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Empregos no setor têxtil e de confecção mostra leve melhora

A indústria têxtil e de confecção apresentou leve melhora no saldo entre contratações e demissões no mês de setembro, na comparação com  setembro do ano passado, segundo dados do Caged, do Ministério do Trabalho, que mede os postos formais de trabalho gerados e perdidos nos setores.  No entanto, como 2011 foi um ano atípico, considerado o pior da década para a indústria da moda, se comparado o resultado deste ano com setembro de 2010, 2009 e mesmo 2008 (ano da crise mundial), o setor ainda está gerando menos da metade das vagas que criou em igual  peíodo em anos anteriores. Estamos reagindo, mas devagar,  longe do forte potencial gerador  de empregos que temos” explica Aguinaldo Diniz Filho, presidente da Abit.

O mesmo se dá no acumulado do ano: entre janeiro e setembro, o saldo positivo foi de 25.854 vagas no setor ante 21.704, no mesmo peíodo de 2011, mas longe dos 73.816 alcançado em 2010. Ainda assim,  sinaliza uma tendência de recuperação e a continuidade no processo de formalização de postos de trabalho incentivado pela Abit.

Nossa atividade foi uma das mais atingidas pela perda de competitividade da indústria brasileira em função do acirramento da concorrência externa, em especial da China, e do cá¢mbio sobrevalorizado, que se somaram aos demais conhecidos ônus do Custo Brasil”, explica Aguinaldo Diniz Filho, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Medidas de estímulo ao crescimento adotadas pelo governo começam a fazer sutil efeito, mas ainda estamos distantes das condições ideais. Tanto assim, que os números referentes especificamente a setembro são o segundo pior resultado do saldo de empregos para o mês, desde 2008. Por isso, continuamos alertas e defendendo a criação de um regime tributário específico para a confecção”, ressalta o presidente da Abit.

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