Organizações não estão preparadas conduzir a transformação nos negócios - Mirian Gasparin
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Organizações não estão preparadas conduzir a transformação nos negócios

A transformação dos negócios é crucial para as empresas permanecerem à frente dos novos players e manterem uma vantagem competitiva. Do lançamento de novas ofertas no mercado até a implementação de sistemas de TI, passando por grandes investimentos em bens de capital, a transformação dos negócios pode assumir infinitas formas. No entanto, muitas instituições de grande porte enfrentam dificuldades em seus esforços de transformação. As conclusões são do estudo “Fazendo a Mudança: Planejamento, Execução e medição para a transformação do negócio de sucesso”, realizado pela Oracle e a Forbes, com 534 executivos globais. Embora a maioria concorde que essa transformação é fundamental para o sucesso, 48% dos executivos entrevistados disseram que suas organizações estão pouco ou nada preparadas para executar uma transformação nos negócios.

O estudo revela que um em cada cinco entrevistados sente que suas tentativas de transformação fracassaram e três em cada cinco ainda nem sequer tentaram realizá-la. As descobertas gerais do estudo incluem:

•         A transformação contínua é crucial para manter-se à frente da concorrência, mas muitos líderes de negócios dizem que suas organizações não estão preparadas. Entre os entrevistados, 86% acreditam que sua organização deveria executar uma iniciativa de transformação dos negócios regularmente para manter-se competitiva — uma demonstração de que os executivos acreditam que suas empresas precisam de mudanças para manter a liderança e a relevância alcançadas no setor.

•         A execução pode levar ao sucesso ou ao fracasso. O sucesso da execução de uma iniciativa de transformação dos negócios é incerto. A causa mais citada para o fracasso é a ineficiência desse tipo de iniciativa (41%), seguida por restrições orçamentárias e de recursos (35%). Já os motivos mais apontados para o sucesso de tais iniciativas incluem apoio da liderança (51%) e execução competente e vigorosa (48%).

•         Não é só uma questão de eficiência, mas também de inovação. Executivos de todo o mundo dizem que as mudanças nas expectativas dos clientes e nos avanços tecnológicos são fatores internos fundamentais que impulsionam a transformação dos negócios na atualidade, seguidos pelas alterações no cenário competitivo.  Ou seja, eles precisam inovar para executar tarefas como desenvolver novos modelos de negócios, racionalizar seus portfólios ou aprimorar processos a fim de manter-se à frente da concorrência. A necessidade de inovação — o aumento da capacidade de desenvolver e distribuir novos produtos e serviços ao mercado e aos clientes — foi citada como um fator externo muito importante que leva à necessidade de uma transformação nos negócios por 82% dos entrevistados.

•          O segredo para executar uma transformação bem-sucedida nos negócios é um entendimento claro da realidade financeira. Os entrevistados classificaram um balanced scorecard com os principais indicadores e realizações em relação às metas (46%), o entendimento do real impacto que uma mudança proposta em uma iniciativa terá nos demais projetos da organização (40%) e um resumo claro dos custos associados à iniciativa (40%) como os recursos mais críticos para o sucesso na execução da transformação. Em termos percentuais, quase o dobro dos que se sentem extremamente bem preparados para realizar uma transformação nos negócios (em comparação ao total de entrevistados) sentem-se bem preparados para esses desafios.

•          Deixar de prever e assumir riscos pode sabotar rapidamente uma transformação nos negócios. Os principais desafios para o sucesso na transformação estão relacionados aos riscos, incluindo a capacidade de prever, assumir e desenvolver planos de contingências. Para 39% dos entrevistados, o maior desafio de planejamento que ameaça a transformação dos negócios está em não prever as mudanças do mercado, enquanto 45% acreditam que um perigo substancial está em não prever corretamente ou deixar de prever os fatores de risco da iniciativa. Além disso, 30% apontaram a incapacidade de avaliar e usar opções ou planos diferentes como modelo, bem como a dificuldade em garantir uma abordagem consistente/padronizada (29%), entre os desafios enfrentados.

•         A adoção de um sistema de gestão do portfólio de projetos empresariais (EPM, na sigla em inglês) faz a diferença. Os entrevistados que consideram suas organizações como líderes na transformação dos negócios são significativamente mais ativos em utilizar metodologias e processos de EPM. Entre os líderes na transformação dos negócios, 27% usam EPM em toda a empresa (em comparação aos 13% do total de executivos entrevistados) e 55% usam EPM em toda a empresa ou em sua unidade de negócios (em comparação aos 38% do total de entrevistados).

“Para permanecer à frente de um mercado em constante mudança e acompanhar as rápidas evoluções nas exigências dos clientes, as empresas devem planejar e executar com eficácia suas iniciativas de transformação a fim de impulsionar o crescimento e alcançar uma liderança sustentável no mercado,” disse Mike Sicilia, vice-presidente sênior e gerente geral, Oracle Primavera Global Business Unit. “As soluções de EPM podem ajudar as organizações a vencer esses desafios, atender tais necessidades e, ao mesmo tempo, investir em transformação em todas as frentes de negócios.”

Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
http://www.miriangasparin.com.br

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