Cresce número de pais que poupam para os filhos

Aumentou de 42% para 59%, em comparação ao ano passado, o total de consumidores que afirmam poupar para os filhos, segundo pesquisa da Boa Vista SCPC feita com cerca de 1.060 respondentes, de todo o Brasil, com o intuito de identificar a percepção dos consumidores quanto à importância da educação financeira para crianças e adolescentes. Destes, 61% optam por guardar essas economias na poupança. Aplicações em fundos, ações ou CDB tiveram um crescimento de 3p.p. (pontos percentuais) em comparação a 2016. Outros 8% aplicam em Previdência Privada e 6% em Títulos de Capitalização.

Ainda de acordo com a pesquisa, 85% dos consumidores acreditam ser muito importante que as crianças e adolescentes recebam orientação financeira. E na prática, para que isso aconteça, 65% afirmam que costumam conversar e explicar às crianças o que é, como se ganha e para que serve o dinheiro.

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Recuperação de crédito cai 3,0% no acumulado 12 meses

O indicador de recuperação de crédito – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes da base da Boa Vista SCPC – apontou queda de 3,0% na variação acumulada em 12 meses (outubro de 2016 até setembro de 2017). A variação mensal com dados dessazonalizados apresentou queda de 5,5% contra o mês de agosto. No acumulado no ano houve queda de 2,5% na recuperação de crédito. Na análise interanual (mesmo mês de 2016) houve queda de 7,7%.

Em termos regionais, na comparação em 12 meses observou-se alta somente na região Sul (5,8%). Para as demais regiões, ficou a seguinte configuração: Norte (-11,0%), Centro-Oeste (-7,7%), Nordeste (-7,8%) e Sudeste (-1,8%).

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Mais de 70% dos consumidores que limparam o nome ganham até dois salários mínimos

Estudo inédito da Serasa Experian traçou o perfil dos consumidores que saíram da lista de inadimplência em junho deste ano. O levantamento apurou que, desse grupo, 71,8% recebem até dois salários mínimos. As mulheres foram as que mais deixaram a base de negativados, representando 51,8% da amostragem. O estudo também apurou que os moradores do Sudeste foram os que mais negociaram contas atrasadas em junho, com 41,9% do total. Entre os estados, os paulistas responderam por 20,4% do total de consumidores que limparam o nome, seguidos pelos mineiros (10,1%), baianos (9,4%), fluminenses (9,0%) e gaúchos (5,4%).

As pessoas acima de 41 anos foram as que mais se empenharam pela reabilitação do crédito: 53,0% do grupo estavam dentro dessa faixa etária, sendo que 20,4% tinham idade entre 41 e 50 anos; 15,9% entre 51 e 60 anos e 16,7% eram consumidores acima de 61 anos.

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Professor da FGV explica o que fazer quando o empréstimo ou financiamento está atrasado

Ricardo Teixeira.

Metade dos brasileiros está com empréstimo ou financiamento atrasado. O que fazer? Para o coordenador do MBA em Gestão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV) Ricardo Teixeira quem está com dívidas e sem acesso a crédito deve procurar o mais rápido possível renegociar suas dívidas com a instituição financeira. “Ao perceber que a situação está ficando difícil e que não vai conseguir pagar as dívidas, a pessoa deve procurar o credor e expor, de imediato, a sua situação. Ser direto com a instituição e explicar as dificuldades é a melhor saída, pois o que interessa a ela é receber seu dinheiro de volta”, orienta Ricardo Teixeira.

O professor da FGV lembra que na hora da negociação, o devedor tem que ser “firme” para conseguir reduzir o valor devido na hora de alongar o prazo da sua dívida. Ricardo Teixeira ressalta ainda que a taxa de juros é totalmente negociável. “Não aceite a primeira proposta do credor. Também não deixe de solicitar demonstrativos do saldo devedor para verificar tudo o que está sendo cobrado”, observa.

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Bancos liberam R$ 9,2 bilhões para financiar veículos em agosto

O mercado automotivo segue dando sinais de recuperação. Em agosto, o sistema financeiro liberou R$ 9,2 bilhões para financiar a compra de veículos, melhor resultado alcançado desde dezembro de 2014, quando foram concedidos empréstimos de R$ 11,3 bilhões. Esse montante é 14,5% superior ao registrado em julho e 27,4% maior na comparação com o mesmo período de 2016. De acordo com o último boletim divulgado pela Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), o total de recursos liberados nas operações de CDC e leasing, de janeiro a agosto, foi de R$ 63,5 bilhões, alta de 20,1% na comparação com o mesmo período de 2016. Para o financiamento foram destinados R$ 62,3 bilhões e para leasing R$ 1,2 bilhão.

“Hoje a base econômica está mais sólida: a inflação, a taxa de juros e o índice de desemprego estão caindo. Com isso, o brasileiro sente-se mais seguro e confiante para trocar seu veículo. Temos um mercado bastante retraído. Muitas pessoas, que adiaram suas compras com receio de não honrar seus compromissos, agora estão investindo na aquisição de um carro novo”, analisa o presidente da Anef, Luiz Montenegro.

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