Consumidor pode entrar no Cadastro Positivo da Serasa Experian e receber grátis relatório sobre seu CPF

A partir desta quinta-feira (1.º) os bancos começam a alimentar o Cadastro Positivo. O consumidor que quiser autorizar sua inclusão no cadastro deve entrar no site da Serasa Experian (www.serasaexperian.com.br) e fazer a adesão. Ele receberá grátis um relatório sobre as atividades de seu CPF e um serviço que avisa toda vez que o documento for consultado por uma empresa.

A abertura do Cadastro Positivo no site da Serasa Experian é simples e leva cerca de três minutos para ser feita. O consumidor preenche o termo de autorização de inclusão e fornece nome, endereço e CPF. O procedimento já garante o envio, após algumas horas, do relatório, no qual constará a existência ou não de pendências financeiras registradas na Serasa Experian; se há empresas abertas por aquele CPF e quais números de telefones fixos foram cadastrados com o documento. Um novo relatório será gerado a cada 15 dias, mesmo que não hajam notificações a serem feitas, garantindo a tranquilidade do usuário.

O monitoramento do CPF também é imediatamente ativado e permanece vigente por 30 dias. Tentativa de abertura de empresa, negativação eminente e saída da lista de inadimplentes são exemplos de ações que geram a comunicação. Os alertas são enviados por e-mail e mensagem no celular (SMS).

Após o período de gratuidade de 30 dias, o consumidor que desejar manter o serviço de proteção do CPF pode contratar a solução no site da Serasa Experian.

Casas Bahia inicia campanha de recuperação de crédito

Com o objetivo de proporcionar aos seus consumidores uma oportunidade para regularizar sua situação financeira, a partir desta quinta-feira (1º), a Casas Bahia dá início a sua “Campanha Nacional de Recuperação de Crédito”. A Campanha oferecerá aos clientes da rede melhores condições de pagamento de débitos em atraso, com descontos que podem chegar, dependendo do caso, a até 60% do valor total da dívida. O movimento reforça a importância de reintegrar o cliente ao mercado de consumo, de forma consciente e sustentável.

Os interessados devem se dirigir a qualquer filial da varejista e procurar o departamento de Crédito e Cobrança, portando documento oficial com foto.

Dólar tem a maior alta em 4 anos e já subiu 11,35% em 2013

dolar-maçoO dólar fechou nesta terça-feira (30) no maior nível dos último quatro anos. A moeda norte-americana foi vendida a R$ 2,2805, com alta de 0,45%. O valor é o mais alto desde 1º de abril de 2009, quando a moeda norte-americana fechou em R$ 2,2810. A alta foi atribuída a expectativa em relação à reunião do Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos. No mês de julho, o dólar subiu 2,18%. Em 2013, a cotação acumula alta de 11,35%. A moeda norte-americana chegou a iniciar o dia em baixa, atingindo R$ 2,2655 na mínima do dia, por volta das 10h30. Nas horas seguintes, porém, o câmbio voltou a subir até superar a barreira de R$ 2,28.

Desde o fim de maio, o mercado financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Fed reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Ele poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos.

A instabilidade piorou depois de Ben Bernanke, presidente do Fed, ter declarado, em 19 de junho, que a instituição pode diminuir a compra de ativos até o fim do ano, caso a economia dos Estados Unidos continue a se recuperar. Se a ajuda diminuir, o volume de moeda norte-americana em circulação cai, aumentando o preço do dólar em todo o mundo.

A reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Fed ocorre nesta terça (31) e quarta-feira (1º). O encontro indicará se o Banco Central norte-americano pretende acelerar a retirada dos estímulos monetários ou se começará a agir somente perto do fim do ano. O governo tem tomado várias medidas para conter a valorização da moeda norte-americana. Além das vendas de dólares no mercado futuro, o Banco Central (BC) retirou parte do compulsório sobre as apostas de que o dólar vai cair e eliminou restrições de prazos para que os exportadores financiem antecipações de pagamentos.

A equipe econômica também retirou barreira à entrada de capitais estrangeiros no país. O Ministério da Fazenda zerou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os estrangeiros que aplicam em renda fixa no Brasil. Desde outubro de 2010, a alíquota em vigor era 6%. A venda de moeda estrangeira no mercado futuro também ficou isenta de IOF.

Inadimplência das empresas cresce 1,3% no primeiro semestre

inadimplencia-em-alta-A inadimplência das pessoas jurídicas cresceu 1,3% no 1º semestre do ano, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas. Foi o menor crescimento para os seis primeiros meses do ano desde 2011, quando houve 13,1% de elevação.Nas variações mensal e anual, a inadimplência das empresas também cresceu. Quando comparado junho com maio último, o avanço foi de 0,9%, ao passo que na relação entre junho deste ano e igual mês do ano anterior, o aumento foi de 3,5%.

Para os economistas da Serasa Experian, mesmo sendo o menor crescimento da inadimplência das empresas neste 1º semestre, ante iguais períodos de 2012 e 2011, ele ocorre sobre base elevada, os mesmos meses do ano passado. Vale lembrar que os dois anos anteriores foram de alta inadimplência para os negócios, em decorrência dos impactos da crise global, câmbio desvalorizado e da inadimplência do consumidor.

O cenário atual continua pouco favorável para as empresas, por conta da baixa atividade econômica, dos juros altos, da concorrência externa e do crédito seletivo que devem tornar a queda da inadimplência dos negócios ainda mais gradual.

No primeiro semestre do ano, as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) tiveram um valor médio de R$ 803,87, o que representou um crescimento de 3,7% ante igual período de 2011. As dívidas com bancos, por sua vez, tiveram nos seis primeiros meses de 2012 um valor médio de R$ 5.102,45, resultando em 3,6% de queda na relação com o acumulado de janeiro a junho do ano anterior.

Quanto aos títulos protestados, o valor médio verificado no primeiro semestre foi de R$ 2.021,00, com elevação de 4,6% sobre igual acumulado de 2011.

Por fim, os cheques sem fundos tiveram, nos seis primeiros meses de 2012, um valor médio de R$ 2.548,99, representando um aumento de 15,7% quando comparado com o primeiro semestre do ano anterior.

Cai pontualidade de pagamentos das micro e pequenas em junho

pagamentos2A pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas atingiu 95,7% em junho/13. Isto significa que durante o mês passado, a cada 1.000 pagamentos realizados, 957 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias. Foi a primeira vez, desde 2006, que a pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas recuou para um mês de junho na comparação com maio. Foi também a primeira queda mensal do indicador após quatro meses seguidos de elevação. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas em junho deste ano foi ligeiramente superior, já que em junho/12 havia sido de 95,5%.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o recuo da pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas em junho é reflexo do impacto adverso dos protestos sobre o ritmo dos negócios bem como do processo de elevação das taxas de juros, encarecendo o custo financeiro das empresas.

As micro e pequenas empresas do setor comercial apresentaram o maior nível de pontualidade de pagamentos em junho/2013: 96,3%. As micro e pequenas empresas industriais registraram pontualidade de 95,1% e, por fim, a pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas de serviços atingiu 95,0% em junho/13.

Em junho de 2013, o valor médio dos pagamentos pontuais recuou 6,3% em relação ao mesmo mês do ano passado (R$ 1.683 contra R$ 1.803). O maior valor médio foi registrado pelos pagamentos pontuais das empresas de serviços (R$ 1.864), seguido pelo das empresas comerciais (R$1.675) e, por fim, pelas micro e pequenas empresas do segmento industrial (R$ 1.643).