Lucro da Ouro Verde aumenta 42% no primeiro trimestre

Ouro VerdeA Ouro Verde, uma das maiores empresas brasileira no segmento de locação de veículos, equipamentos e serviços, acaba de fechar os resultados financeiros e operacionais do primeiro trimestre de 2013. Foi totalizada uma frota de 20.958 itens, montante 19,6% superior ao mesmo período do ano anterior, com um valor de mercado de aproximadamente R$ 1,3 bilhão. Ainda neste período, o lucro líquido registrado foi de R$ 4,2 milhões, um aumento de 42,3% comparado aos R$ 3 milhões do primeiro trimestre de 2012. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos e depreciações/amortizações) alcançou R$ 69,2 milhões neste 1º trimestre de 2013, mantendo uma forte margem acima dos 60% nos últimos 5 anos.

Karlis Kruklis, CEO da Ouro Verde, destaca os resultados obtidos e as novas oportunidades que surgiram nos últimos meses, “A Ouro Verde registrou crescimento de 97% na área de equipamentos pesados, e está entrando em novos mercados de locação de veículos e equipamentos. A companhia tem hoje contratos de longo prazo, investe fortemente em Governança Corporativa, e é por isso que completa seus 40 anos em junho deste ano, com índices de crescimento sustentável acima de 30% nos últimos anos”, afirma o executivo.

No ano passado, a Ouro Verde, atingiu uma receita operacional líquida de R$ 438,7 milhões, um crescimento de 32% em relação aos R$ 333,3 milhões de 2011. A controlada Martini Meat, que possui armazéns frigorificados e de carga geral nos Portos de Paranaguá/PR, Itajaí/SC e Rio Grande/RS, além de um armazém na Cidade de Ponta Grossa/PR, atingiu Receita Líquida de R$ 16,7 milhões entre os meses de janeiro e março de 2013, um crescimento de 6,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Durante este 1º trimestre, o Ebitda alcançou R$ 6,6 milhões, 14,7% superior ao mesmo período de 2012 e a margem Ebitda registrada foi de 39,8%.

Inadimplência com cheques em abril tem alta de 7,94%

chequeA Pesquisa Nacional sobre Liquidação de Cheques feita mensalmente pela TeleCheque registrou alta no indicador de inadimplência para essa modalidade de pagamento em abril de 2013: o índice de inadimplência do mês foi de 3,40%. Em março, o índice dos valores em cheque registrados pela pesquisa havia sido de 3,15%; e em abril de 2012, 3,20%. A variação do índice de abril foi de 7,94% em relação ao mês anterior e de 6,25% em relação ao mesmo mês do ano passado.

A principal causa da inadimplência levantada pela pesquisa foi a falta de fundos, com 76,18% dos valores em cheques não liquidados. Os demais motivos foram: 9,70% em cheques sustados; 3,53% em cheques roubados ou furtados; 1,47% dos valores em cheques fraudados; e os 9,12% restantes por outros motivos.

Entre as regiões brasileiras, o índice de inadimplência mais alto em abril foi o do Nordeste, com 4,60% dos valores em cheques enviados para liquidação. A região Norte ficou em segundo lugar, com 3,93%; o Centro-Oeste em terceiro, com 3,39%; o Sudeste em quarto, com 3,30%; e a região Sul em último, com apenas 2,55% de inadimplência. Com exceção da região Norte, houve alta em todas as regiões com relação a março de 2013.

Quanto aos valores, a média nacional observada pela TeleCheque nas transações de abril de 2013 foi de R$ 380,81, ligeiramente mais alta (1,63%) do que em março: R$ 374,72. Em relação a abril de 2012 (R$ 323,14), a alta acumulada é de 17,85%.

Cofre inteligente resolve o problema dos comerciantes na identificação de notas falsas

Dinheiro falsoAo contrário do que muita gente pensa, a maioria dos pagamentos feitos hoje no comércio são realizados com dinheiro em espécie, apesar da popularidade dos cartões de débito e de crédito. E isso tem uma justificativa. De acordo com pesquisas do Banco Central, 55% da população economicamente ativa recebe o salário em dinheiro e entre os trabalhadores cuja remuneração é creditada em conta bancária, 29% deles fazem a retirada no caixa eletrônico. Por causa disso, a maioria dos brasileiros, ou seja,  72% preferem pagar suas compras em espécie.

Com tanto dinheiro vivo em circulação, a grande preocupação do varejo é com relação às notas falsas que circulam no mercado. Só para se ter uma ideia, somente no ano passado, o Banco Central recolheu 498 mil cédulas falsas em todo o Brasil, sendo 42 mil no Paraná. O estado de São Paulo foi o que registrou o maior número de dinheiro falsificado com 150 mil cédulas falsas. Ainda segundo informações do Banco Central, um terço da população recebeu notas falsas. Agora o mais preocupante  é que 17% deles passaram o dinheiro falsificado para frente, transferindo o prejuízo para os donos dos estabelecimentos em que eles fizeram as compras.

