Cofre inteligente resolve o problema dos comerciantes na identificação de notas falsas

Dinheiro falsoAo contrário do que muita gente pensa, a maioria dos pagamentos feitos hoje no comércio são realizados com dinheiro em espécie, apesar da popularidade dos cartões de débito e de crédito. E isso tem uma justificativa. De acordo com pesquisas do Banco Central, 55% da população economicamente ativa recebe o salário em dinheiro e entre os trabalhadores cuja remuneração é creditada em conta bancária, 29% deles fazem a retirada no caixa eletrônico. Por causa disso, a maioria dos brasileiros, ou seja,  72% preferem pagar suas compras em espécie.

Com tanto dinheiro vivo em circulação, a grande preocupação do varejo é com relação às notas falsas que circulam no mercado. Só para se ter uma ideia, somente no ano passado, o Banco Central recolheu 498 mil cédulas falsas em todo o Brasil, sendo 42 mil no Paraná. O estado de São Paulo foi o que registrou o maior número de dinheiro falsificado com 150 mil cédulas falsas. Ainda segundo informações do Banco Central, um terço da população recebeu notas falsas. Agora o mais preocupante  é que 17% deles passaram o dinheiro falsificado para frente, transferindo o prejuízo para os donos dos estabelecimentos em que eles fizeram as compras.

Mas como o empresário do comércio pode fazer para se proteger  das notas falsificadas? Muitas empresas exigem que o funcionário do caixa, depois de treinado, seja responsável por identificar manualmente o dinheiro recebido.  Entretanto, nem sempre essa é a solução ideal. Para auxiliar na prevenção desse tipo de prejuízo, a Gunnebo Gateway Brasil, que é  uma das maiores companhias do mundo na área de segurança, lançou o cofre inteligente Intelisafe, que além de identificar e sinalizar quando uma nota falsa é colocada no caixa, também permite a sincronia de todos os processos de gestão de tesouraria, desde o depósito do dinheiro no equipamento até o transporte ao banco. O cofre possui um contador de notas que soma automaticamente o que é depositado no caixa, evitando dessa forma o erro humano. O cofre  recebe até 30 cédulas, de diferentes valores, e realiza a leitura delas com velocidade de 1,2 segundo por unidade.

Outra vantagem desse sistema é que o varejista pode diminuir as despesas com mão de obra e deslocar funcionários para outras funções, já que o processo de contagem e separação do dinheiro, que exigia algumas pessoas para desempenhá-lo, passa a ser realizado integralmente pelo cofre e pelo seu sistema inteligente. Esses benefícios permitem ao varejista negociar prazos e valores com os bancos e com as transportadoras de valor, já que o gerenciamento dos processos de tesouraria se torna mais efetivo.

TOTVS registra receita líquida de R$ 374,2 milhões no primeiro trimestre do ano

Totvs - logoA TOTVS, líder no Brasil no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial, acaba de divulgar seus resultados financeiros do primeiro trimestre de 2013. A empresa registrou, no período, crescimento de receita líquida, lucro líquido e EBITDA. Ainda que o cenário macroeconômico do País seja de desaceleração, a companhia reafirma a confiança em sua estratégia de crescimento e no potencial do mercado brasileiro. A receita líquida no 1º trimestre de 2013 foi de R$ 374,2 milhões, alta de 6,6% em relação ao primeiro trimestre de 2012. Nos últimos 12 meses, o crescimento da receita líquida foi de 8,4%, atingindo R$ 1,4 bilhão. O lucro líquido fechou em R$ 51,9 milhões, avanço de 4% ante o mesmo período do ano passado. O EBITDA foi de R$ 97,5 milhões, com alta de 5,9%. A margem EBITDA consolidada alcançou 26,1%.

A unidade TOTVS de Curitiba cresceu 18% em relação ao mesmo período do ano passado, superando a média nacional. “Em um cenário onde a economia passa por um momento de recuperação principalmente no segmento de manufatura, os resultados são bem positivos, afirma o diretor de Atendimento e Relacionamento da TOTVS Curitiba, Edemar Kluck. A unidade passa por um período de expansão, já que abriu, no mês passado, um novo escritório de negócios em Ponta Grossa (PR). “A região dos Campos Gerais cresce a passos largos e vamos dar todo suporte necessário às empresas para que esse crescimento seja sólido”, destaca.

Atualmente, a empresa já atende dezenas de clientes na região, que abrange mais de 20 municípios do Paraná e tem apresentado um desenvolvimento expressivo. Além de possuir o maior parque industrial do interior do estado, os Campos Gerais estão atraindo investimentos em diferentes áreas. De acordo com o diretor executivo da unidade TOTVS Curitiba e presidente do Conselho de Franquias da TOTVS S/A (CONFRAT), Claudinei Benzi, o novo espaço da empresa em Ponta Grossa tem uma estrutura operacional com escritório, sala de reuniões e área de apoio para a equipe local. “Inicialmente, teremos 20 participantes. Mas a expectativa é chegar a 60 até 2016”, projeta.

