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Empresas que ainda não aderiram aos cartões de débito ou crédito estão com o prazo de validade vencendo, mas é preciso pesquisar taxas

O aluguel de uma maquininha gira em torno de R$ 100 mensais.

Os pagamentos com cartões de crédito ou débito devem crescer 7,5% este ano, isso de acordo com projeções da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços. E a tendência é que até 2020, os meios eletrônicos ultrapassem o uso de dinheiro em espécie. Portanto, as empresas que ainda não aceitam as formas de pagamento eletrônico estão com seu prazo de validade vencendo.

A venda através de cartões tem vantagens como segurança, já que o dinheiro da venda fica no banco e não na gaveta da empresa, e incentiva às compras, uma vez que aumenta o crédito disponível ao consumidor, fazendo com que ele possa comprar mesmo sem ter dinheiro naquele momento e ainda incentiva a gastar mais. Mas, o lado ruim dos cartões, são as taxas cobradas pelas empresas das maquininhas. Até o ano 2010 existiam apenas duas operadoras de cartões. Hoje são várias. ?E diante da concorrência, o que o empresário deve levar em conta na hora de escolher sua adquirente? Em primeiro lugar, devem ser avaliadas as necessidades da empresa, como por exemplo quantas máquinas são necessárias? Elas devem ser móveis ou fixas? Qual a movimentação na modalidade eletrônica? A empresa vende mais à vista ou parcelado.

Depois de traçar o perfil do negócio, é possível partir para o perfil da adquirente. E aí vai outra importante pergunta: o que é mais importante para a empresa: a qualidade do serviço e atendimento? Ou as taxas cobradas e as possibilidades de crédito? É evidente, que o ideal seria encontrar uma operadora que oferecesse as duas vantagens. Mas, o que se vê no mercado são as adquirentes se “especializando” em uma dessas áreas. Desta forma, quem tem um ótimo atendimento, as taxas são um pouco mais amargas. Por sua vez, as que oferecem taxas menores, o serviço, de um modo geral, deixa a desejar.

O aluguel das maquininhas do tipo móvel gira em torno de R$ 100 por mês. Aliás, este será um custo fixo que a empresa terá, independente das suas vendas. Porém, existem diversas adquirentes que já fazem promoções isentando o aluguel, caso a empresa atinja um certo faturamento. Existe também a possibilidade de se comprar a máquina.

Quanto à taxa débito, ela gira entre 0,8% até 2,5% do valor da transação. Peguemos por exemplo uma taxa de 1,5%. Se a empresa fez uma venda no valor de R$ 100 no cartão de débito ela receberá líquido R$98,50. É importante lembrar que, em geral, as vendas no cartão de débito são pagas somente no dia seguinte à venda.

Já as taxas no cartão de crédito são maiores. Eu fiz uma pesquisa e constatei que para parcelamentos entre um e seis vezes a taxa gira em torno de 3,5%. De 7 a 12 meses por volta de 4% a 8%. Agora é importante não esquecer que a empresa que vendeu parcelado também receberá parcelado.

Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
http://www.miriangasparin.com.br

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