Projeções do FMI indicam crescimento da economia brasileira

Marcel Balassiano, pesquisador do FGV IBRE.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou nesta terça (17) seu relatório semestral do panorama da economia mundial (World Economic Outlook), além de projeções para algumas variáveis econômicas até 2023. O Fundo projeta um crescimento este ano para o Brasil de 2,3%, abaixo das projeções do FGV IBRE, divulgadas no último Boletim Macro, e da mediana das expectativas do mercado do boletim Focus, ambos em 2,8%. Para o pesquisador da área de Economia Aplicada do FGV IBRE, Marcel Balassiano, apesar de um pouco conservadora, a estimativa do FMI indicou melhora na economia do país.

“Em outubro passado, o FMI previa um crescimento de 1,5% para o Brasil. A projeção de janeiro passou para 1,9%, e agora está em 2,3%. Ou seja, a tendência é de alta, mostra sinais de recuperação da economia. Para 2019, o FMI prevê um crescimento de 2,5%, acima da projeção de janeiro (2,1%). A mediana do boletim Focus para o ano que vem está em 3,0%”, detalhou Balassiano.

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Principal preocupação dos CFOs latino-americanos é a incerteza econômica

A principal preocupação dos CFOs (diretor financeiro) latino-americanos é a incerteza econômico. De acordo com a pesquisa realizada pela Duke University em parceria com o Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGVCEF).Em seguida, aparecem receios com: a fraca demanda para produtos/serviços; políticas governamentais; produtividade do empregado; requerimentos regulatórios e custo do capital emprestado.

O estudo revela ainda que o otimismo com os negócios dos CFOs latino-americanos cresceu desde o último semestre e que os brasileiros são os terceiros mais otimistas.

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Brasil inicia novo ciclo, alerta economista

Salete Lemos: poucos empresários estão afinados com este momento.

Em palestra realizada na Mercosuper 2018 – 37ª Feira e Convenção Paranaense de Supermercados, neste dia 11 de abril, a jornalista econômica Salette Lemos alertou que o Brasil já iniciou um novo ciclo. Para ela, não é mais possível voltar aos tempos já vividos anteriormente e nem resgatar o que existia antes. “Passamos por um brutal processo de mudança e se não mudarmos a todo o momento não vamos atingir a sustentabilidade. O grande desafio é o da mudança, pois não existe mais volta, apenas o novo e onde ele vai dar depende de nós”, destaca.

Salette iniciou a sua palestra falando sobre a facilidade em acessar informação hoje em dia e que o empresário precisa saber usar o que tem disponível. Segundo ela, o consumidor mudou o seu jeito de comprar e o empresário precisa estar atento a isso. “O novo consumidor não prioriza preço em detrimento de qualidade, pois é muito difícil recomprar as coisas”.

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Indicador de Incerteza da Economia avança

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas subiu 5,2 pontos entre fevereiro e março de 2018, ao passar de 102,5 pontos para 107,7 pontos. “A alta do IIE-BR em março mostra que convergência do IIE-BR para a média histórica observada no início do ano era um evento atípico e passageiro, fruto de acontecimentos como o Carnaval, a percepção de melhora do ambiente econômico doméstico, a relativa calma no front político e da intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro. Sem um encaminhamento da questão fiscal e com o cenário incerto para as eleições presidenciais de 2018, a tendência é que o Indicador de Incerteza continue oscilando próximo ao patamar de 110 pontos”, afirma o economista Pedro Costa Ferreira, da FGV IBRE.

O avanço do IIE-Br em março de 2018 foi determinado pelos componentes mídia e expectativa. O componente de Mídia subiu 6,1 pontos, contribuindo com 5,4 pontos para o avanço do índice geral no mês; o IIE-Br expectativa subiu 1,9 ponto, exercendo uma contribuição de 0,4 ponto para o índice agregado. Já o IIE-Br mercado recuou 4,4 pontos, colaborando para conter a alta do Indicador de Incerteza, com influência de -0,6 ponto.

BC projeta crescimento de 2,89% para PIB em 2018

Divulgado nesta segunda-feira (26), pelo Banco Central (BC), o boletim Focus, apontou divergências na projeção dos analistas do mercado financeiro para o desempenho da economia brasileira em 2018 e 2019. A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional para 2018 ficou em 2,89%. Já para 2019, o prognóstico do PIB permaneceu em 3,00%. Contudo, a aposta para a Selic em 2018 ficou em 6,50%, e para 2019, a taxa permaneceu em 8,00%. A estimativa de inflação deste ano (IPCA) recuou para 3,57%. Já para 2019, a taxa ficou em 4,10%.

A expectativa para o crescimento da produção industrial neste ano recuou para 3,97%. Para o ano seguinte, a expectativa ficou em 3,50%. A previsão para a taxa de câmbio em 2018 ficou em R$ 3,30. Para 2019 a taxa ficou em R$ 3,39.

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