Apesar de concorrido, mercado de uniformes profissionais apresenta uma boa demanda e exige baixo investimento para começar o negócio

As empresas têm procurado cada vez mais a utilização de uniformes devido à boa imagem de profissionalismo que a padronização proporciona. Além do mais, o uso do uniforme é muitas vezes incentivado pelos próprios colaboradores, devido à sua praticidade. Os uniformes podem ser confeccionados para os mais diversos setores, como construção civil, companhias aéreas, transportes, hospitais, frigoríficos, indústrias, hotéis, laboratórios, lojas comerciais em geral e até mesmo escritórios. Tal pulverização se configura como uma boa oportunidade para que as confecções de uniformes possam se especializar em determinados setores.

Para que se tenha uma ideia clara do tamanho de mercado é preciso definir qual o foco de atuação do negócio. Por exemplo, uma confecção que quer se especializar em uniformes para a indústria deve saber que a maior parte de seus clientes estão localizados em zonas industriais. Vale ressaltar que nas indústrias, geralmente, as renovações nos desenhos de uniformes ocorrem em prazos médios de um ano. Já em outros segmentos, como companhias aéreas, o prazo pode ser bem maior, de acordo com as estratégias de marketing adotadas.

Quanto à localização do negócio, é necessário em primeiro lugar definir o público que se pretende atingir, possibilitando dessa forma a redução de custos com transporte. Também é necessário pensar na forma como a matéria-prima chegará ao local e como o produto acabado será distribuído, considerando sempre se a infraestrutura viária do local é adequada. Outro fator importante para a definição do local é referente ao ruído causado pelas máquinas de costura e movimentação de veículos na carga e descarga de matéria-prima e produtos acabados.

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Após programa gratuito de empoderamento e geração de renda, mulheres da periferia de Curitiba abrem negócio próprio

Dez novas empresas lideradas por mulheres estão nascendo no bairro Borda do Campo, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba. Por meio do Programa Voar, desenvolvido pela Amarílis – Conectando Possibilidades, 24 mulheres em situação de vulnerabilidade social participaram de uma série de vivências de autoconhecimento e escolha de possibilidades de futuro. Nesta primeira edição do projeto, 10 empresas idealizadas por elas foram criadas, fomentando o empreendedorismo feminino e a geração de renda em comunidades periféricas de Curitiba.

Para o projeto piloto, realizado em parceira com a Associação de Amigos e Mulheres Solidárias – Ames, foram selecionadas mulheres com renda familiar per capita de até R$ 440,00 mensais. A idade média das participantes é 45 anos. A turma é formada por maioria de mães com mais de dois filhos; que dividem o lar com quatro pessoas com renda familiar total de R$ 1.154,00 mensais. Entre as ideias encabeçadas pelas novas empreendedoras estão serviços de organização e cerimonial de eventos, manutenção em residências, serviços de babá, cuidadora de idosos, banho e tosa de animais domésticos, lembrancinhas personalizadas, bolos e doces finos e serviços de costura.

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Burocracia no país é o que mais impacta a performance dos municípios em Índice de Cidades Empreendedoras 2017

Enquanto países vizinhos como México conseguem abrir uma empresa (com todas as licenças, alvarás e registros necessários) em menos de 10 dias, no Brasil o mesmo não acontece. Aqui, os empresários precisam esperar, na média das principais cidades, 62 dias para operar legalmente – são 20 dias em Cuiabá, melhor cidade nesse quesito, mas o tempo pode chegar a 163 dias úteis em municípios como Porto Alegre. O dado é da edição 2017 do Índice de Cidades Empreendedoras (ICE), que avaliou a fundo o “ambiente regulatório” de 32 cidades brasileiras, além de analisar ainda outros 6 pilares que mais impactam a vida do empreendedor: “acesso a capital”, “mercado”, “infraestrutura”, “inovação”, “capital humano” e “cultura empreendedora”.

O ICE é realizado pela ONG Endeavor, que avalia no total 60 indicadores para construir um índice geral e 7 rankings por pilar. O diagnóstico dá aos empreendedores e aos gestores públicos uma visão das atuais oportunidades e desafios municipais mais latentes, comparando os ecossistemas locais.

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Mesmo em meio à crise mais empresas estão sendo criadas no Paraná. Para quem quer abrir um negócio em 2018, algumas áreas prometem bons ganhos

Se por um lado a crise econômica fez com que o número de desempregados aumentasse consideravelmente nos últimos anos, por outro, a saída encontrada foi abrir o próprio negócio. E isso pode ser comprovado pelos últimos dados da Junta Comercial do Paraná. Nos dez primeiros meses deste ano, por exemplo, o número de empresas abertas em todo o Estado cresceu quase 10% em relação a igual período de 2016, somando 37.217 novos estabelecimentos. Só em Curitiba, mais de 5 mil novas empresas entraram no mercado. Atualmente, Curitiba é a quinta cidade brasileira com maior número de empresas no Brasil, ficando no atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. No total são mais 309 mil estabelecimentos de todos os tamanhos em atividade, de acordo com dados do Empresômetro.

Quem tem o objetivo de abrir uma empresa em 2018 ainda dá tempo para planejar sua estreia no empreendedorismo. O mercado continuará indefinido, pelo menos no primeiro semestre do ano, até que sejam conhecidos os candidatos à presidência da República, mas os departamentos econômicos dos bancos já projetam uma ligeira alta do PIB. E mesmo em meio a um cenário indefinido, existem alguns tipos de negócios que estarão em alta em 2018.

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Diante da grande opção de público consumidor, os serviços de cromagem aparecem como uma boa opção para empreender no próximo ano

A atividade de cromagem possui alto impacto ambiental.

O ano de 2017 está terminando. Faltam apenas 41 dias para o Ano Novo e para quem está pensando em empreender em 2018, o serviço de cromagem de peças e materiais se apresenta como uma boa oportunidade de negócio, uma vez que tem diversas vantagens para a estruturação de uma empresa. Dentre as principais vantagens podemos destacar a vasta opção de público a quem destinar os serviços. Em geral são dois perfis distintos, ou seja: a prestação de serviços para as indústrias ou diretamente ao consumidor em geral. Os exemplos mais comuns são pessoas que querem recuperar objetos, ou então a produção de peças para as indústrias automotiva, de bijuterias, de utensílios domésticos, informática, telefonia, construção civil, entre outros. Outro fato importante são as vendas para o mercado de automóveis, grande consumidor de plásticos cromados e que vem impulsionando o mercado.

Porém, antes de iniciar o empreendimento, o empresário deve pensar e estudar qual o perfil de empresa que pretende abrir. Isso porque os recursos a serem investidos serão proporcionais à dimensão da produção e aos diferentes tipos de processos utilizados. A cromagem de peças e produtos é um negócio que pode ter um processo simples ou altamente sofisticado, tudo vai depender da capacidade produtiva, do método e do público-alvo desejado.

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