Setor ligado a experiências deve crescer pelo menos 10% no Brasil até 2022

Segundo a Euromonitor os setores mais relacionados a experiências projetam crescimento de 2,5% no País em 2018. Até 2022, a expectativa é que a expansão seja de pelo menos 10%. Esse fato esta relacionado a Geração Y, nascida entre 1980 e 1995, que apresentam características inerentes aos hábitos de consumir. De olho neste cenário, a Viva! Experiências, empresa que vende Catálogos de Prêmios para serem trocados por experiências já veem percebendo esse mercado receptivo. Segundo Andre Susskind, CEO da empresa, a Viva! Experiências cresceu a uma taxa de 36% ao ano nos últimos quatro anos, sendo 55% de crescimento em 2017.

Outra pesquisa que também mostra essa mudança de hábito é um estudo realizado nos EUA, pela Eventbrite, que diz que indivíduos nascidos sob a égide da Geração Y valorizam mais passar por experiências do que possuir bens materiais. Ou seja, eles não têm interesse, por exemplo, em ter um carro, mas valorizam dirigir uma Ferrari num autódromo. A pesquisa apresenta que os jovens acreditam que a felicidade está relacionada em criar, compartilhar e capturar memórias adquiridas por experiências e concluiu que 78% dos jovens da Geração Y escolheriam investir dinheiro com experiências, ao invés de gastar com objetos materiais e, 55% afirmaram que estão, mais do que nunca querendo viver novas experiências.

Sabendo disso, muitas empresas passaram a presentear seus colaboradores com experiências, como um jantar romântico, uma massagem relaxante ou um salto de paraquedas. Andre Susskind, CEO da Viva! Experiências, explica que é muito mais vantajosa e saudável do que um simples prêmio em dinheiro. “Quando se recebe uma experiência como presente ou como bônus por metas alcançadas, a história do presenteado/colaborador ganha cor e conteúdo”, conta.

Hoje mais de sete mil empresas já utilizaram as soluções corporativas da Viva! Experiências em ações de fidelização, promoção e reconhecimento de colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros de negócio. Entre as empresas que servem como cases estão o Itaú, Ambev e Claro. Andre atribui o crescimento e os números positivos à boa aceitação das empresas, que já se conscientizaram que a experiência é mais valorizada pelo funcionário e tem um custo mais baixo para as companhias. “Temos soluções que custam R$ 100 para a empresa e podem se transformar em um almoço de lazer do colaborador junto com a sua família. Isso ficará na memória do premiado e vai deixá-lo mais feliz”, explica Andre.

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