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Qualquer emprego não serve e qualquer funcionário também não!

Bruno Martins.

Se pararmos para analisar sobre o atual cenário do mercado de trabalho no Brasil, são muitos os desafios frente aos impactos da elevada taxa de desemprego anual, que fechou 2017 em 12,7%, a maior da série histórica da pesquisa dos últimos cinco anos, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Às empresas fica o desafio de buscar profissionais multifacetados, os chamados híbridos, e adequados a um novo modelo de trabalho mais moderno e dinâmico. Já por parte da ala executiva, o temor maior reside em escolher o cargo e a companhia certa para trabalhar neste adverso período de mudança.

Tanto de um lado, como de outro, só uma verdade corporativa une estas duas pontas: competência e desejo nem sempre andam juntos. Às vezes, o tão desejado emprego naquela famosa indústria, que era o seu sonho ideal de trabalho, não condiz com a sua realidade. Assim como aquele badalado profissional, portador de um currículo invejável, talvez não se encaixe nos valores e na missão de algumas empresas.

Independente de quem é certo ou errado nesta relação, o fato é que tanto a empresa quanto o executivo têm chances de saírem frustrados desta batalha marcada por choques de ideais. Para evitar desapontamentos futuros, o mais correto é seguir à risca o lema “qualquer emprego e qualquer funcionário não servem”.

Não é fácil colocar em prática esta máxima. Uma saída efetiva é procurar por serviços de outplacement que fujam do modelo tradicional, daquele que estamos acostumados a ver no mercado de recursos humanos e que prezam pela recolocação profissional de forma comoditizada. A dica é avaliar se a consultoria escolhida tem uma metodologia especializada para atender peculiaridades e demandas específicas exigidas por setores aquecidos atualmente, como Tecnologia, Finanças, Construção Civil, Energia Elétrica e Telecom. Isso é um diferencial enriquecedor.

Entender o perfil da empresa e o perfil do profissional valoriza a ascensão corporativa do colaborador e reverbera à empresa uma vantagem competitiva incrível, já que ela terá na equipe um profissional altamente capacitado para performar de maneira eficaz em seu ramo de atuação.

Dado todo este cenário, o recado que fica para as empresas é para apostar sempre no empoderamento das pessoas para que elas sejam autoras e protagonistas da sua carreira e, consequentemente, da empresa em que ela trabalha. Já aos profissionais, pessoas físicas, dedico pensarem a partir de agora na transição de carreira como se fosse um negócio e que precisa ser planejada para que não esteja fadada à falência.

O artigo foi escrito por Bruno Martins, que é coach especializado em projetos de transição e desenvolvimento de carreira e sócio-diretor da Trilha Carreira Interativa, consultoria especializada em desenvolvimento e transição de carreira.

mirian
Sobre a Mirian Gasparin Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
http://www.miriangasparin.com.br

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