Mercado de condomínios logísticos tem queda na taxa de vacância

A taxa de vacância nos condomínios logísticos de alto padrão no Brasil apresentou queda de 2 pontos percentuais no primeiro trimestre de 2018, em relação ao último trimestre do ano passado, encerrando o período em 23% .O resultado é reflexo do saldo positivo da absorção líquida entre janeiro e março de 2018 em todo o país. Apenas Pernambuco registrou absorção negativa (-9 mil m2). Os estados que apresentaram maior volume de locação foram São Paulo (213 mil m2), Paraná (74 mil m2), Minas Gerais (55 mil m2) e Rio de Janeiro (53 mil m2). Os estados que registraram maior área devolvida foram São Paulo (63 mil m2), Minas Gerais (26 mil m2), Pernambuco (20 mil m2) e Paraná (7 mil m2). A pesquisa realizada pela Colliers International Brasil inclui todos os estados e o Distrito Federal.

Para Ricardo Betancourt, presidente da Colliers Brasil, a expectativa para os próximos meses é de leve queda na taxa de vacância, visto que há perspectiva de aumento do consumo das famílias e previsão de menor volume de inventário a ser entregue.

No primeiro trimestre de 2018, o mercado recebeu novo inventário nos estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Estes imóveis adicionaram 141 mil m² ao inventário no país, encerrando o período em 13.367 milhões de m².

Em relação ao preço pedido a média nacional tem leve queda, se comparado ao final do ano passado: R$ 19,00 m²/mês. No último trimestre de 2017, os preços eram de R$ 20,00 m²/mês. Distrito Federal (R$ 26,00 m2/mês) e o estado da Bahia (R$ 24,00 m²/mês) apresentam os maiores preços médios do país. Os menores preços pedidos são encontrados no estado do Ceará (R$ 14,00 m²/mês), Goiás (R$ 16,00 m²/mês) e Pernambuco (R$ 17,00 m²/mês).

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