Entidades do Paraná pedem veto à venda do BRDE pelo Rio Grande do Sul

Darci Piana: “É nosso desejo manter o BRDE sob o controle dos três estados sulinos”.

O G7, grupo composto por entidades representativas do setor produtivo do estado do Paraná solicitou ao governador Beto Richa o veto à tentativa de venda do percentual de ações do Rio Grande do Sul no BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul). O estado gaúcho, com objetivo de equilibrar suas contas, anunciou a intenção em vender sua participação. As negociações vêm sendo feitas com o Governo Federal, pelo Regime de Recuperação Fiscal. O governador do Estado do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, cogita repassar o BRDE para o BNDES. O valor estimado para Secretaria de Fazenda gaúcha para sua parte no ativo do BRDE é de R$ 2 bilhões.

Contudo, é indispensável ressaltar que o BRDE pertence em conjunto aos três estados sulinos, com participação igualitária de 33% para cada um. Desta forma, é preciso averiguar se há, por parte dos demais associados, interesse em se desfazer do banco. O G7, como representante do setor produtivo, avalia que a transação trará grandes desvantagens. “É nosso desejo manter o BRDE sob o controle dos três estados sulinos. O BRDE tem prestado ao Paraná uma grande contribuição ao desenvolvimento econômico e se constitui na principal fonte de recursos para investimentos nos setores da indústria, comércio e, em especial, no agronegócio”, avalia o presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac, Darci Piana.

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Incertezas aumentam demanda por previdência privada

A incerteza sobre a Reforma da Previdência Social fez com que a previdência privada ganhasse destaque em 2017. De acordo com dados da Federação Nacional de Previdência Privada, em 2016, quase 13 milhões de pessoas, 6,2% da população nacional, contavam com um plano complementar e o crescimento apresentado foi de 5% em comparação ao ano anterior.

Na contramão do mercado, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3,5 milhões de associados viu a sua captação líquida de previdência crescer 79% no primeiro semestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano passado, com o valor de captação passando de R$ 35,3 milhões para R$ 63,2 milhões.

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Número de recuperações judiciais cai 26,3% em julho

De acordo com Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, em julho foram requeridos 129 pedidos de recuperações judiciais, queda de 26,3% em relação a julho de 2016. Já em relação a junho deste ano, os pedidos aumentaram 16,2%. As micro e pequenas empresas lideraram os requerimentos de recuperação judicial em julho de 2017, com 70 pedidos, seguidas pelas médias (37) e pelas grandes empresas (22).

No acumulado de janeiro a julho de 2017, foram requeridos 814 pedidos de recuperações judiciais, queda de 25,9% do que o registrado no mesmo período em 2016. De janeiro a julho de 2016, foram 1.098 ocorrências contra 627 em 2015. Nestes sete meses de 2017, as micro e pequenas empresas tiveram 473 pedidos, seguidas pelas médias (216) e pelas grandes empresas (125).

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Santander oferece até 15% de desconto em taxas de juros das linhas de crédito pessoal e consignado

Para dar fôlego financeiro aos clientes que querem liquidar os gastos extras contraídos em julho, o Santander oferece até 15% de desconto nas taxas de juros das linhas de crédito pessoal e consignado. A redução vale para contratações feitas nos canais digitais do Banco (internet banking e App Santander) e na rede de agências entre hoje e a próxima segunda-feira, dia 7. O corte de até 15% das taxas também vale para os produtos de renegociação de dívida contratados nos meios digitais. Entre os dias 7 e 11 de agosto, o desconto passa a ser válido apenas para a rede de agências.

Além disso, os clientes de cartões de crédito interessados em organizar sua vida financeira terão o prazo de pagamento estendido para até 24 meses no Parcelamento da Fatura. “As campanhas sazonais visam oferecer as melhores soluções e serviços financeiros para atender às necessidades do cliente, de forma responsável, principalmente neste momento em que identificamos um início de retomada da economia”, diz o diretor executivo de Pessoa Física do Santander, José Roberto Machado.

Magazine Luiza encerra segundo trimestre do ano com maior lucro de sua história

O Magazine Luiza (B3: MGLU3), uma das maiores redes de varejo do Brasil, acaba de apresentar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) os resultados relativos ao segundo trimestre de 2017. Pelo sexto trimestre consecutivo, a companhia registra melhoria em todos os seus indicadores, fruto da execução da estratégia de transformação do Magazine Luiza em uma plataforma digital, com pontos físicos e calor humano. No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou o maior lucro líquido para o período em seus 60 anos de história: 72 milhões de reais, um crescimento de quase 600% em relação ao segundo trimestre de 2016. O Ebtida (lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) aumentou 44%, atingindo 236 milhões de reais. No consolidado do primeiro semestre de 2017, o lucro do Magazine Luiza foi de 131 milhões de reais, um crescimento de 736% em relação ao mesmo período do ano passado.

A melhoria sistemática dos resultados é explicada por uma conjunção de fatores, todos ligados à estratégia central de transformação digital. No segundo trimestre deste ano, as vendas do Magazine Luiza cresceram em todos os canais.
No e-commerce – site, aplicativo e redes sociais – o aumento foi de 55% (no trimestre passado, as vendas nas plataformas digitais da companhia já haviam registrado crescimento superior a 50%). Atualmente, o e-commerce já representa 28% do faturamento total do Magazine Luiza. Um dos destaques do trimestre, nesta área, foi o desempenho das vendas pelo app, com 6,2 milhões de downloads. O aplicativo do Magazine Luiza foi eleito pelo Google em 2016 um dos melhores do Brasil.

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