Mercado é promissor para empresas especializadas em vitrines

vitrinismoO mercado de trabalho para as empresas especializadas na montagem de vitrines é bastante promissor, e ainda tem muito para crescer. Pesquisas apontam que uma vitrine bem concebida é responsável por 70% das vendas de uma loja, e exatamente por isso, deve ser tratada com muita atenção. O trabalho do vitrinista é passar ao consumidor a identidade do estabelecimento, conciliando o interesse de venda da loja e a necessidade de consumo do cliente.

Uma vitrine montada de maneira correta resultará no sucesso das vendas. Assim sendo, uma empresa de vitrinismo deverá ser concebida com visão profissional, desde o seu projeto embrionário, o que irá requerer uma avaliação objetiva sobre a forma de atuação, bem como as expectativas comerciais que esse tipo de empreendimento requer.

Quanto ao local para instalar uma empresa especializada em vitrines, o empreendedor deve considerar o fácil acesso e a boa visualização, de preferência que fique próxima a centros comerciais. E embora a atividade de vitrinista não seja um serviço que se realiza na sede da empresa, é importante que a empresa esteja bem localizada, buscando com isto além de dar visibilidade a sua marca, também possibilitar angariar novos clientes, através da exposição de sua fachada.

Já o investimento para montar este tipo de negócio é baixo. De acordo com cálculos do Sebrae, uma empresa de porte médio, instalada em imóvel alugado, exigirá um capital inicial de pouco mais de R$ 5 mil.

É importante  que o vitrinista tenha em mente que uma vitrine em exposição satura para o cliente muito rapidamente. É recomendável que uma vitrine não fique mais de 15 a 30 dias sem alteração. E mesmo nesse intervalo, a recomendação é ir trocando produtos e alterando cores. No caso de datas comemorativas, a substituição da decoração deve ser feita, no máximo, nos dois primeiros dias após o encerramento da data.

Como manter a produtividade e motivação trabalhando em casa

home-officeAlguns empreendedores e profissionais autónomos têm optado por trabalhar em casa pelos mais variados motivos. Para alguns, ter um home office é mais econômico. Para outros, trabalhar em casa oferece maior comodidade que o trabalho num escritório da empresa.

Sejam qual forem as razões, a verdade é que trabalhar em casa pode ser agradável e até vantajoso. Porém, tem os seus inconvenientes. Para que a produtividade não seja prejudicada pelo ambiente aconchegante da própria casa é importante tomar alguns cuidados.

Um dos fatores mais importantes para manter a eficácia e motivação quando se trabalha em casa é criar um ambiente favorável e que convide à produtividade. Mas, como criar este ambiente favorável? Eu conversei com alguns especialistas e eles me passaram algumas dicas.

Em primeiro lugar deve-se ter o cuidado de montar um escritório completo,  com cadeira apropriada para não prejudicar a postura e iluminação adequada.  Por isso é essencial ter  uma divisão da casa especificamente criada para trabalhar.

Outro ponto fundamental é ter  uma linha de telefone exclusiva para o negócio. E durante o horário de trabalho o empreendedor deve comportar-se como se estivesse num escritório normal, evitando os telefonemas pessoais. Televisão, música e conversas com os familiares também devem ser evitadas a todo o custo. A disciplina é  que fará a diferença entre ter eficácia e motivação suficiente para trabalhar em casa.

O horário de trabalho deve ser respeitado pelos familiares, amigos e vizinhos, mantendo dessa forma um ambiente de trabalho mais sereno.

Quem trabalha em casa por vezes tem tendência  para esquecer que as pausas são fundamentais para manter a criatividade e a mente alerta. O empreendedor não deve exagerar na sua disciplina, mas deve ter o cuidado de fazer algumas pausas para descanso como aconteceria na empresa. É também muito importante  planejar o horário de trabalho com antecedência e resistir à tentação de trabalhar fora do horário pré-estabelecido.

Por último, a disciplina e organização  são outros pontos fundamentais para quem trabalha em casa. Afinal, não haverá supervisão de ninguém.

Abertura do mercado de cartões aumenta concorrência e reduz taxas

cartao-creditoEstudo realizado pela Dextron Management Consulting, consultoria focada em projetos de Estratégia e Organização, mostra que o setor de cartões de crédito e débito está mais competitivo após o fim dos contratos de exclusividade entre Cielo e Visa, Redecard e Mastercard, ocorrido em 2010. Prova disso é que novas credenciadoras, em parceria com grandes bancos do País, entraram neste mercado desde então, ampliando a concorrência e contribuindo para reduzir em mais de 7% as taxas de desconto cobradas dos estabelecimentos comerciais, que agora giram em torno de 2,78% a 2,81%.

“Antes, os estabelecimentos eram forçados a possuir tanto a máquina da Cielo como da Redecard, caso quisessem aceitar cartões das duas principais bandeiras, Visa e Mastercard. Agora, basta optar por uma delas”, explica Bruno Furlan, consultor da Dextron responsável pelo levantamento, ao destacar que o fim da exclusividade não só permitiu a entrada de novos players como também estimulou a concorrência entre Cielo e Redecard, aumentando o poder de negociação do comércio.

