Presentes de final de ano: um alerta às regras de compliance nas empresas

Antonio Carlos Hencsey.

A troca de presentes e entretenimento pode fortalecer as relações comerciais, mas por outro lado o envio de regalos e divertimentos, como jantares e idas a shows ou peças teatrais, podem criar, ou aparentar, influências inadequadas no ambiente de trabalho. Todo cuidado é pouco ao receber mimos do parceiro ou fornecedor, uma prática muito comum que ocorre agora, principalmente, durante as festas de fim de ano. Tudo porque o recebimento de gratificações tem grades chances de ser visto como propinas, capazes de manchar a reputação e destoar as disposições do código de normas e condutas éticas da companhia.

É importante ressaltar que itens promocionais de baixo valor, tais como canetas, calendários, blocos de anotações ou outros brindes menores, que normalmente possuem a logomarca da empresa, não se encaixam na categoria de gratificação indevida. Aqui é falado de presentes de alto valor, que superam as cifras de 150 reais e que podem influenciar a objetividade do presenteado quando for tomar uma decisão comercial.

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Alerta: Natal é tempo de fraudes no e-commerce

 

Rafael Bissi.

A Black Friday terminou com cifras bem positivas, arrecadando R$ 2,1 bilhões para o e-commerce brasileiro em 2017, um aumento de 10,3% nem relação ao ano passado, segundo números divulgados pelo E-Bit. Para o Natal, o varejo virtual tem a expectativa positiva de movimentar R$ 51,2 bilhões com um percentual de 40% de pessoas que devem comprar pela internet, conforme prevê a pesquisa do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito).

Com um grande fluxo de dinheiro percorrendo nos sistemas das lojas online nesta época do ano, as fraudes indetectáveis na internet também se ampliam em torno dos e-commerces. Para se ter uma ideia, um estudo da ClearSale apontou um aumento de 51% nas tentativas de fraude nesta Black Friday. No Natal, esta métrica poderá aumentar, já que este tipo de ato infelizmente se tornou comum na web.

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O desafio da produtividade para o crescimento

Carlos Rodolfo Schneider.

Em algumas das últimas décadas do século passado, tínhamos carga tributária razoável (até 25% do PIB), poupança interna menos defasada, crescimento da produtividade e taxa de investimento adequadas, o que nos permitiu por vários anos sermos um dos países de maior crescimento no mundo. Nos últimos tempos, todavia, temos apresentado taxas de crescimento decepcionantes, aparentemente presos no que se convencionou chamar de armadilha de renda média. Essa armadilha, contudo, tem explicações.

Pesquisa feita pelo professor Fernando Veloso do IBRE/FGV constatou que, de 1950 a 1980, a produtividade no Brasil cresceu em média 3,5% ao ano, taxa que caiu para 0,5% a partir de 1980 e para (-) 0,3% a partir de 2010. Certamente a principal causa dessa queda de produtividade é o crescente processo de transferência de riqueza do setor privado, incluindo famílias, para o setor público no período.

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Com atitudes simples de gestão é possível aumentar o ticket médio das lojas

O ticket médio dos clientes é um indicador sólido do rendimento de uma loja. Por isso, o objetivo de qualquer lojista é aumentar esse indicador o máximo possível. Por exemplo: se o total das compras de 300 clientes resultar no valor de R$ 150 mil, o ticket médio da loja será de R$ 500. Agora, se o ticket médio aumentar para a mesma quantidade de clientes, as vendas aumentarão também.

A verdade é que os lojistas em geral têm feito muitos esforços e gastado dinheiro para atrair os consumidores com reformas e decorações dispendiosas, que acabam pesando no orçamento. Porém, estes mesmos lojistas estão se esquecendo que atitudes simples de gestão podem agregar valor ao negócio, como as estratégias para aumentar o ticket médio.

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Proprietários do maior restaurante de comida brasileira nos EUA dão dicas de como melhorar a comunicação entre sócios

Alex Alencar e Leo Charamba.

O grande volume de demandas do dia a dia, problemas econômicos que eventualmente surgem e ruídos na comunicação podem estremecer a relação entre sócios de um negocio. Entretanto, quando a falta de respeito e o ego tomam conta, as chances de todo um trabalho vir por água abaixo é grande. Para Alex Alencar, proprietário do Camila’s Restaurant, a comunicação com o seu sócio, Leo Charamba, é um exemplo de convivência com blindagem na parceria. “Eu e o Leo passamos muito tempo juntos, em diversos momentos, por isso, os nossos laços são ótimos e conseguimos conduzir a parceria tranquilamente o Camila’s juntos”, diz Alencar.

Os dois compraram o restaurante em 2013 quando o antigo dono lhes fez uma proposta, após analisar o bom trabalho que a dupla atuou no estabelecimento durante anos. “Como o Manoel (Briote) ficava no Brasil e só vinha aos EUA na época da alta temporada, quem praticamente comandava o Camila’s no restante do ano era o Leo e eu”, explica Alencar.

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