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Poucos profissionais possuem um Plano de Carreira

Apesar de o Plano de Carreira ser um dos melhores direcionamentos que um profissional pode dar a si próprio, ainda é muito baixo o número de pessoas que o possuem. O headhunter e diretor regional São Paulo da De Bernt Entschev, Júlio Bonrruquer, é um desses profissionais que há pouco tempo descobriu os inúmeros benefícios de ter um norte para a própria carreira. O headhunter conta que ao longo de sua caminhada têm observado que as dúvidas dos executivos com quem convive são muito parecidas e estão ligadas a decisões de vida muito bruscas, como mudar de cidade ou país, ou, simplesmente, sobre as conveniências de trocar de empresa por ofertas muito tentadoras e desafiadoras.
 
Na avaliação de Bonrriquer, cerca de 20% dos profissionais de alto nível possuem um planejamento no papel. E, o que é pior, a maioria desses que afirmam ter um plano de carreira, possuem, na verdade, os planos estipulados pela empresa em que atuam. O problema desses direcionamentos é que a empresa traça estratégias que permitem á quele profissional estar adequado para a organização e não para o mercado. በaí que mora o perigo. Muitos profissionais preocupam-se apenas com as exiências de uma determinada companhia, tornando-se limitado para o mercado de trabalho.

O headhunter conta que até cinco anos atrás ainda não havia estruturado seu plano de carreira, mas, ao receber alguns convites para mudar de cidade, percebeu que precisava saber exatamente a onde queria chegar para, então, ponderar se as mudanças eram convenientes ou não. Hoje, já em outra cidade que não a sua de origem, percebe o quão bom é poder tomar as rédeas de sua própria vida profissional e decidir o que é melhor para si mesmo.

በclaro que alguns requisitos  básicos são fundamentais para qualquer profissional, como formação, línguas estrangeiras e experiência. Porém, só um planejamento é capaz de informar quais especializações são mais adequadas e quais propostas de emprego são realmente boas para se chegar ao objetivo”, relata Bonrruquer. Para ele, ao falar de objetivos profissionais, é preciso pensar em 30, 40 anos e não apenas cinco anos, como a maioria faz. Colocar no papel como você quer estar ao final de sua carreira é uma ferramenta muito eficaz para seu sonho se realizar ao chegar lá”, conclui.

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