Aumento do valor coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito deve movimentar setor financeiro

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) deve decidir pelo aumento do valor assegurado pelos investidores, passando dos atuais R$ 70 mil para R$ 250 mil por CPF. Esse valor serve para garantir os valores custodiados pela instituição financeira, que caso passe por dificuldades financeiras o investidor recebe até o valor do teto.

Pela proposta, o objetivo também é contribuir para a liquidez dos bancos de médio porte para atrair para sua base de captação pessoas físicas com maior poder de investimento ou no aumento do que já está investido nas instituições dada a nova garantia. A medida, que tem sido discutida há anos, deve mudar o perfil de investidores com o aumentando o valor médio investido por instituição.

De acordo com Rodrigo Pinheiro, diretor do Conglomerado Financeiro Barigüi, o aumento do valor vai beneficiar a instituição. “Isso porque geralmente o pequeno investidor acaba ficando limitado ao valor de aplicação na casa dos R$ 70 mil em virtude da garantia dada pelo FGC, e muitos aplicam em diversas instituições o valor teto, com o aumento de quase quatro vezes a atual garantia isso muda um pouco o perfil podendo fazer com que novos valores sejam aplicados no Conglomerado Financeiro Barigüi”.

Falências requeridas recuam em abril

falencias - quedaIngressaram em Juízo no mês de abril, 154 pedidos de falência em todo o país, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações divulgado nesta sexta-feira (3). Em relação a março, quando foram ajuizados 157 requerimentos falimentares, houve uma queda de 1,9%. Na comparação com abril de 2002, a redução chegou a 6,7%.  Dos 154 pedidos de falência realizados em abril de 2013, 93 foram feitos por micro e pequenas empresas, 39 por médias e 22 por grandes.

Segundo os economistas da Serasa Experian, as quedas verificadas revelam que, mesmo lenta e não generalizada, a recuperação do mercado tem beneficiado alguns setores, possibilitando a retomada gradual das vendas, o que gera novas receitas. Quanto às falências decretadas, houve evolução em abril, na comparação com março. Vale ressaltar que as falências decretadas não refletem a conjuntura, uma vez que muitas decisões judiciais demoram até dois anos.

Nas recuperações judiciais requeridas, por sua vez, há um forte aumento em abril (77 pedidos contra 49 em março). Embora existam empresas com dificuldades financeiras, em razão do baixo crescimento econômico, o número de abril deve continuar estimulando o debate sobre a utilização desse instrumento.

Saída para famílias endividadas é fazer contas e buscar melhores taxas de juros do mercado

creditoDados da Confederação Nacional do Comércio (CNC) apontam que atualmente 63% das famílias brasileiras estão endividadas com cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimos pessoal, prestações de carro e seguros. O maior percentual de débito envolve cartões de crédito (76%), seguido de carnês (20%) e financiamento de carro (12%), enquanto o período de endividamento chega a seis meses, comprometendo cerca de 30% da renda familiar. De acordo com o diretor geral do Conglomerado Financeiro Barigüi, Rodrigo Pinheiro, “a situação é preocupante, porque está afetando o consumo das famílias e, consequentemente, a cadeia produtiva”.

Segundo ele, a maioria dos brasileiros não analisa previamente o valor pago com taxas de juros ao mercado antes da contratação das dívidas e não faz o “dever de casa” para se planejar. O pensamento de que basta caber no bolso para fechar negócio já está ultrapassado. Por conta disso, o Conglomerado Financeiro Barigüi lançou um simulador online que possibilita ao consumidor comparar diferentes produtos e suas taxas médias. Assim, é possível simular os valores atuais pagos em modalidades mais usuais pelo brasileiro, como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, verificando o montante estimado a ser pago mensalmente.

Pinheiro aponta que uma das saídas para o endividamento é buscar ofertas de crédito com menores taxas de juros e prazos mais longos, que já estão disponíveis no mercado. “O crédito imobiliário, que tende a crescer no país nos próximos anos, é uma opção viável. O consumidor faz o imóvel quitado trabalhar a seu favor, deixando-o como garantia. Com isso, além de ter acesso a um prazo maior para pagamento das dívidas de até dez anos, o consumidor reduz as parcelas a pelo menos um terço do que nas modalidades de cartão de crédito ou cheque especial”, esclarece ele. O simulador pode ser acessado através do endereço: www.SimuladorInteligente.com.br