Empresa paranaense aposta no varejo para manter crescimento

MembracelDobrar o faturamento até junho de 2014. Essa é a meta da Membracel, empresa paranaense fabricante de um tipo especial de curativo usado em lesões e queimaduras chamado de membrana regeneradora porosa. Com a crescente aceitação do produto no mercado, a empresa, que hoje realiza a maior parte de suas vendas por distribuidores, passa a vender também para o varejo com foco em farmácias, a partir desse mês. “Como o produto não precisa de receita médica e é de fácil utilização, a venda direta para o consumidor final é um passo natural de crescimento para a empresa”, explica o diretor da Membracel, Thiago Rossetto Moreschi. Até o final do ano, o produto deve estar disponível em pelo menos 500 pontos pelo país.

Os diferenciais do produto – que promove uma rápida regeneração da pele, alívio imediato da dor, possibilidade de drenagem das secreções e menor custo de tratamento devido à necessidade de troca menos frequente – fizeram com que a Membracel conquistasse rapidamente sua fatia de mercado. O resultado foi um aumento de quase 300% no faturamento nos últimos dois anos. Para 2013, a expectativa é alcançar o primeiro milhão de faturamento.

A empresa surgiu em 2000, depois que um dos fundadores da empresa, João Carlos Moreschi, por não encontrar produtos eficientes para cicatrização das úlceras vasculares de sua mãe, decidiu investir em pesquisas. Ele, que é engenheiro e trabalhava com celulose, se juntou ao médico Julio Siqueira e usou o composto como base para suas pesquisas até chegar à membrana de celulose bacteriana porosa, que passa constantemente por reformulações de acordo com os resultados de novos estudos.  A empresa investe em pesquisas de aprimoramento da membrana e também no desenvolvimento de outros produtos com base na biotecnologia. O objetivo da empresa é, a partir de 2014, colocar um lançamento no mercado por ano.

Para se preparar para a nova etapa de vendas direto ao consumidor final, a empresa tem investido na divulgação do produto e na reformulação da identidade visual. “Antes nosso público eram apenas os profissionais da saúde, e como agora iremos chegar direto ao consumidor final por meio do Canal Farma, é necessário mudar a forma de apresentar o produto, deixando clara as suas indicações e a forma de utilização.”

Brado oferece oportunidades de emprego no Fórum de Carreiras da PUC-PR

Sempre em busca de novos talentos, a Brado Logística oferecerá oportunidades para os profissionais que desejam ingressar no mercado de trabalho. A Companhia participará do evento promovido pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), o Fórum de Carreiras 2013, que acontece de 20 a 22 de agosto próximos, no Câmpus Curitiba.

Os interessados poderão entregar os currículos e conhecer as vagas de emprego no estande da Brado, que funcionará das 10 às 12 horas e das 19 às 21 horas. Os visitantes também poderão participar das discussões que acontecerão neste espaço, nos dias 21 e 22 de agosto.  A diretora de Processos e Gente, Rosane Pereira, vai discutir o tema “Retenção de Talentos”, no dia 21 de agosto às 21 horas.

No dia 22 de agosto, às 18 horas, será a vez do diretor financeiro, Alan Fuchs, apresentar o portfólio da Brado e conversar com os participantes sobre logística e outras operações desenvolvidas pela Companhia. Neste dia também será feita a pré-seleção dos candidatos para as vagas em aberto, das 20 às 22 horas.

Cheques sem fundos iniciam o 2º semestre em alta

cheques sem fundosForam devolvidos pela segunda vez por falta de fundos, em todo o país, 2,03% dos cheques compensados no mês de julho/13, percentual maior que os 1,94% verificados em junho. É o que revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. O percentual verificado em julho/13 também é maior que os 2,00% observados em igual mês do ano anterior. Quanto aos acumulados, foram devolvidos 2,07% de cheques de janeiro a julho de 2013, contra 2,06% em igual período de 2012.

