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Pelo baixo investimento e retorno no curto prazo Food Bikes atraem maior número de empreendedores

O modelo de negócio “Food Bike” está inserido no mercado da alimentação fora do lar, que representa cerca de 10% dos pequenos negócios no Brasil. Este tipo de empreendimento tem despertado interesse de quem quer abrir um negócio próprio, devido ao baixo investimento e retorno no curto prazo. Inicialmente, a cidade de São Paulo se destacou pelo pioneirismo no setor, com muitos empreendedores copiando o modelo de sucesso visto fora do país. A iniciativa se repetiu em outros estados e hoje as “Food Bikes” podem ser encontradas em todo o Brasil.

Para iniciar um negócio com uma food bike é necessário constituir uma empresa e obter concessão da prefeitura e da vigilância sanitária. Atualmente, questões legais e de uso de espaços públicos restringem a exploração da atividade nas ruas das cidades. Já em espaços privados deve-se atender às normas da Vigilância Sanitária e fiscais, e, em alguns casos, pagar aluguel. Existem diversas opções neste modelo como, por exemplo, a participação em eventos gastronômicos, eventos corporativos (como feiras de negócios e festas empresariais), eventos em shopping centers, festas de aniversário e de casamentos.

A opção por atuar em espaços privados, como em estacionamentos ou galpões, ocorre também pelas facilidades oferecidas pelos organizadores, como segurança e infraestrutura, que incluem banheiros, mesas comunitárias e limpeza. Em troca, o empreendedor paga um aluguel, que não é alto. Agora, entre os fatores que podem atrapalhar este modelo de negócio estão a chuva, frio ou calor.

Para competir no mercado de Food Bike, o empresário deve adotar estratégias de preço, diferenciação, foco em nicho de mercado, ou uma combinação entre todos esses fatores. Se a estratégia escolhida for preço baixo, o empreendedor deve ficar atento às margens de lucro, que devem oscilar entre 10% e 20% da receita.

Quanto ao investimento inicial, ele dependerá de alguns fatores, como o modelo de bicicleta escolhido, do tipo de produto que se deseja trabalhar, do local de atuação, e da escolha pelo desenvolvimento do próprio negócio ou aquisição de uma franquia. Mas, de acordo com cálculos dos consultores do Sebrae, dentro de padrões médios, pode-se estimar que uma Food Bike demande investimento entre R$ 5.500 e R$ 30 mil, já considerando uma parte para capital de giro. Porém, quem quiser iniciar o negócio com uma food bike usada, o investimento é bem menor, uma vez que este veículo já adaptado pode ser encontrado à venda no mercado entre R$ 2.200 e R$ 4 mil.

Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
http://www.miriangasparin.com.br

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