15º Prêmio Paranaense de Excelência Gráfica mostra caminho para setor espantar a crise

O 15º Prêmio Paranaense de Excelência Gráfica Oscar Schrappe Sobrinho, entregue no último dia 23, no Santa Mônica Clube de Campo, em Colombo, região de Curitiba, deixou muito claro os caminhos para se sobressair nestes tempos de crise econômica. As três principais vencedoras – Corgraf (12 troféus), Malires (10) e Midiograf (9) têm em comum a busca por diferenciação no mercado, e, com isso, sinalizam crescimento que pode chegar a 20% em 2017, enquanto que a expectativa geral no setor, segundo a Abigraf Nacional (Associação Brasileira da Indústria Gráfica) é de haver decréscimo de 0,5% na produção.

O Prêmio é realizado pelo Sigep/Abigraf-PR (Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado do Paraná e Associação Brasileira da Indústria Gráfica – Abigraf Regional Paraná), com a coordenação e auditoria da ABTG (Associação Brasileira da Indústria Gráfica). Concorreram 36 empresas, que inscreveram 431 produtos em 52 categorias, que vão de cartão de visitas a embalagens. Maior ganhadora na história do Prêmio, totalizando 134 troféus nesses 15 anos, a Corgraf, de Colombo-PR, sempre utilizou a premiação como um balizador do seu trabalho. “Não criamos produtos para ganhar prêmio, mas o fato de sempre sermos vitoriosos aponta que o que fazemos tem qualidade e, portanto, estamos no caminho certo”, diz o diretor da empresa, André Linhares.

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Com investimento de R$ 1 bilhão, indústria paranaense do trigo evolui e torna-se referência no Brasil

Daniel Kümmel, presidente do Sinditrigo.

A indústria do trigo do Paraná tem um parque moageiro moderno, com elevado grau tecnológico e alta capacidade produtiva. A qualidade atual desta indústria é resultado de investimentos de cerca de R$ 1 bilhão realizados nos últimos 10 anos pelos empresários do setor. Com mão de obra especializada e equipamentos de última geração, o setor já conquistou diversas certificações que comprovam sua qualidade. Estas e outras informações constam da versão atualizada do Panorama Setorial da Indústria do Trigo, que será lançada segunda-feira, 26 de junho, em Curitiba. O estudo foi realizado em parceria pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) e pelo Sindicato da Indústria do Trigo (Sinditrigo). A primeira versão foi lançada em 2011.

“O nosso setor está preparado para atender o Brasil quando houver a retomada do crescimento da economia e o consequente aumento da demanda”, destaca Daniel Kümmel, presidente do Sinditrigo. Segundo ele, a indústria paranaense do trigo é altamente competitiva e diversificada, produzindo farinhas tanto para a indústria de massas e biscoitos quanto para a panificação e varejo. O presidente do Sindicato conta que a qualidade do produto final é resultado também da melhoria do trigo, com investimento em genética. “Antigamente precisávamos importar trigo de qualidade para um melhor produto final. Hoje não temos mais esta necessidade e trabalhamos praticamente com 100% de trigo nacional”, informa.
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Indústria gráfica paranaense ganha novo espaço para formação de mão de obra

Como parte do 16º InformAÇÃO – Fórum Paranaense de Tendências para a Indústria Gráfica, foram apresentadas nessa quarta-feira (21), à noite, as novas instalações da Oficina da Área Gráfica da Unidade Sesi/Senai – Portão, em Curitiba. Cerca de 130 pessoas conheceram o espaço, que está mais moderno e completo. O InformAÇÃO está sendo realizado de 19 a 24 de junho pelo Sigep/Abigraf-PR (Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado do Paraná e Associação Brasileira da Indústria Gráfica – Abigraf Regional Paraná) para aprimoramento do setor.

A nova Área Gráfica conta com equipamentos de impressão trazidos da antiga escola gráfica da unidade Sesi/Senai – CIC. “Fizemos a mudança de local porque aqui no Portão o espaço é maior. São cerca de 400 metros quadrados contra 300 metros do endereço antigo, o que possibilita acomodar melhor os equipamentos e ter um layout pensado especificamente para todas as etapas do processo de produção gráfica”, explicou Marcos José Cavalli Franco, coordenador administrativo da unidade.
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Investimento em máquinas e equipamentos cai mais de 20% nos primeiros quatro meses do ano

No mês de abril de 2017 os investimentos em máquinas e equipamentos registraram queda de 23,2% em relação a março de 2017, na comparação interanual, observou-se queda (26,3%) esta é a 10º queda consecutiva neste tipo de comparação. No ano (jan-abr), o consumo de máquinas e equipamentos acumulou queda de 21,9%. Estes dados indicam ser prematuro anunciar uma retomada dos investimentos.

As vendas realizadas pela Indústria de Bens de Capital no mês de abril/17, caíram 20,6%, na comparação com março/17. Na comparação interanual a queda foi de 10,5%, 25ª queda consecutiva. No ano (jan-abr) as vendas acumularam queda de 10%. A média mensal de vendas em 2017 (R$ 5 bilhões) é o pior resultado da série histórica iniciada em 1999. No mercado interno, após crescimento de 11% registrado em março em relação a fev/17, abril registrou queda de 8,6%, e levou o resultado do ano a queda de 1,6% em relação a 2016 (jan-abr).

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2017 será um ano de ajustes para o setor de embalagens plásticas flexíveis

Otávio Carvalho.

Em um cenário onde os preços do gás natural e do petróleo permanecem baixos – por volta de US$ 60 o barril de petróleo – alguns analistas apostam que nos próximos 3 a 4 anos haverá uma onda de investimentos, principalmente em plantas de PE (polietileno). Segundo Otávio Carvalho, da Maxiquim, empresa que produz um estudo de mercado exclusivo para a Abief, isto levará a uma queda entre 15% e 20% no preço das resinas já em 2018, em comparação a 2016, especialmente na Europa.

Em 2016 estima-se que a demanda brasileira de PE e de PP (polipropileno) tenha superado a marca de 3,8 milhões de toneladas, com uma leve alta em PP (0,6%) e queda em PE (1,4%), no comparativo com o ano anterior. Mundialmente a produção de PE está avaliada em 110 milhões de toneladas, com uma demanda ao redor de 100 milhões de toneladas. Para 2017, a previsão é de um aumento de demanda de 0,3% nestas poliolefinas que a longo prazo se manterá em alta entre 2% e 3% ao ano.
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