Os economistas da Serasa Experian observam que a devolução de cheques por falta de fundos está na direção oposta à inadimplência geral do consumidor, que vem registrando quedas mensais. Diante da redução de seu poder aquisitivo, em decorrência da inflação, dos juros em alta e dos gastos do período (Dia das Mães, Dia dos Namorados e férias), o consumidor pode estar buscando novos empréstimos com os cheques pré-datados.

De janeiro a julho de 2013, o estado de Roraima foi o que apresentou a maior incidência de cheques sem fundos (11,37%). Na outra ponta do ranking está o Amazonas, com 1,45%. Entre as regiões, a Norte foi a que apresentou o maior percentual de cheques devolvidos (4,46%), enquanto a Sudeste foi a de menor nível (1,62%). No Paraná, o índice de cheques sem fundos em julho foi de 2,03%.

Dólar comercial bate a casa de R$ 2,40

dolarO dólar voltou a disparar nesta sexta-feira (16), batendo a casa de R$ 2,40, atingindo o maior valor desde 6 de  março de 2009. O movimento especulativo acabou gerando um clima de instabilidade no mercado financeiro, contaminando inclusive os juros futuros. Segundo profissionais, o mercado está colocando no preço do dólar as dúvidas com relação a toda política econômica do governo, em meio a uma economia que patina, inflação elevada, política fiscal expansionista, piora no déficit em transações correntes e incertezas eleitorais.

Nem mesmo as intervenções do BC foram suficientes para segurar a moeda americana. A autoridade monetária realizou dois leilões de swap cambial. No primeiro leilão foram quase US$ 1 bilhão em swaps que vencem em 2 de setembro. No segundo vendeu 21.600 contratos, pouco mais da metade da oferta de 40 mil papéis. A operação, que representou uma venda de contratos novos, movimentou o equivalente a US$ 1,076 bilhão, com os papéis tendo como data de início na segunda-feira, dia 19.

Por volta das 16 horas de sexta-feira (16), o dólar comercial saltou 1,88%, sendo cotado a R$ 2,383. Durante os negócios a moeda norte-americana foi a R$ 2,397 (+2,48%), maior patamar No mercado futuro, o dólar para setembro subiu 1,70%, a R$ 2,390, após alcançar R$ 2,404 na máxima.

Somente no mês de agosto o dólar comercial subiu 5,3%.

 

Quase a metade da população brasileira não tem plano de saúde

plano de saúdeUma pesquisa de opinião encomendada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostra que os planos têm virado artigo de luxo: entre os que conseguem pagar pelo item, a maioria tem renda superior a três salários mínimos, grande parte deles pertencentes à classe B. Além disso, ao contrário do perfil mostrado pelos que não possuem vínculo com operadoras de saúde, a maior parte dos que têm o convênio são trabalhadores com carteira assinada.

A pesquisa, que levantou dados sobre a fidelização dos beneficiários às operadoras, leva em consideração apenas os planos médico-hospitalares — um universo de cerca de 44 milhões de beneficiários — e desconsidera os exclusivamente odontológicos. Foram entrevistadas 3.233 pessoas em todo o país e dessas 1.656, ou 49,8%, não são beneficiárias de convênios médicos.

A parcela dos entrevistados que ficam de fora dos convênios culpam os preços altos. Para 77%, os valores cobrados pelas operadoras vão além do que o orçamento permite. Não fossem os preços, a grande maioria faria, sim, questão de um plano de saúde. Mais de 70% da amostra que afirmou não possuir o item valoriza o serviço e gostaria de tê-lo. Além disso, o levantamento mostra que, para os entrevistados de forma geral, os convênios aparecem em terceiro lugar na lista de prioridades, atrás apenas de educação e casa própria.
Já um estudo do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) mostra que em três décadas as mensalidades dos planos devem sofrer um aumento médio de 163,5% acima da inflação, caso o setor siga o comportamento dos últimos 10 anos. Com isso, o comprometimento da renda dos beneficiários aumentaria 66%.