Vida financeira: cigarra ou formiga?

Tatiana Schuchovsky Reichmann.

Entre o prazer imediato e o planejamento a longo prazo, em geral, nós brasileiros preferimos o primeiro. Historicamente, nos acostumamos a ser a cigarra e não a formiga da fábula que mostra os prós e os contras de quem se organiza para o inverno e de quem prefere curtir o verão sem pensar no futuro próximo.

Esse comportamento pode ser explicado pela inflação altíssima das décadas de 1980 e 1990, que nos ensinaram a consumir tudo o quanto antes, para que o dinheiro não perdesse valor diante dos aumentos vertiginosos de preço. Fazemos isso até hoje, quando assinamos contratos de financiamento de imóveis para pegar as chaves na hora. O que não vemos é que, com os juros e taxas inclusas no contrato, seria possível pagar pelo menos duas vezes o valor original do imóvel, se não mais.

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Estamos dispostos a negócios disruptivos?

Ricardo Nogueira.

Não há revolução industrial que possa prescindir da melhoria contínua da qualidade do produto com redução de custo. Essa ideia simplifica o horizonte de toda e qualquer organização seja qual for o cenário econômico, e expõe o que talvez seja o maior desafio atual ante a velocidade e a quantidade de mudanças dos mercados: o modo de fazer as coisas mudou e sobressair na ilimitada era digital dependerá de nossas escolhas.

Passado o primeiro susto com a novidade de que a expressão pensar fora da caixa já envelheceu, uma das poucas certezas no mundo corporativo está no fato de que as crises são um chamado para a inovação. Isso posto, diga-se de passagem que a redução dos recursos humanos nas empresas pode ser a forma mais rápida de cortar custos, mas está longe de ser a mais eficiente.

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7 orientações para se tornar um líder em 2018

Celso Bazzola.

líder dentro de uma organização torna-se o ponto de equilíbrio e peça-chave para fazer a diferença e buscar resultados. Esse deve, mais que todos, acreditar no potencial da empresa e de sua equipe. Contudo, infelizmente podemos notar nas empresas muito bons profissionais que são alçados ao papel de líderes, mas, por inabilidade ou despreparo não conseguem desenvolver esse papel adequadamente, o que causa muitos problemas em relação a clima e resultados.

Mas, nem toda pessoa nasce um líder e existem características de lideranças que devem ser identificadas e potencializadas. Desenvolver essas competências torna-se fundamental para o sucesso de um líder, resultado da empresa e aumento de sua capacidade de empregabilidade. Podemos destacar alguns pontos fundamentais para atingir este objetivo:

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Como a telefonia pode ajudar a abrir um negócio?

Robson Costa

A crise está passando aos poucos e ainda assim é difícil para muitas pessoas tornarem o sonho de ter o seu próprio negócio, uma realidade. Dificil, porém não impossível. Abrir o próprio negócio é uma alternativa viável para se colocar em prática uma nova visão de futuro, é até mesmo uma oportunidade para aqueles que ficaram desempregados com a crise e pensaram em novas ideias – mesmo que pequenas – de sobrevivência. Afinal, está na hora de pensar em 2018!

Seja ele online ou físico, externo ou home office, de pequeno, médio ou grande porte, a telefonia pode e deve auxiliar em todos os processos, principalmente no de conquistar e manter clientes – na sua estrutura e no relacionamento que mantêm com essas pessoas ou empresas. Alguns fatores inclusive são de grande importância para os negócios que estão começando. Algo muito básico e que pode parecer até um pouco bobo como um número de fácil memorização pode influenciar diretamente nos negócios.

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Relações familiares e sua interferência nos negócios da empresa

Monique de Souza Pereira.

Gerenciar uma empresa familiar não é tarefa fácil, principalmente quando as relações familiares acabam interferindo diretamente sobre os negócios. Situações cotidianas das famílias como casamento, nascimento, criação e educação dos filhos, casais de meia-idade e o envelhecimento de seus membros normalmente influenciam no desempenho das empresas. De forma geral, a maioria das empresas familiares passa por quatro estágios sequenciais, regidos pelo envelhecimento biológico de seus membros.

No primeiro estágio da jovem família empresária, o aspecto pessoal é marcado pelo casamento e pelos primeiros anos de vida dos filhos. Nessa fase, fará parte dos planos

Nelson Luiz Oliveira.

do casal iniciar uma atividade empresarial, de forma que tempo, energia e dinheiro poderão ser escassos, o que exigirá muito esforço de ambos para que o negócio se desenvolva. Dessa forma, embora o cenário esteja mudando, antigamente era comum o casal dividir as tarefas, cabendo ao marido desbravar e desenvolver o negócio familiar com o objetivo de alcançar segurança financeira e, à esposa, se dedicar à administração do lar e à rotina de criação dos filhos. Hoje, observando empresas que estão em fase de transição entre 1ª e 2ª geração, ainda é possível observar esse modelo, embora existam também muitos exemplos de casais que empreenderam juntos, mas tiveram pouco tempo para acompanhar o desenvolvimento e crescimento dos filhos.

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