Microsoft e Gartner participam de evento do Sistema Fiep em Curitiba para falar sobre indústria 4.0

Voltado para industriais, empreendedores e interessados em tecnologia e inovação industrial, a “Jornada para o Mundo Digital”, evento que é promovido pelo Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Sistema Fiep), acontece nesta quarta-feira (16), no Campus da Indústria em Curitiba. Gratuita, a jornada tem como objetivo aprofundar conhecimentos e mostrar como a Indústria 4.0 impacta no progresso do setor industrial. O evento – começa às 9 horas e segue até às 17 horas – terá palestras, workshops e painéis de discussão com renomados profissionais da área e cases de inovação em processos produtivos.

Durante o evento, serão apresentadas experiências de indústrias instaladas no Brasil que já implantaram processos alinhados com a indústria 4.0. Elas fazem parte de um grupo de empresas que já compreendeu os ganhos de competitividade trazidos por esta nova forma de produção. A Microsoft, a Kick Ventures, a Whirlpool e a Gartner são algumas delas.

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Indústria cresce 0,5% no primeiro semestre de 2017

No índice acumulado entre janeiro e junho de 2017, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial mostrou crescimento de 0,5%, com resultados positivos em duas das quatro grandes categorias econômicas e em 13 dos 26 ramos pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias (11,7%) e indústrias extrativas (6,0%) exerceram as maiores influências positivas na formação da média da indústria, impulsionadas, em grande parte, pelos itens automóveis, veículos para transporte de mercadorias, caminhão-trator e autopeças, na primeira; e minérios de ferro, óleos brutos de petróleo e gás natural, na segunda. Outras contribuições positivas relevantes sobre o total nacional vieram de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (18,6%), de metalurgia (3,6%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (5,1%) e de máquinas e equipamentos (2,4%).

Por outro lado, entre as treze atividades que apontaram redução na produção, no primeiro semestre, coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-7,6%) e produtos alimentícios (-2,2%) assinalaram as maiores contribuições negativas no total da indústria, pressionadas, em grande parte, pelos itens óleo diesel e álcool etílico, na primeira; e açúcar cristal e VHP, sorvetes, picolés, carnes de bovinos congeladas, sucos concentrados de laranja e rações, na segunda. Vale destacar também os resultados negativos vindos de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-7,4%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,8%), de outros equipamentos de transporte (-11,6%), de produtos de minerais não-metálicos (-3,9%) e de impressão e reprodução de gravações (-14,2%).

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Confiança da Indústria cresce em julho

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 1,3 ponto em julho de 2017, para 90,8 pontos. Com o resultado, o índice recupera menos da metade da queda de 2,8 pontos ocorrida no mês anterior. “A alta da confiança industrial no mês atenua a queda de junho mas é insuficiente para sinalizar uma retomada da tendência ascendente observada entre janeiro e maio deste ano. Grande parte da alta decorre da devolução da expressiva piora, no mês passado, das projeções para a evolução do pessoal ocupado. O grau de ociosidade retornou ao nível de maio e o setor não sinaliza aquecimento da produção nos próximos meses”, afirma Tabi Thuler Santos, coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV/IBRE.

A alta da confiança alcançou 10 dos 19 segmentos industriais e atingiu tanto as percepções sobre a situação atual quanto as expectativas. O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 1,4 ponto, para 88,4 pontos; o Índice de Expectativas (IE) aumentou 1,3 ponto, para 93,4. Ambos os subíndices não recuperaram as perdas registradas em junho, de 2,0 pontos e 3,6 pontos, respectivamente.

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Indústria 4.0 melhora a eficiência e traz ganhos às empresas

Como a digitalização na manufatura e a automação podem resultar em ganhos para a indústria e principalmente para a sociedade? Para os especialistas Peter Post e Steven Ashby, o aumento da eficiência energética, a redução dos custos de manutenção e o conhecimento – a partir de dados precisos – sobre a performance operacional dos produtos ao longo de toda sua vida útil, são apenas algumas aplicações do que se convencionou chamar de Indústria 4.0. O tema foi debatido em um painel realizado nessa terça-feira (27), no 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, promovido pelo Sebrae e pela Confederação Nacional da Indústria, em São Paulo.

O professor alemão Peter Post é vice-presidente de Pesquisa Aplicada da Festo AG & Co. KG. A empresa tem se destacado mundialmente na automação de processos e manufatura. “Precisamos pensar nas pessoas, em primeiro lugar. A produção precisa estar centrada no humano”, afirma. “Na Alemanha, estamos usando a Indústria 4.0 para desenvolver novos modelos de negócio e de serviços, otimizar e simplificar os processos de engenharia e realizar a manutenção preventiva dos produtos”, destaca. A internet das coisas e a integração dos sistemas, segundo Peter Post, permitem hoje às empresas monitorar seus produtos desde o momento da produção até o uso pelos consumidores. Isso propicia não apenas o desenvolvimento de soluções de engenharia e aprimoramento dos produtos, como também a cr iação de novos mercados.
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Custo da matéria-prima e carga tributária são gargalos da indústria do trigo

O custo da matéria-prima, a carga tributária elevada e a concorrência internacional são as principais preocupações dos empresários da cadeia produtiva da triticultura no Paraná. Apesar destas dificuldades, o setor tem avançado. Os industriais do setor investiram R$ 1 bilhão nos últimos 10 anos e a indústria do trigo paranaense tornou-se referência em todo o Brasil. Os investimentos, no entanto, foram direcionados mais ao processo produtivo e menos em inovação e lançamento de novos produtos, onde há espaço para mais avanços. As informações constam da versão atualizada do Panorama Setorial da Indústria do Trigo, lançado nesta segunda-feira (26) pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) e Sindicato da Indústria do Trigo (Sinditrigo).

“A queda na atividade econômica que afetou, em maior ou menor grau, todos os segmentos, não poupou a cadeia produtiva do trigo. O setor tem inúmeros desafios a serem superados e o Panorama Setorial traz informações relevantes para auxiliar no planejamento de estratégias, na tomada de decisões e na implantação de ações que impulsionem os negócios do setor”, disse o presidente da Fiep, Edson Campagnolo. “Este estudo é muito representativo porque foi construído não apenas com base em dados de organismos oficiais, mas também com informações coletadas juntos aos industriais”, disse Reinaldo Tockus, superintendente da Fiep, durante o lançamento. “Esperamos que este estudo seja um instrumento de direcionamento para toda a cadeia produtiva do setor e que possa fazer diferença em seus negócios”, frisou.

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