FAE: Por que o melhor ensino privado de economia do Paraná?

Gilmar Mendes Lourenço.

No ano em que completa sessenta anos, o Curso de Economia da FAE, o terceiro mais antigo do Paraná, tendo surgido depois dos congêneres da Fundação de Estudos Sociais do Paraná (FESP) e Universidade Federal do Paraná (UFPR), obteve novamente, em setembro de 2017, a primeira colocação entre as instituições privadas de educação superior do Estado, de acordo com os scores divulgados pelo Ranking Universitário do Jornal Folha de São Paulo (RUF).

Trata-se de criteriosa investigação, empreendida por aquele conceituado veículo de comunicação nacional, no intervalo de tempo compreendido entre 2012 e 2017, a partir da tabulação de informações oriundas de sondagens eminentemente qualitativas, baseadas em apreciações técnicas efetuadas por professores avaliadores, credenciados pelo Ministério da Educação, e consultas junto a profissionais do meio empresarial.

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Brasil: retrato da economia real em 2017

Gilmar Mendes Lourenço.

O rompimento da barreira dos 75 mil pontos pelo Ibovespa, no mês de setembro de 2017, motivado pela conjugação entre descida dos juros, perspectiva de privatização da Eletrobrás e apostas no equacionamento do imbróglio político, por ocasião das eleições de 2018, seria indicativo de que, ao menos na economia, o pior já teria ficado para trás no Brasil.

No entanto, é preciso cautela para não tropeçar em armadilhas e confundir eventos ou episódios desprovidos de fundamentação com a conformação de um ciclo de retomada robusta dos negócios. Até porque, as cotações médias das ações registradas nos tempos atuais equivalem a menos da metade daquelas constatadas nos tempos das vacas gordas de 2008, quando o País havia recuperado o grau de investimento conferido pelas agências internacionais de classificação de risco. No front real, há indícios de morosa reposição das perdas ocasionadas pela conjuntura recessiva prevalecente entre abril de 2014 e março de 2017, consequência da queda da inflação, dos juros e do desemprego.

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Tudo pelo cliente

Paulo Camargo.

Muitas pessoas me perguntam como é o meu dia a dia, como é administrar uma das marcas mais valiosas e admiradas do Brasil. Posso dizer, sem falsa modéstia, que o título de presidente é uma convenção e que o dia a dia é entregue pelos 50 mil funcionários do sistema McDonald’s, sete dias por semana, 24 horas por dia. Sem eles, minhas teorias, cálculos e promessas feitas diariamente não saem do papel. E o objetivo é um só: satisfazer nossos mais de 2 milhões de Clientes, que a cada dia, visitam os mais de 900 restaurantes da rede.

Quando um Consumidor entra em um de nossos restaurantes, seja pela conveniência de uma refeição preparada com qualidade e rapidez, ou para uma reunião em família, nos finais de semana, a expectativa é uma só: ser bem atendido. Isso parece simples, mas envolve uma série de engrenagens que funcionam como um relógio, desde o momento em que abrimos as portas ao público.

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Cinco passos para lidar com a crise de imagem na empresa

Egton Pajaro.

A reputação é o real sentido da existência de um nome/marca, construído ao longo de toda a sua história bem-sucedida. Mas nenhuma empresa, por mais sólida, ética e responsável que seja, está livre de ter uma crise de imagem. Com a velocidade da informação dos dias atuais proporcionado pela tecnologia da comunicação, isso é ainda mais crítico hoje.

Nos últimos anos o modelo de registro, divulgação e acesso à informação foi reestabelecido e profundamente transfigurado. Me refiro à internet, especialmente os sites de busca como Google, Yahoo e etc., onde após registradas, as informações não têm prazo de validade e se mantêm vivas e renovadas dependendo do volume em que são acessadas. Então, caso uma crise assim aconteça, como lidar com ela?

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Sorria, você está sendo transformado

Laércio Cosentino.

A tecnologia está ditando uma nova maneira de se fazer negócios, desbancando indústrias antigas e mudando setores inteiros de mercado. É a transformação digital, que atinge todas as empresas, de todos os setores. Para mim, o que motivou essa revolução, impulsionada pela tecnologia, foi antes de tudo o desejo das pessoas de compartilharem informações de forma colaborativa e conectada.

A sociedade decidiu se conectar e esse comportamento mudou como as pessoas passaram a consumir serviços e produtos, com a possibilidade de fazer isso de qualquer lugar, em qualquer hora. Esse movimento foi o gatilho para o mercado corporativo, que, agora, precisa se adaptar e não pode mais focar só no seu core business, mas também na decisão sobre com qual tecnologia vai entregar o seu produto ou serviço.

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