Mas como o empresário do comércio pode fazer para se proteger  das notas falsificadas? Muitas empresas exigem que o funcionário do caixa, depois de treinado, seja responsável por identificar manualmente o dinheiro recebido.  Entretanto, nem sempre essa é a solução ideal. Para auxiliar na prevenção desse tipo de prejuízo, a Gunnebo Gateway Brasil, que é  uma das maiores companhias do mundo na área de segurança, lançou o cofre inteligente Intelisafe, que além de identificar e sinalizar quando uma nota falsa é colocada no caixa, também permite a sincronia de todos os processos de gestão de tesouraria, desde o depósito do dinheiro no equipamento até o transporte ao banco. O cofre possui um contador de notas que soma automaticamente o que é depositado no caixa, evitando dessa forma o erro humano. O cofre  recebe até 30 cédulas, de diferentes valores, e realiza a leitura delas com velocidade de 1,2 segundo por unidade.

Outra vantagem desse sistema é que o varejista pode diminuir as despesas com mão de obra e deslocar funcionários para outras funções, já que o processo de contagem e separação do dinheiro, que exigia algumas pessoas para desempenhá-lo, passa a ser realizado integralmente pelo cofre e pelo seu sistema inteligente. Esses benefícios permitem ao varejista negociar prazos e valores com os bancos e com as transportadoras de valor, já que o gerenciamento dos processos de tesouraria se torna mais efetivo.

TOTVS registra receita líquida de R$ 374,2 milhões no primeiro trimestre do ano

Totvs - logoA TOTVS, líder no Brasil no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial, acaba de divulgar seus resultados financeiros do primeiro trimestre de 2013. A empresa registrou, no período, crescimento de receita líquida, lucro líquido e EBITDA. Ainda que o cenário macroeconômico do País seja de desaceleração, a companhia reafirma a confiança em sua estratégia de crescimento e no potencial do mercado brasileiro. A receita líquida no 1º trimestre de 2013 foi de R$ 374,2 milhões, alta de 6,6% em relação ao primeiro trimestre de 2012. Nos últimos 12 meses, o crescimento da receita líquida foi de 8,4%, atingindo R$ 1,4 bilhão. O lucro líquido fechou em R$ 51,9 milhões, avanço de 4% ante o mesmo período do ano passado. O EBITDA foi de R$ 97,5 milhões, com alta de 5,9%. A margem EBITDA consolidada alcançou 26,1%.

A unidade TOTVS de Curitiba cresceu 18% em relação ao mesmo período do ano passado, superando a média nacional. “Em um cenário onde a economia passa por um momento de recuperação principalmente no segmento de manufatura, os resultados são bem positivos, afirma o diretor de Atendimento e Relacionamento da TOTVS Curitiba, Edemar Kluck. A unidade passa por um período de expansão, já que abriu, no mês passado, um novo escritório de negócios em Ponta Grossa (PR). “A região dos Campos Gerais cresce a passos largos e vamos dar todo suporte necessário às empresas para que esse crescimento seja sólido”, destaca.

Atualmente, a empresa já atende dezenas de clientes na região, que abrange mais de 20 municípios do Paraná e tem apresentado um desenvolvimento expressivo. Além de possuir o maior parque industrial do interior do estado, os Campos Gerais estão atraindo investimentos em diferentes áreas. De acordo com o diretor executivo da unidade TOTVS Curitiba e presidente do Conselho de Franquias da TOTVS S/A (CONFRAT), Claudinei Benzi, o novo espaço da empresa em Ponta Grossa tem uma estrutura operacional com escritório, sala de reuniões e área de apoio para a equipe local. “Inicialmente, teremos 20 participantes. Mas a expectativa é chegar a 60 até 2016”, projeta.

Aumento do valor coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito deve movimentar setor financeiro

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) deve decidir pelo aumento do valor assegurado pelos investidores, passando dos atuais R$ 70 mil para R$ 250 mil por CPF. Esse valor serve para garantir os valores custodiados pela instituição financeira, que caso passe por dificuldades financeiras o investidor recebe até o valor do teto.

Pela proposta, o objetivo também é contribuir para a liquidez dos bancos de médio porte para atrair para sua base de captação pessoas físicas com maior poder de investimento ou no aumento do que já está investido nas instituições dada a nova garantia. A medida, que tem sido discutida há anos, deve mudar o perfil de investidores com o aumentando o valor médio investido por instituição.

De acordo com Rodrigo Pinheiro, diretor do Conglomerado Financeiro Barigüi, o aumento do valor vai beneficiar a instituição. “Isso porque geralmente o pequeno investidor acaba ficando limitado ao valor de aplicação na casa dos R$ 70 mil em virtude da garantia dada pelo FGC, e muitos aplicam em diversas instituições o valor teto, com o aumento de quase quatro vezes a atual garantia isso muda um pouco o perfil podendo fazer com que novos valores sejam aplicados no Conglomerado Financeiro Barigüi”.