Indústria de materiais de construção cresce pelo quarto mês consecutivo

materiais de construçãoOs estudos da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) apontam crescimento de 3,6% no setor em comparação a julho de 2012. Desse modo, julho é o quarto mês consecutivo a apresentar alta em relação a 2012, após valores negativos observados em fevereiro e março deste ano. As vendas internas também seguem em ritmo de crescimento, com 3,3% de alta em comparação com as de junho deste ano. O resultado acumulado no primeiro semestre indica crescimento de 3,7% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Já nos últimos 12 meses (de julho de 2012 a julho de 2013) os números indicam alta de 2,4%.

“Em reunião com o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, na última sexta-feira (16, durante o Fórum Nacional da Indústria), confirmamos a expectativa de crescimento de 4% para 2013 em relação a 2012. Para isso precisamos pleitear a ampliação do prazo da desoneração do IPI, que auxilia na aceleração dos projetos de infraestrutura. As ofertas de crédito imobiliário para reformas também vão auxiliar a indústria a atingir esse percentual”, afirma o presidente da Abramat, Walter Cover.

Os números do estudo da Abramat apontam também, que os empregos na indústria permanecem estáveis em relação a junho de 2013, com crescimento mínimo de 0,1%. Já, em relação a julho de 2012 houve queda de 0,9%.

Serasa Experian faz alerta contra a ação de golpistas para consumidor que deseja limpar o nome

Para não ser vítima de empresas golpistas e de estelionatários, o consumidor deve ficar atento e analisar com reservas aos anúncios que prometem facilidades para retirar uma anotação de inadimplência dos órgãos de proteção ao crédito sem pagamento da dívida. A melhor opção para regularizar uma pendência financeira é procurar diretamente o credor ou obter informações em um dos Postos de Atendimento Gratuito ao Consumidor da Serasa Experian. Na internet, por exemplo, é fácil encontrar sites que vendem manuais, kits e CDs com “informações” sobre como tirar uma anotação de inadimplência sem pagar a dívida, muitas vezes com métodos ilegais. Em média, o consumidor desembolsa de R$ 20 a R$ 50 para obter as “dicas”.

Há ainda casos de empresas que se oferecem como intermediárias para a renegociação da dívida, cobrando do consumidor pelos serviços e outras taxas, o que aumenta o valor da dívida, mas depois desaparecem sem fazer a quitação do débito. Às vezes, o cliente ainda é orientado a fazer um depósito prévio, para assegurar o pagamento do serviço. Ao perceber o golpe, não resta muito a fazer – a maioria das empresas não tem endereço físico e faz todo o atendimento pelo telefone. “Essas promessas são formas de enganar o consumidor. Não existe fórmula mágica para ter a anotação da dívida cancelada sem que ela seja renegociada ou paga”, alerta Silvânio Covas, diretor jurídico da Serasa Experian.

Por tais motivos, recomenda-se que o consumidor evite os intermediários. “Ele próprio pode procurar diretamente o credor ou buscar os serviços da Serasa Experian e se informar sobre os procedimentos para quitar a dívida. É mais prático, gratuito e seguro, pois o consumidor terá a certeza de que o débito será pago e a anotação de inadimplência será retirada dos órgãos de proteção ao crédito”, afirma Maria Zanforlin, Superintendente de Serviços ao Consumidor da Serasa Experian.

A orientação da Serasa Experian para quem tem dívidas em atraso é sempre tentar um acordo com os credores. Pelo Código de Defesa do Consumidor, ao ter uma dívida renegociada, a pessoa já pode ter o seu nome retirado dos bancos de dados de anotações de inadimplemento, pois ela continua a ser devedora, mas não é mais inadimplente.

Durante 2012, cerca de 2,5 milhões de consumidores foram atendidos nos Postos de Atendimento ao Consumidor da Serasa Experian, serviço gratuito em que as pessoas podem pessoalmente consultar o seu CPF, realizar serviços de atualização cadastral, esclarecer dúvidas e receber a orientação necessária para a regularização de pendências financeiras e o cancelamento de anotações de inadimplência (pessoas naturais ou jurídicas).

Após a entrega do documento necessário para a baixa da anotação, diretamente na Serasa Experian, o prazo para a exclusão da informação no sistema é de, no máximo, dez dias, conforme a lei do Habeas Data (Lei n.º 9.507/97).

Dólar comercial fecha acima de R$ 2,41

dolaresNem mesmo as intervenções do Banco Central (BC) conseguiram segurar as cotações do dólar. A moeda norte-americana no câmbio ultrapassou a barreira de R$ 2,40 e voltou a fechar no maior nível em mais de quatro anos. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (19) vendido a R$ 2,4159, com alta de 0,83%. A cotação é a maior desde 3 de março de 2009, quando a moeda foi vendida a R$ 2,441. Na máxima do dia, a cotação chegou a atingir R$ 2,4241, por volta das 15h10. O câmbio então perdeu um pouco de ritmo nas horas seguintes, mas permaneceu acima de R$ 2,40. No ano, o câmbio subiu 17,96%. Apenas em agosto, o dólar registrou aumento de 5,85%.

