Empresa de reciclagem de alumínio é um negócio rentável e tem amplo mercado de comercialização

O processo de reciclagem do alumínio é bastante praticado no Brasil, uma vez que 98% de todas as latas de alumínio são recicladas, principalmente por cooperativas e catadores de lixo, segundo dados da associação Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre). O alumínio é um material atraente para o mercado de reciclagem devido ao seu preço elevado. Eu fiz uma pesquisa e constatei que o quilo de alumínio reciclado custa em média R$ 3,50. Para efeito de comparação, o quilo do papel branco custa R$ 0,20 e o quilo de garrafas PET varia entre R$ 0,70 e R$ 1,30.

A reciclagem de alumínio é o processo pelo qual o metal pode ser reutilizado em determinados produtos. O processo resume-se no seu derretimento, que é muito menos dispendioso e consome menos energia do que produzir o alumínio por meio da bauxita. A extração e o refino deste minério requerem enormes gastos de eletricidade, enquanto a reciclagem requer apenas 5% da energia para produzi-lo. Já o mercado de comercialização é amplo, uma vez que o alumínio é encontrado em diferentes formas e usos que vão desde um simples utensílio doméstico a produtos da linha branca. O alumínio reciclado pode ser obtido a partir de esquadrias de janelas, componentes automotivos, eletrodomésticos, latas de bebidas, entre outros. Outro item importante é que a reciclagem não danifica a estrutura do metal, que ainda pode ser reciclado infinitamente e reutilizado na produção de qualquer produto com o mesmo nível de qualidade do alumínio recém-produzido por mineração.

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Sacolões passam por mudanças nos últimos anos e diversificam produtos para atrair novos tipos de consumidores

O empreendedor de um sacolão deve estar atento à concorrência.

Os sacolões surgiram na década de 70 no estado de Minas Gerais e o seu sistema de vendas consistia basicamente em negociar diversos produtos por um preço único. O cliente colocava os produtos que desejava em uma sacola e pesava-os juntos. Por isso, a origem do termo “Sacolão”. Mas foi a partir da década de 80, que os sacolões receberam um impulso do poder público através das Ceasas, que forneciam todo tipo de assistência técnica e estimularam sua expansão. Já os sacolões de hoje são diferentes. A maioria não tem ligação com o governo ou com as Ceasas e funcionam como comércios exclusivamente de cunho privado. Muitos desses negócios praticam a estratégia de vender diversos produtos por um preço único, e atendem em sua maioria, o público das classes B e C. Porém, existem sacolões que atendem apenas as classes menos privilegiadas, oferecendo produtos de baixo custo.

Já as novas tendências de mercado apontam para um perfil de sacolões que, além de oferecerem os produtos tradicionais , incluem em seu mix produtos orgânicos e da linha gourmet, além de agregarem em sua estrutura açougue e uma pequena mercearia com itens básicos de consumo.

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Diante da boa demanda, o mercado de serviços de pequenas obras para a construção civil surge como uma boa opção para empreender neste momento

Apesar da grande demanda, as atividades formalizadas de reparos de imóveis residenciais ou comerciais ainda são difíceis de serem encontradas. Isto ocorre porque o trabalho informal ainda predomina, com atendimentos realizados por pessoas que, em geral, não possuem especialização e não legalizam o seu pequeno negócio. Para atender um público cada vez mais exigente e residências mais sofisticadas, existe uma oferta pequena de serviços regulares e especializados. O mesmo ocorre com as demandas de empresas em geral, que precisam fazer melhorias, ajustes e adaptações em seus espaços. Mas, o que se vê é o atendimento por pessoas que se dizem capazes de realizar serviços diversos, mas que na prática não demonstram competência.

Também o que se observa é que mesmo o profissional especializado normalmente soluciona questões dirigidas apenas para uma das áreas. Por exemplo: se é eletricista, faz apenas consertos e instalações elétricas, se é pedreiro, executa somente obras de edificações em imóveis. Já o empreendedor de uma empresa de serviços de pequenas obras para a construção civil poderá se especializar em segmentos específicos, como residencial, comercial, industrial, ou atender a mais de um, dependendo das condições da empresa. Poderão ser executados ainda serviços de substituição de esquadrias, recuperação de pedras, restauração e vedação de fachadas, manutenção preventiva ou corretiva, serviços de encanador, eletricista, serralheiro e muitas outras obras afins.

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Negócios com bolsas e calçados estão em alta e chegam a ser mais lucrativos do que lojas de confecções

. Lojas de bolsas e calçados costumam estar localizadas na mesma vizinhança das lojas de roupas e acessórios.

Uma loja de bolsas e calçados é um bom negócio, e em muitos casos chega a ser mais lucrativo do que uma loja de confecções. A justificativa de consultores de varejo é que a tendência das mulheres é investir bem mais na compra de acessórios do que em roupas e muito mais ainda do que na aquisição de eletrônicos. Porém, o ideal é que o empreendedor antes de montar a sua empresa, faça um plano de negócios, de forma a investir corretamente o seu capital inicial e entrar com mais segurança no empreendimento.

É importante saber que existem no mercado três tipos de lojas de bolsas e calçados; A loja multimarcas, que oferece todo tipo de marca de bolsas e sapatos aos clientes; a loja de franquias que negocia apenas as marcas exclusivas e a loja de fábrica que oferece o produto da própria confecção. Outro ponto importante a ser considerado é que a indústria brasileira de calçados e bolsas possui uma grande vantagem em relação a outros países, que é a existência de uma forte e consolidada indústria de couros, que é a principal matéria-prima na confecção destes produtos. Porém, é importante ressaltar, que existem também vários curtumes artesanais, sem qualquer registro formal, com a produção voltada, basicamente, para os mercados regionais de calçados rústicos e artesanatos.

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Crescimento do número de diabéticos, celíacos e hipertensos favorece mercado de produtos especializados

Com R$ 50 mil é possível abrir uma pequena loja especializada em produtos para diabéticos e celíacos.

O mercado de produtos para diabéticos, celíacos e hipertensos é amplo e está em franco crescimento. E não é para menos, já que 31% da população brasileira, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) possuem algum tipo de doença crônica, como, por exemplo, hipertensão e diabetes. No caso dos celíacos, um em cada mil pessoas sofre desse mal, o que representa nada menos do que 200 mil brasileiros. Já os hipertensos com mais de 40 anos totalizam no País 20 milhões de pessoas.

Neste sentido, com o objetivo de proporcionar maior comodidade ao dia-a-dia dessa parcela da população, surgiram nos últimos anos, as lojas especializadas na oferta de diversos produtos e serviços para diabéticos, celíacos e também para hipertensos. A ideia principal deste tipo de negócio é oferecer conveniência a essas pessoas, que enfrentam muita dificuldade para encontrar alimentos saborosos e produtos adequados às suas condições de saúde. No entanto, o sucesso do negócio não reside apenas na disponibilização de produtos especializados, mas também na oferta de um atendimento personalizado que auxilie o cliente a encontrar uma solução satisfatória para o seu desconforto.

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