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IPCorp lança solução de telefonia digital para mercado de pequenas e médias empresas

A IPCorp Telecom, operadora de telefonia tradicional e via IP, lança solução de telefonia digital em nuvem para pequenas e médias empresas. É o i91, sistema completo de gestão, controle e operação de telecomunicações, voltado para pequenas e médias empresas que necessitam ter maior produtividade em sua área de vendas e administrativa. O serviço é um sistema de Pabx baseado em nuvem que não requer hardware PBX ou uma equipe de TI treinada para configurar e manter. Tudo o que é necessário é acesso à Internet de alta velocidade. O serviço tem tecnologia de ponta ​​e vem com um conjunto completo de recursos e ferramentas.

O conceito de cloud computing, em português computação em nuvem, hospeda e disponibiliza poderosos recursos computacionais incluindo hardware, software e Link de voz da IPCorp aos clientes que necessitam de mobilidade e escalabilidade nas suas operações como Centrais de Atendimentos utilizando uma simples conexão de internet.


O i91 reduz drasticamente o investimento em servidores e infraestrutura, como também o investimento com técnicos. É 100% seguro, oferece total controle da operação, agilidade na implantação e flexibilidade para acesso de qualquer lugar com internet.

Dentre suas funcionalidades estão:Gravação digital de todas as chamadas;Grupo de ramais para ligações receptivas;Transferência interna e externa (assistida e direta); Funcionalidade básica de URA inclusa; Conferência interna e externa; Caixa postal com avisos via telefone e e-mail; Música de espera; Siga-me interno e externo;
Função Não Perturbe no ramal;Modo de espera e chamada em espera; Ligações gratuitas entre ramais;DDR (negociado com a IPCorp); Captura de chamadas (ramal específico ou aleatório); Relatórios de atividade do ramal e busca de gravações na web e Bloqueio de chamadas.

A solução i91 da IPCorp acompanha o crescimento da empresa usuária. “Conseguimos incluir novos ramais e novas capacidades de forma rápida e sem dificuldades. Cada funcionário pode se conectar com colegas de trabalho, parceiros e clientes de qualquer lugar, a qualquer momento, e de qualquer dispositivo” destaca Alexandre Dias, diretor geral da IPCorp. “Com o i91 a empresa está sempre aberta para negócios, pois ele nunca deixa uma chamada sem resposta. As funcionalidades de mobilidade permitem que a empresa tenha ramais disponíveis em diferentes localidades.

IMG_6693_2.jpg“Podemos citar como exemplos uma pizzaria delivery que perde vendas com as linhas ocupadas, uma cabeleireira que deixa de fazer um agendamento por não poder atender uma ligação, o designer que tem reunião com o cliente e deixa o escritório vazio, ou o dentista que está sem secretária em seu consultório. Situações corriqueiras que impedem um profissional de atender ao telefone, e que geram perda de negócios”, esclarece Dias.

É essa a proposta da IPCorp com o i91, oferecer um serviço de telefonia com tecnologia de ponta, que ajuda as empresas a crescer e competir com grandes corporações, utilizando tarifas econômicas.

Como funciona

O i91 é um sistema de telefonia IP, via Internet, que tem tarifas reduzidas a qualquer hora do dia ou noite. O usuário do produto pode fazer chamadas pelo computador, telefone IP (cedido por comodato) ou smartphone, utilizando o aplicativo SoftPhone.

Com o i91, a empresa pode ter o mesmo número de telefone em 220 cidades do Brasil. Além das tarifas, em média 30% mais baratas do que as de outras operadoras, o cliente i91 fala sem custos, de qualquer lugar, com seus colaboradores, escritórios e filiais. O produto elimina a necessidade de celulares corporativos e rádios, e todas as chamadas são gravadas.

O sistema funciona, ainda, como uma atendente virtual para profissionais autônomos e empresas com equipes reduzidas, com mensagem personalizada, menu de atendimento, transferência interna e externa, conferências, chamada em espera, caixa postal com avisos via telefone ou e-mail e relatórios de atividade, entre outras ações.

O i91 oferece uma série de vantagens para o usuário, como tarifas econômicas, baixo investimento em servidores e infraestrutura (mensalidade cobrada por ramal), ambiente em nuvem 100% seguro, controle total de operação, flexibilidade de acesso e facilidade na implantação. O produto chega por correio já configurado, bastando plugar e usar.

Aumenta o número de empresas colocadas à venda, mas é preciso que os empresários saibam o momento certo para realizar a negociação

O número de transações envolvendo a venda de empresas brasileiras vem aumentando há quase uma década. Por ano, segundo pesquisa da consultoria PwC, são realizadas, em média, 800 transações. Entre os motivos apontados pelos empresários para venderem seus negócios estão a aposentadoria, oportunidade para mudar de setor ou de cidade, troca de sócios e problemas de saúde. Aliás, este último item é considerado o mais preocupante e triste para o empresário. A comercialização, neste caso, acontece de forma mais rápida, já que o tempo é o maior empecilho para se desfazer da empresa.
Agora, para não haver frustrações durante uma negociação de venda por conta de erros simples, o empresário deve ficar atento a alguns detalhes. O primeiro deles é achar o momento “perfeito” para buscar uma transação e fechar um bom negócio. E isso acontece quando se percebe que o fundador não é um bom gestor e sente a necessidade de ter um sócio estratégico para fechar novos acordos ou que eventualmente lidere a parte administrativa. Ou então quando precisa de dinheiro para crescer e se tornar mais competitivo pelo mercado. Nessas condições o tempo é inimigo, já que as vantagens em uma negociação vão diminuindo cada vez mais.
No tocante às condições de mercado em relação ao ambiente externo, alguns fatores devem ser analisados. Uma boa situação econômica e política, por exemplo, gera estabilidade e confiança a ponto de favorecer transações e bons preços. Já a queda de um presidente gera insegurança e falta de liquidez no mercado, prejudicando os negócios.

Outro fator que deve ser considerado são os números recentes da empresa. Se o comprador tiver muito trabalho para reestruturar a empresa e torná-la lucrativa, isto será descontado do preço.
Por último, é preciso que o empresário esteja preparado financeiramente e emocionalmente para deixar a empresa. Se não houver convicção de que há intenção de vender e que existem condições financeiras de se manter, isso pode demonstrar que não é o momento exato para fazer a transação.

mirian
Sobre a Mirian Gasparin Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
http://www.miriangasparin.com.br

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