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A partir de R$ 30 é possível investir numa carteira de curto, médio ou longo prazo

Paulo Trauchinski.

O sócio-proprietário da Goldrock Investimentos, Paulo Trauchinski, explica que há três passos importantes que precisam estar bem definidos para entrar no mundo do mercado financeiro: saber qual o objetivo do investimento, o perfil do investidor e, finalmente, escolher onde aplicar o dinheiro. Uma vez tendo isso em mente, qualquer pessoa pode começar a investir e não precisa ser na tradicional caderneta de poupança.

Trauchinski diz que para cada objetivo existe um investimento adequado. Ele prefere focar em objetivos de longo prazo pois a construção da estratégia é mais consistente e as chances de sofrer contratempos é mais distante, com as oscilações comuns ao mercado financeiro. É o caso, por exemplo, de quem pretende uma renda na aposentadoria complementar ao INSS, que pode investir durante a fase produtiva em renda fixa, renda variável, produtos protegidos da inflação ou fundos multimercados. Já, se o objetivo é a curto ou médio prazo, como uma viagem ao exterior ou a compra de um carro novo, existem outros investimentos mais adequados como o Tesouro Direto ou títulos privados.

O perfil do investidor vai definir também as possibilidades de investimento que mais se encaixa em sua demanda. O perfil se divide em conservador, moderado e arrojado e – é praxe de quando se investe dinheiro – defini-lo através de um questionário assertivo. “É a partir daí, depois de saber o objetivo e definir o perfil do investidor que orientamos sobre a escolha dos investimentos”, reforça Trauchinski.

Vantagens

Não é preciso muito dinheiro para começar a investir em fundos ou outra aplicação financeira. Basta R$ 30, por exemplo, para comprar títulos públicos como Tesouro Selic, IPCA+ e pré-fixados. Segundo Trauchinski, a principal vantagem de procurar uma corretora de valores para investimentos é que ela tem todas as opções dos bancos. Já cada banco oferece investimentos só daquele estabelecimento.

Outra vantagem, segundo Trauchinski, é que a abertura de conta numa corretora é 100% gratuito.

Dívidas

Trauchinski também alerta que investimentos no mercado financeiro podem não ser um bom negócio para quem tem dívidas. Para investir é bom se livrar das dívidas, uma vez que os juros dos empréstimos bancários são maiores do que o rendimento do investimento. “É melhor pagar a dívida e depois retomar os investimentos”, aconselha. Outra recomendação para quem quer começar a investir é a necessidade de ter uma reserva de emergência, para o caso de algum imprevisto.

Crédito da foto – Patricia Klemtz.

Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
http://www.miriangasparin.com.br

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