Como uma empresa pode motivar sua equipe de vendas sem fazer grandes investimentos

Entre os pontos fundamentais para que uma empresa alcance os resultados financeiros desejados é ter uma equipe de vendas afinada e acima de tudo motivada.  Para as empresas que estão com dificuldades para motivar os funcionários que trabalham no setor vendas e, como consequência, estão vendo seu faturamento cair ou não aumentar da forma desejada, é hora de mudar a estratégia.

Eu conversei com alguns especialistas na área de vendas e eles me passaram algumas dicas de como motivar as equipes de vendas. A primeira atitude a ser tomada é criar um plano de vendas semanal ou mensal para ser atingido, que inclua o valor, volume e metas individuais. Em seguida, a empresa deve incentivar financeiramente seus vendedores. O empresário deve partir da ideia que é muito melhor vender mais e a empresa ganhar 90% do lucro, por exemplo, do que vender bem menos e ganhar 100%. Se possível, a equipe deve ser surpreendida com incentivos extras, depois que as metas propostas forem atingidas.

Os empresários ou gerentes devem sempre se colocar  à disposição da sua equipe de vendas para que possam ser informados das preocupações ou dos objetivos atingidos ou não.

Outro ponto fundamental é criar um ambiente propício ao desenvolvimento pessoal e profissional de seu colaborador,  visando reter talentos. Por isso é importante investir em programas de treinamentos técnicos, propiciando o desenvolvimento profissional e geral, abordando assuntos que envolvam relações pessoais, gerenciamento do tempo e do stress, relacionamento familiar e qualidade de vida. Não adianta investir fortunas em treinamentos sendo que quando se forma um bom vendedor, perde-se ele para a concorrência, tendo que novamente começar a treinar outro colaborador. O mais difícil não é formar talentos, mas mantê-los. E para isso o ambiente tem que ser propício.

O empresário deve dar um feeback regular aos membros de sua equipe de vendas sobre o desempenho pessoal e áreas que precisam de ser melhoradas. É importante fazer pequenas reuniões semanais ou mensais com cada um dos membros para discutir os seus pontos fortes e fracos, quando são criadas novas metas ou se é necessário melhorar para alcançar os objetivos traçados.

Um tempo para a saúde

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Jornale

Apenas 6% das indústrias do Paraná perderam competitividade

Não basta apenas produzir bons produtos para ganhar o mercado. Além da qualidade, as empresas têm que ser competitivas. A XII Sondagem Industrial realizada recentemente pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) com indústrias das diversas regiões do Estado revelou que 45,49% das empresas estão se mantendo competitivas, 48,38% estão ganhando competitividade e apenas 6,13% perderam competitividade em 2007.Estes números são bastante expressivos quando comparados com uma pesquisa semelhante realizada no ano de 1996. Nos dois primeiros anos do Plano Real, apenas 5,35% das indústrias paranaenses se diziam competitivas e 43,8% afirmavam ter perdido a competitividade.

Carga tributária elevada é a maior vilá das indústrias

Apesar dos ganhos de produtividade obtidos nos últimos anos, o empresariado do Paraná aponta vários empecilhos para enfrentar a concorrência no mercado interno e externo. A pesquisa da Fiep mostra que 81,82% dos industriais ouvidos afirmaram que a carga tributária elevada é a maior vilá para enfrentar a concorrência. Outros fatores que também pesam são encargos sociais elevados com 69,52%, custo financeiro alto com 36,54% e custo elevado de fabricação com 23,53%.

FGTS financia imóveis até R$ 350 mil

Nesta quarta-feira (2), entram em vigor as novas regras para o financiamento de imóveis com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Se o setor da construção civil comemorou os resultados de 2007, com as novas regras, 2008 promete ser ainda melhor.

O valor do financiamento dos imóveis que era de até R$ 130 mil passa agora para R$ 350 mil. E quem tem renda superior a R$ 4,9 mil agora também pode participar do programa. As parcelas do empréstimo poderão ser pagas em até 30 anos, com juros de 8,66% ao ano. Ou seja, uma taxa inferior aos financiamentos realizados com recursos da poupança que variam de 9% até 12% ao ano.