão só no Estado de São Paulo.

A Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam) organizou uma reunião na noite de quinta-feira (24) com o governo, mas não houve acordo para além do que já havia sido combinado entre as partes. Os sindicalistas afirmam que a greve será estendida até que o governo anuncie no Diário Oficial a isenção da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), que incide sobre os combustíveis.

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Plataformas ajudam brasileiros a driblar o caos da crise com a greve dos caminhoneiros

Postos de gasolina fechados por falta de combustível, cinco capitais podem sofrer com a escassez de querosene de avião em aeroportos, ausência de alimento nos supermercados e complicações no transporte público. Esses são apenas alguns dos efeitos sentidos pelos brasileiros nos últimos cinco dias por conta da greve dos caminhoneiros, que pede congelação do preço do óleo diesel e abertura para negociações. Para evitar o caos e não sentir tanto as consequências desse momento, alguns sites e aplicativos oferecem comodidade e conforto, sem que as pessoas precisem sair de casa para resolver alguns assuntos urgentes ou necessários. Confira:

Encontre profissionais de todos os ramos por geolocalização

Se a babá não conseguiu chegar ao local de trabalho por conta da falta de transporte ou do trânsito e os pais precisam sair para trabalhar, pelo GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do Brasil, é possível encontrar profissionais qualificados e avaliados por meio de geolocalização, ou seja, mais perto da casa, que poderão chegar com mais facilidade ao endereço solicitado. Além disso, são mais de 200 tipos de categorias disponíveis, como diarista, cozinheiro, manicure, entre outros, e o aplicativo está disponível em mais de 3 mil cidades do País.

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Empresas estão potencializando vendas e reduzindo conta do telefone com o aplicativo WhatsApp Business

O WhatsApp utilizado hoje por 1 bilhão e meio de pessoas em todo o mundo deixou de ser apenas um aplicativo para troca de mensagens informais. Desde o início deste ano, as empresas brasileiras, principalmente as de pequeno e médio porte, contam com o WhatsApp Business, que está disponível para smartphones Android e o download é gratuito. Não há números oficiais sobre o total de empresas brasileiras que já utilizam esse aplicativo, mas ao redor do mundo são 3 milhões de estabelecimentos. Além de agilizar e melhorar a comunicação entre empresas e clientes, outra vantagem é a redução significativa da conta do telefone.

Pesquisa do instituto Morning Consult mostra que 80% dos pequenos negócios já fazem uso desse aplicativo para negociar, conectar-se com clientes e, principalmente, fechar transações comerciais. Mas, também já existem bons cases de grandes empresas brasileiras que estão usando o WhatsApp Business.

Eu conversei com o CEO da startup de gestão empresarial VHSYS, Reginaldo Stocco, e ele me contou que a empresa que tem sede em Curitiba, mas conta com clientes em vários estados brasileiros, começou fazendo alguns testes de contato por meio do WhatsApp Business e percebeu que o retorno era mais significativo do que por telefone ou por e-mail, tanto em relação à prospecção de novos contratos quanto à manutenção dos clientes. Com isso, passou a gerar relatórios de hora em hora para entender o que o cliente necessitava, quais eram as dúvidas, os problemas e sobre o que mais se interessava.

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Fusões e aquisições tem o melhor primeiro trimestre dos últimos 20 anos

O primeiro trimestre de 2018 registrou o melhor resultado de fusões e aquisições das últimas duas décadas. Durante os primeiros três meses deste ano, foram fechados 234 negócios, um aumento de mais de 15% em comparação com o mesmo período de 2017. Os dados constam na pesquisa realizada pela KPMG trimestralmente. “O número apresenta uma pequena redução em relação ao último trimestre de 2017 no qual foram fechadas 246 transações. Ressalta-se que o último trimestre havia sido o melhor observado desde o início de nossa pesquisa o que significa dizer que o primeiro trimestre deste ano foi bastante animador”, analisa o sócio da KPMG, Luis Motta.

Os setores que tiveram destaque foi o de companhias de internet com 38 transações efetivadas, seguido por tecnologia da informação com 26 e óleo e gás com 24. Das 234 operações no primeiro trimestre deste ano, as transações realizadas entre empresas brasileiras lideram o ranking com 109 negócios concretizados. Em seguida, estão as operações do tipo CB1 com 90 e CB4 com 14.

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Pesquisa revela diferença entre opinião de empresas e consumidores brasileiros

O investimento na experiência do cliente é uma necessidade para qualquer empresa. Essa é a conclusão de um levantamento encomendado pela Octadesk, especialista em gestão de relacionamento com o cliente, em parceria com a Mindminers, especializada em soluções digitais de pesquisa. O estudo ouviu 373 empresas e 500 consumidores e mostrou que ambos dão valor ao atendimento como fator essencial para um negócio, mas divergem quando o assunto é a qualidade do serviço prestado.

Segundo a pesquisa, para 92% das empresas, o atendimento pode ser um grande diferencial, opinião compartilhada com 62% dos consumidores. No entanto, quando o assunto é a qualidade do serviço prestado, as opiniões se dividem: 45% das empresas consideram o atendimento prestado bom, enquanto 51% dos clientes avaliam como mediana e 16% deles, como ruim.

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