Pela manhã, o Banco Central vendeu US$ 1,987 bilhão no mercado futuro para conter a alta da moeda norte-americana. Mesmo assim, a ação da autoridade monetária não surtiu efeito. A cotação chegou a cair para R$ 2,3906 por volta das 10h40, mas voltou a subir depois das 11 horas.

Desde o fim de maio, o mercado financeiro global enfrenta turbulências devido à perspectiva de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. O Fed poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos.

A instabilidade piorou depois de Ben Bernanke, presidente do Fed, ter declarado, em 19 de junho, que a instituição pode diminuir a compra de ativos até o fim do ano caso a economia americana continue a se recuperar. Se a ajuda diminuir, o volume de dólares em circulação cai, aumentando o preço da moeda em todo o mundo.

Nos últimos meses, o governo brasileiro tem adotado medidas para conter a valorização do dólar. Além de vender a moeda no mercado futuro, o Banco Central retirou parte do compulsório sobre as apostas de que o dólar vai cair e eliminou restrições de prazos para que os exportadores financiem antecipações de pagamentos.

A equipe econômica também retirou barreiras à entrada de capitais estrangeiros no país. O Ministério da Fazenda zerou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os estrangeiros que aplicam em renda fixa no Brasil. Desde outubro de 2010, a alíquota em vigor era 6%. A venda de moeda estrangeira no mercado futuro também ficou isenta de IOF.

Complicações relacionadas à desoneração da folha de pagamento

desoneração da folhaA desoneração da folha de pagamento de diversos setores da economia nacional iniciou em 2011 e cresceu gradativamente o número de setores beneficiados sendo que atualmente a nova sistemática abrange 52 setores. Contudo, ainda existem críticas à forma como o governo vem tratando o assunto. Apesar de ser positiva na maioria dos casos, consultores da Confirp Consultoria Contábil questionam situações em que ocorrem aumentos da carga tributária. “A desoneração da Folha de Pagamento Patronal é uma reivindicação antiga de todos os setores da economia nacional, pois, o valor pago de tributos pelas empresas torna muitos negócios impraticáveis. Entretanto, existem casos de clientes da Confirp que estão tendo que pagar mais tributos por causa deste projeto, principalmente, pequenos comércios e consultorias com número reduzido de empregados”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Para entender melhor, o diretor da Confirp explica que “as empresas beneficiadas pelo programa pararam de recolher os 20% sobre o salário dos funcionários, Contribuição Patronal Previdenciária (CPP), por uma contribuição a partir de 1% sobre o faturamento. Entretanto o governo não previu que companhias com poucos funcionários tinham anteriormente a tributação sobre a folha fosse reduzida, tendo uma rentabilidade maior. Assim, ao pagar uma porcentagem sobre o faturamento estes valores ficam muito maiores, tornando o programa desvantajoso. Isto também ocorre com empresas que terceirizam a fabricação dos produtos”.

Segundo os consultores da Confirp, uma opção para que o sistema fosse mais justo seria a possibilidade das empresas optarem pela forma que acreditam ser mais vantajosa, entretanto, não existe essa possibilidade.

Além disto, a Confirp também relata problemas relacionados à indefinições do governo, como ocorre com o impasse relacionado ao fim da validade da Medida Provisória 601 (que beneficiava com a desoneração empresas do varejo, construção civil, dentre outros setores), que não foi votada pelo Senado.

Para evitar que o benefício às empresas perdesse a validade, foi decidido na última hora incluir a desoneração desses setores em outra medida provisória, porém isso ocorreu muito pouco antes do prazo de recolhimento do tributo, o que prejudicou muitas empresas.

CDL Curitiba promove o Ecom 2013 e traz palestras sobre comércio eletrônico

ecomA cidade de Curitiba vai receber grandes executivos e especialistas em e-commerce, tecnologia e marketing na quarta-feira (28), durante a realização do Ecom 2013. O evento, na capital paranaense, é uma promoção da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Curitiba. As palestras e workshops são gratuitos e ocorrerão no auditório do Hotel Bourbon, no centro da cidade. “O Ecom 2013 é um evento nacional, realizado em todas as capitais do país, que tem por objetivo trazer às pequenas e médias empresas as tendências do comércio eletrônico e suas possibilidades”, explica o gestor-presidente da CDL Curitiba, André Luiz Pellizzaro.

Segundo Pellizzaro, cronograma do evento é divido em duas partes. No período da manhã, os participantes receberão palestras que mostrarão as oportunidades desta modalidade de vendas e das tecnologias disponíveis. Durante a tarde ocorrerão workshops, com especialistas e consultores, que orientarão como os empresários podem aproveitar da internet para fazer novos negócios e vender melhor.