Kraft Foods investe em embalagens

A Kraft Foods Brasil, que tem fábrica na Cidade Industrial de Curitiba, está ampliando seus investimentos em embalagens voltadas para a satisfação de demandas dos clientes. De acordo com o gerente de Compras de Embalagens da empresa, Júlio Abud, o consumidor brasileiro está mais exigente, quer um produto de vida útil longa e que satisfaça suas necessidades.

Falando aos membros do comitê de Logística da Cá¢mara Americana de Comércio, de Curitiba, o executivo citou como exemplo da nova estratégia, a mudança da embalagem do fermento em pó Royal. Segundo Abud, antes o diá¢metro da lata era pequeno e não comportava uma colher de sopa. Para facilitar a vida da dona de casa, a empresa aumentou o diá¢metro do pote.

Empresários paranaenses vão á  China

Uma nova missão comercial á  China está sendo programada pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), no peíodo de 12 a 20 de outubro. Os integrantes da missão participarão da Feira de Cantão, maior e mais tradicional feira multisetorial da China e do extremo Oriente. Visitas a Hangzhou, capital de Zhejiang – Província Irmá do Paraná – também serão realizadas.

A 102ª edição da feira deve reunir mais de 8 mil expositores de centenas de países em 15 mil estandes, que serão visitados por cerca de 190 mil pessoas.

As vagas para participação da missão á  China são limitadas e as inscrições devem ser feitas até o dia 10 de setembro pelo e-mail andre.pena@fiepr.org.br. Mais informações, pelo telefone: (41) 3271-9108.

Cresce investimento em imóveis de até R$ 100 mil

O mercado para imóveis de média e baixa renda com valor de até R$ 100 mil é o que mais está crescendo. O momento é favorável tanto para o comprador quanto para o investidor em unidades habitacionais desse preço. No caso do investidor, a rentabilidade do aluguel é bem maior do que a de um imóvel de R$ 300 mil ou mesmo de um imóvel comercial.
O vice-presidente de Lançamentos e Comercialização do Secovi, Paulo Celles, explica que o aluguel de um apartamento de até R$ 50 mil, por exemplo, é de 0,7% do valor do imóvel, ou R$ 350 ao mês. Já uma unidade de R$ 300 mil, a locação cai para algo entre 0,5% e 0,6% do valor do bem. O que o proprietário do imóvel também não pode se esquecer é que além do aluguel, ele ganha com a valorização do imóvel.

De acordo com Paulo Celles, o imóvel de menor valor traz mais resultado para o investidor, uma vez que ele é alugado mais rapidamente, pois a demanda é maior.

Mais 350 apartamentos no centro
O grupo do empresário paranaense Enio Fornea deverá colocar á  venda próximos meses, 350 apartamentos, que estão sendo construídos numa área comprada do Exército, há quatro anos, bem no centro da cidade. Os apartamentos destinados á  classe média terão duas frentes: uma para a Rua Brigadeiro Franco e outra para a Dr. Pedrosa.

Trabalhador ganhou mais este ano

O trabalhador brasileiro está com mais dinheiro no bolso. Pelo menos é o que revela o levantamento feito, pelo Sistema de Acompanhamento de Salários (SAS), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta sexta-feira. De 280 unidades de negociação salarial analisadas, 97% apresentaram reajustes equivalentes ou superiores á  inflação medida pelo INPC. Desses reajustes, 88% trouxeram ganhos reais, dos quais 40% são superiores a 1,5%.

O empenho do movimento sindical em assegurar melhores condições de remuneração ao trabalhador é apontado como uma das causas do bom resultado das negociações salariais.

Indústria concedeu os melhores reajustes

Entre os setores econômicos, a situação mais favorável é a da indústria, onde 93% das negociações salariais realizadas nos primeiros seis meses do ano resultaram em aumentos reais (acima da inflação) e menos de 1% ficou abaixo da variação do INPC. Nos serviços, estes percentuais corresponderam a 85% e 3%, respectivamente e, no comércio, a 82% e 7%..