IDV projeta queda no varejo de 2% em janeiro e 0,2% em fevereiro, mas prevê crescimento em março

O IDV (Índice Antecedente de Vendas do Instituto para Desenvolvimento do Varejo) de dezembro fechou com queda real (já descontada a inflação) de 3,5%, em comparação com o mesmo mês de 2015. Para os próximos meses, os associados do IDV estimam queda de 2% em janeiro e 0,2% em fevereiro. Para o mês de março a projeção é de crescimento de 1,3%. Vale ressaltar a importância do IAV-IDV, que consegue, entre 30 a 40 dias, antecipar a tendência de resultados da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.

O segmento de bens não duráveis, que responde em sua maior parte pelas vendas de super e hipermercados, foodservice, drogarias e perfumaria, apresentou queda real de 4,8% das vendas realizadas em dezembro na comparação anual. As projeções futuras sinalizam queda real nos próximos três meses, sendo 4,4% em janeiro, 2% em fevereiro e 0,9% em março. Importante lembrar que o setor de alimentação dentro do lar sente muito a pressão da inflação elevada e o aumento médio dos preços em dezembro de 2016 foi de 9,4% no acumulado 12 meses.

gráfico - expectativas 2017

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Comitês especializados são fundamentais nas empresas familiares

Eduardo Valério
Eduardo Valério.

A governança corporativa nas empresas familiares é imprescindível perante possíveis cenários de desavenças e de instabilidade. As boas práticas desta governança precisam ser aplicadas de forma adequada para que todos os efeitos pretendidos apareçam dentro do planejamento da companhia.

O Conselho de Administração deve adotar um regimento com vários procedimentos sobre suas atribuições e periodicidade das reuniões, além de dispor sobre comitês especializados analíticos para certas questões com mais profundidade. Por isso é importante manter essas boas práticas nos comitês consultivos das empresas familiares.

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Crimes virtuais afetam 42 milhões de brasileiros

cibercrimeO Brasil ocupa lugar de destaque no cenário global de cibercrimes. Em 2016, 42,4 milhões de brasileiros foram vítimas de crimes virtuais. Em comparação com 2015, houve um aumento de 10% no número de ataques digitais. Segundo dados da Norton, provedora global de soluções de segurança cibernética, o prejuízo total da prática para o país foi de US$ 10,3 bilhões.

Em maio de 2012, o Brasil acompanhou um dos casos mais emblemáticos de crime cibernético cometidos no país: o roubo e a divulgação de mais de 30 fotos íntimas da atriz Carolina Dieckmann. Hackers do interior de Minas Gerais e de São Paulo invadiram o e-mail da artista e a chantagearam, por meio de mensagens anônimas, pedindo R$ 10 mil para apagar as imagens. O caso foi parar no Congresso Nacional: a Câmara dos Deputados aprovou e colocou em vigor a Lei nº 12.737 – apelidada de Lei Carolina Dieckmann –, que tipifica delitos cometidos em meios eletrônicos e na internet.

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Demanda das empresas por crédito cai 2,2% em 2016 e tem o pior resultado dos últimos quatro anos

Conforme apurou o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito, houve recuo de 2,2% na procura empresarial por crédito em 2016 na comparação com o ano de 2015. Foi o pior resultado da demanda das empresas por crédito dos últimos quatro anos. De acordo com os economistas da Serasa Experian, a baixa demanda por capital de giro, tendo em vista o aprofundamento da recessão, o reduzido patamar da confiança empresarial e as taxas de juros ainda bastante elevadas pesaram negativamente sobre a demanda das empresas por crédito no ano passado.

Em 2016 a queda da demanda por crédito nas médias e grandes empresas foram de 12,0% (médias empresas) e de 10,4% (grandes empresas). Já as micro e pequenas empresas exibiram menor recuo na demanda por crédito no acumulado de janeiro a dezembro de 2016 frente ao mesmo período do ano passado (-1,7%).

crédito - tabela 2016

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Sicredi destina mais de R$ 100 milhões em crédito para o Show Rural Coopavel

SicrediEntre 6 e 10 de fevereiro, Cascavel (PR) se torna a capital do agronegócio brasileiro. A cidade recebe o primeiro grande evento do ano, o Show Rural Coopavel, com a proposta de trazer o futuro para o campo. Lançamentos e inovações em equipamentos agrícolas, técnicas de manejo e eficiência produtiva estarão lado a lado com as principais instituições financeiras do País para apoiar o profissional do agronegócio. O Sicredi, a terceira maior instituição financeira em crédito rural no Brasil, participa mais uma vez do evento, com taxas justas e atendimento diferenciado.

Na opinião do gerente de Desenvolvimento de Crédito da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias, o evento traz um panorama de como será o ano dos produtores rurais no Brasil e na América Latina. “Ao contrário de outros setores da economia, as perspectivas para o agronegócio em 2017 são positivas. O clima e o preço das commodities agrícolas têm se mostrado favorável, fazendo com que o produtor se torne otimista em relação a sua safra e estimulando a procura por crédito”, ressalta.

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