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Paraná ultrapassa SC na exportação de frango

O primeiro semestre de 2010 foi o melhor dos últimos quatro anos para as exportações na avicultura paranaense. De acordo com dados do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), com base em levantamento da Secretaria do Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ao todo as exportações paranaenses atingiram a marca de 477.291.425 quilos de carne de frango nos primeiros seis meses de 2010. O volume é quase 1% superior ao mesmo peíodo de 2009, quando foram exportados 473.971.302 quilos. Em volume, o Paraná ultrapassou Santa Catarina nas exportações nos primeiros seis meses de 2010, ocupando a posição de maior exportador do país no peíodo. Ao todo, as exportações no primeiro semestre no estado tiveram um faturamento superior a 780 milhões de dólares, um crescimento de 14,25% em relação a 2009, atingindo também a maior marca das exportações paranaenses nos últimos quatro anos.

De acordo com o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, as vendas externas paranaenses estão concentradas em 120 países, em especial nos países do Oriente Médio e ásia. Se em vendas o desempenho é positivo, em produção o crescimento mantém o mesmo ritmo. Os níveis de produção do Paraná mantiveram bons números nesse primeiro semestre. Em 2010, o estado abateu 646.804.297 cabeças de frango, cerca de 9% a mais que em 2009, quando foram abatidas 599.789.793 cabeças em todo estado no mesmo peíodo. Além de grande produtor de frango, o estado também é um grande consumidor do produto. Somos um estado que tem tradição no consumo de frango, por isso temos uma demanda alta pelo produto no nosso mercado interno. O mercado brasileiro também tem um bom índice de consumo, o que mostra a força da carne de frango na economia nacional”, analisa Martins.

De acordo com o presidente do Sindiavipar, na avaliação do mercado e projetando uma análise futura, a tendência é de que haja um crescimento ainda maior para o segmento nos próximos anos. Na sua avaliação, o setor vai ter cinco ou seis anos de crescimento muito acima do Produto Interno Bruto (PIB). Acredita-se nisso porque mesmo com as crises lá fora, quem produz alimento tem vantagens, é o último setor a entrar na crise e o primeiro a sair. Mesmo que as pessoas deixem de consumir muitos produtos, a alimentação é o último item a ser prejudicado. E o frango já faz parte da dieta diária do brasileiro e de muitos países. Todo crescimento que se der sobre o consumo de frango no cenário internacional será buscado, em termos de produção, no Brasil, pois não há espaço territorial para produção como a existente em nosso país”, justifica Martins.

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