Monitor do PIB aponta crescimento de 0,3% da economia no primeiro trimestre

O Monitor do PIB-FGV mostra resultados divergentes para o desempenho da economia no primeiro trimestre. Enquanto a economia apresentou crescimento de 0,3%, na taxa trimestral ajustada sazonalmente, com tendência de alta, a taxa trimestral interanual da atividade econômica cresceu 0,9% com trajetória de queda.

A economia continua apresentando crescimento no primeiro trimestre de 2018, invertendo a trajetória declinante observada até o quarto trimestre de 2017, de acordo com a série com ajuste sazonal. Por sua vez, na comparação interanual, o crescimento do primeiro trimestre é menor do que o crescimento dos trimestres anteriores. Na comparação trimestral interanual desagregada, a agropecuária, após ter apresentado desempenho significativo em 2017, encerrou o primeiro trimestre de 2018 com retração. Já a indústria e serviços, apesar de apresentarem crescimento, estão com taxas menores que as anteriores, bem como os componentes de consumo das famílias e formação bruta de capital fixo, alertando para uma tendência de desaceleração. “, afirma Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV.

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Abertas inscrições para participar da pesquisa “Valorização dos ativos na retomada econômica”

Diante dos esforços das empresas para aprimorarem a sua gestão em um ambiente de negócios competitivo, a Deloitte e o Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) abrem inscrições para participação na pesquisa “Valorização dos Ativos na Retomada Econômica”, cujos resultados proporcionarão uma análise sobre as principais lições aprendidas na valorização dos ativos pela ótica das empresas, dos investidores e dos profissionais de relações com investidores.

A pesquisa, em formato de questionário eletrônico, pode ser acessada por no link http://pesquisa.deloitte.com.br/SurveyServer/s/research/reorgibri2018 até o dia 5 de maio. O questionário deve ser respondido por executivos gestores, investidores ou profissionais de relação com investidores.

Monitor do PIB aponta crescimento de 0,6% no trimestre

O Monitor do PIB-FGV, mais uma vez, aponta crescimento da economia: todos os indicadores (mensal, trimestral, acumulado de doze meses) são positivos, em fevereiro, quando a comparação é feita em relação ao ano passado. Também na série ajustada sazonalmente, no trimestre móvel findo em fevereiro, a variação foi positiva em 0,6%, em comparação ao trimestre móvel findo em novembro de 2017. Entretanto, na comparação mensal, realizada na série com ajuste sazonal, o Monitor do PIB-FGV sinaliza que o PIB retraiu 0,3% em fevereiro, quando comparado ao mês de janeiro.

“A economia continua apresentando crescimento em fevereiro: Mais uma vez todos os indicadores apresentaram taxas superiores àquelas observadas em 2017. Mesmo na série dessazonalizada, a economia apresenta crescimento, quando a comparação é trimestral. Quando a comparação é feita na série mensal dessazonalizada, a economia apresenta retração de 0,3%, na comparação de fevereiro com janeiro, apesar disso, as taxas de crescimento de fevereiro são menores do que as divulgadas em janeiro, o que pode significar perda de fôlego da recuperação cíclica.”, afirma Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV.

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Projeções do FMI indicam crescimento da economia brasileira

Marcel Balassiano, pesquisador do FGV IBRE.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou nesta terça (17) seu relatório semestral do panorama da economia mundial (World Economic Outlook), além de projeções para algumas variáveis econômicas até 2023. O Fundo projeta um crescimento este ano para o Brasil de 2,3%, abaixo das projeções do FGV IBRE, divulgadas no último Boletim Macro, e da mediana das expectativas do mercado do boletim Focus, ambos em 2,8%. Para o pesquisador da área de Economia Aplicada do FGV IBRE, Marcel Balassiano, apesar de um pouco conservadora, a estimativa do FMI indicou melhora na economia do país.

“Em outubro passado, o FMI previa um crescimento de 1,5% para o Brasil. A projeção de janeiro passou para 1,9%, e agora está em 2,3%. Ou seja, a tendência é de alta, mostra sinais de recuperação da economia. Para 2019, o FMI prevê um crescimento de 2,5%, acima da projeção de janeiro (2,1%). A mediana do boletim Focus para o ano que vem está em 3,0%”, detalhou Balassiano.

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Principal preocupação dos CFOs latino-americanos é a incerteza econômica

A principal preocupação dos CFOs (diretor financeiro) latino-americanos é a incerteza econômico. De acordo com a pesquisa realizada pela Duke University em parceria com o Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGVCEF).Em seguida, aparecem receios com: a fraca demanda para produtos/serviços; políticas governamentais; produtividade do empregado; requerimentos regulatórios e custo do capital emprestado.

O estudo revela ainda que o otimismo com os negócios dos CFOs latino-americanos cresceu desde o último semestre e que os brasileiros são os terceiros mais otimistas.

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