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WikiMaki quer faturar mais de R$ 50 milhões até 2020

A rede de comida japonesa WikiMaki pretende abrir 20 unidades e faturar a cifra de R$ 50 milhões até 2020. Com nove anos de existência, a marca curitibana fidelizou seus consumidores ao apresentar a comida japonesa fresca e sem frescura. “Nosso foco é atender pessoas de todas as idades num ambiente informal, oferecendo comida de qualidade com preço acessível”, conta um dos sócios João Manuel Lago de Carvalho Cardoso.

Em 2017, o faturamento da marca foi de mais de R$ 20 milhões. Atualmente, são sete lojas, sendo quatro própria e três de franqueados. No primeiro semestre deste ano, a marca chegou a Guarapuava (PR) e Chapecó (SC). Ainda em 2018, está prevista a abertura de mais três unidades, em Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR) e Balneário Camboriú (SC). A cidade de São Paulo também está nos planos da expansão da rede para o primeiro semestre de 2019.

Se hoje a rede está se tornando mais conhecida e em franca expansão, foi pela visão empreendedora dos quatro sócios. “Quando idealizamos a marca WikiMaki a comida japonesa já estava estabelecida, mas ainda era associada como um produto caro. Observamos que o mercado não tinha um fast food de qualidade neste segmento”, diz Cardoso.

Para ele, uma das fórmulas do sucesso do WikiMaki é trabalhar com insumos especiais, como os pescados frescos e o salmão, e não aderir a modismos. Anualmente, o consumo de peixes e frutos do mar nas lojas chega a 120 toneladas.

Modelos de franquia

Com uma marca jovem e forte, que conquistou seus clientes ao democratizar a comida japonesa, o WikiMaki procura por franqueados com perfil empreendedor e que queiram crescer com a rede. Uma das exigências é que o franqueado opere a loja. Dentre as possibilidades de negócio, a rede pode vir a ser uma sócia do franqueado.

O projeto de expansão tem três formatos de negócios – Sushi House, Express e Wikidelivery – os quais podem ser implantados em pontos de rua, shoppings, quiosques, aeroportos, dentre outras possibilidades, facilitando o leque de opções para quem quer ter o seu próprio negócio. O local ideal para a abertura de uma nova loja é um ponto comercial com fluxo contínuo de pessoas, sobretudo das classes A, B e C, em cidades com população a partir de 250 mil habitantes. O WikiMaki tem ticket médio de consumo nas lojas Sushi House e Express que variam entre R$ 40 e R$ 55 e no delivery é de R$ 80. O cardápio conta com diversas opções de temakis combinados, sushis e sashimis, pokes, pratos quentes e sobremesas.

Ao franqueado são ofertados benefícios como auxilio na obtenção de financiamento para abertura da loja; auxilio na escolha do ponto comercial; projeto arquitetônico conforme padrão da rede; treinamento pré e pós abertura com acompanhamento periódico e visitas in loco na loja; produtos com marca registrada e a melhor negociação com rede de fornecedores.

Crédito da foto – Eduardo Macarios.

Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
http://www.miriangasparin.com.br

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