Furlan conta que hoje o mercado brasileiro dispõe de quatro outras credenciadoras além da Cielo, que tem participação do Banco do Brasil e do Bradesco, e da Redecard, da qual o Itaú Unibanco é sócio. A principal delas é a GetNet, que mantém parceria com o Santander desde julho de 2010 e conquistou 4,4% de market share no quarto trimestre de 2012, o equivalente a mais de R$ 31 bilhões em transações no ano. Sétima maior credenciadora dos Estados Unidos, a Elavon firmou uma joint venture com o Citi e vem operando no Brasil desde fevereiro de 2012.

Já a Banricompras, criada pelo Banrisul, tem como foco de atuação os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, enquanto a americana Global Payments, parceria do Banco de Brasília, deve começar a atuar na região Centro-Oeste no segundo semestre deste ano. “São poucos os bancos comerciais que ainda não estabeleceram relação com uma credenciadora. Estes detêm apenas 2,7% do total de 185 milhões de clientes bancários do País”, acrescenta o consultor da Dextron.

O consultor ressalta que a taxa de aluguel de equipamentos, que chegou a cair 10%, voltou a subir aos patamares anteriores, o que não foi suficiente para compensar a queda na taxa de desconto. A pesquisa aponta ainda que 80% da receita dos credenciadores vêm das taxas de desconto cobradas dos estabelecimentos comerciais, enquanto o aluguel de equipamentos e serviços de conectividade responde por 11,8%. No que diz respeito às despesas, as taxas de intercâmbio pagas aos bancos emissores representam mais de 55%. “A queda significativa nas taxas cobradas do comércio impactou o EBITDA dos credenciadores, que caiu 21,9%, no caso da Cielo, e 17,1%, na Redecard. Mesmo assim, as duas mantiveram margem EBITDA superior a 50% da receita líquida”, observa Furlan.

Ao analisar os bancos emissores de cartões de crédito e débito, a Dextron constatou que mais da metade da receita dessas instituições vem dos juros cobrados dos clientes, ao passo que as tarifas de intercâmbio e ao portador contribuem com 22%. Por outro lado, a inadimplência representa quase 35% das despesas.

Em 2012, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), estima que o setor de cartões no Brasil tenha faturado R$ 813 bilhões, um crescimento de mais de 21% em relação ao ano anterior. Ainda de acordo com a entidade, o cartão ganhou ainda mais espaço como meio de pagamento e, em 2011, já respondia por 26,8% do consumo privado no Brasil, o que representa aumento de 2,5% se comparado a 2010.

Aluguel com aniversário em maio subirá 7,30%

reajuste aluguelA Fundação Getúlio Vargas – FGV divulgou nesta segunda-feira (29) a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) de abril, que sofreu variação de 0,15% no mês. Consequentemente, a variação acumulada no período de 12 meses, de maio de 2012 a abril de 2013, é de 7,30%. A evolução do IGP-M em 12 meses é utilizada como principal indicador para reajuste de vários contratos, incluindo os de locação residencial. Estima-se que cerca de 90% dos contratos de aluguel sejam atrelados a esse índice.

O contrato com aniversário em maio e cláusula de reajuste pela variação do IGP-M aumentará, portanto, 7,30%. Para facilitar a atualização do aluguel, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) tradicionalmente divulga um fator de reajuste. Em abril, ele é de 1,0730.

Assim, se o aluguel vigente no período de maio de 2012 a abril deste ano foi de R$ 1.400,00, o aluguel de maio de 2013 será o resultado da multiplicação de R$ 1.400,00 pelo fator de 1,0730, o que resulta em R$ 1.502,20 a serem pagos no fim de maio ou no início de junho. “Esse reajuste terá validade de 12 meses e o valor do aluguel reajustado será pago mensalmente para os aluguéis referentes ao período de maio de 2013 a abril de 2014, ou até o fim do contrato, se ele vencer durante esse período”, afirma Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP.

Grupo holandês compra Romagnoli de Apucarana

RomagnoliA empresa paranaense Romagnoli Rações e Concentrados, com sede na cidade de Apucarana (PR), foi vendida para o Grupo Royal de Heus, da Holanda, líder internacional na indústria de nutrição animal, com operação em 38 países.O negócio representa um novo marco para o grupo holandês, que fortalece sua atuação mundial e expande sua presença no território brasileiro. O processo de venda foi conduzido pela Acal Capitals, de Curitiba, que realizou a avaliação do negócio, sua divulgação e apresentação ao mercado, tendo conduzido a negociação e estruturação da transação até o fechamento.

Fundada em 2002, a Romagnoli tem como foco principal o desenvolvimento e produção de rações e concentrados de alta qualidade para o rebanho leiteiro e de gado de corte. A indústria paranaense fornece seus produtos e serviços técnicos nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, destacando-se com um crescimento sólido e constante. A indústria ocupa uma área construída de 2.700 m² com capacidade máxima produtiva para 2 milhões de toneladas/mês. A empresa conta com equipamentos para produção de rações peletizadas e fareladas, que podem ser disponibilizadas em sacos de 40 quilos ou a granel.

O grupo Royal de Heus é um líder internacional na indústria de nutrição animal. A empresa, fundada em 1911, tem suas raízes na Holanda e desde então expandiu de uma empresa regional de nutrição animal para um conglomerado com atividades em mais de 45 países na Europa, Ásia, Oriente Médio, África e América Latina. Em Agosto de 2012, estabeleceu-se no Brasil por meio de uma Joint-Venture com a brasileira Nutrifarms (www.nutrifarms.com.br). Devido ao rápido crescimento internacional, a Royal de Heus é uma das TOP 20 do mundo no fornecimento de nutrição.