Setor de máquinas alerta sobre os riscos da reoneração da folha de pagamentos

José Velloso, presidente executivo da Abimaq.

“A reoneração da folha de pagamentos vai ser mais uma ceifada no setor de bens de capital que hoje é a metade do que faturava em 2013”. Essa avaliação foi feita por José Velloso, presidente executivo da Abimaq, sobre a Medida Provisória 774/17 que acaba com a desoneração da folha de pagamento.

Para Velloso, com a reoneração haverá o aumento médio de 4% nos custos sobre a receita líquida de vendas para o exportador. “O maior custo de produção levará o setor a perder ainda mais participação no mercado externo, já que irá se transformar em aumento de preços face à ausência de margem para absorver essa elevação de custo”.

O presidente executivo da Abimaq também apontou que a medida vai implicar na redução das exportações em cerca de 20%. “Isso equivale uma perda de receita anualizada da ordem de R$ 5bilhões”.

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Educação Financeira impacta vida de funcionários

Reinaldo Domingos: Com educação financeira, os colaboradores passam a respeitar os limites de seu padrão de vida.

Para evitar reflexos negativos do desequilíbrio financeiro no ambiente de trabalho, como faltas constantes, pedidos de adiantamento e até mesmo furtos e fraudes, empresas investem em Educação Financeira. O benefício impacta a vida dos funcionários, gerando mudanças comportamentais. De acordo com o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos, problemas com dinheiro perturbam o bem-estar e interferem na produtividade no trabalho – o que tende a comprometer o desenvolvimento das atividades e até mesmo a rentabilidade da empresa.

“De nada adianta um aumento salarial ou de benefícios, quando está em desequilíbrio financeiro o colaborador precisa mudar seu comportamento em relação as finanças, ou seja, ter educação financeira. Para empresa também há reflexos positivos, como o aumento da produtividade e diminuição de erros decorrentes de estresse”, orienta Reinaldo.
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Fazer parte do Cadastro Positivo é fundamental para consumidor

Se por um lado a aprovação da Medida Provisória que tornará automática a adesão dos consumidores brasileiros ao banco de dados de bons pagadores, em virtude da alteração na Lei 12.414/2011 está, por tempo indeterminado, pendente em Brasília, por outro, passa a ser cada vez mais contundente a responsabilidade de o consumidor conhecer e entender o que de fato é e para que serve o Cadastro Positivo. Essa é a opinião da Boa Vista SCPC, empresa que administra o Serviço Central de Proteção ao Crédito, e que oferece soluções analíticas para as decisões de crédito e gestão de negócios, tanto para empresas quanto para consumidores.

Segundo Pablo Nemirovsky, superintendente de Serviços ao Consumidor da Boa Vista SCPC, o tema Cadastro Positivo é recorrente no mercado de crédito brasileiro mesmo antes da criação da Lei em 2011, por ser o contraponto viável ao sistema de informações de maus pagadores, também conhecido como cadastro de inadimplentes. Por isso, não há mais como ficar indiferente às discussões acerca das questões que afetam a análise de crédito no país, haja vista que o Cadastro Positivo permitirá a consulta com base em informações positivas, e não mais apenas as negativas.

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Diminui número de cheques sem fundos

O número de cheques devolvidos (segunda devolução por falta de fundos) como proporção do total de cheques movimentados atingiu 2,11% em maio, registrando uma diminuição em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando alcançou 2,33%.

Na comparação mensal, o percentual de cheques devolvidos sobre movimentados obteve leve aumento (em abril o nível foi de 2,10%) frente ao mês anterior, sendo o resultado obtido pelo aumento de 17,6% dos cheques devolvidos e alta de 17,1% para os cheques movimentados.

 

Comitê gestor regulamenta o parcelamento de débitos do MEI

Foi publicada no Diário Oficial da União a Resolução CGSN nº 134, que regulamenta o parcelamento especial de débitos do Microempreendedor Individual (MEI), previsto no art. 9º da Lei Complementar nº 155/2016.
A partir de 03 de julho de 2017, o MEI que tenha débitos com a Receita Federal relativos a competências até maio de 2016 poderá optar pelo parcelamento da dívida em até 120 meses, com prestação mínima de R$ 50. A critério do MEI, poderão ser parcelados débitos não exigíveis, para fins da contagem da carência para benefícios previdenciários.

É condição para o parcelamento a apresentação da Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI), relativa aos respectivos períodos a serem parcelados. A primeira parcela deverá ser paga, em regra, até dois dias após o pedido ou até o último dia útil do mês, o que for menor.

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