Cesta da Páscoa está 2,61% mais cara este ano

A cesta de Páscoa registrou aumento de 2,61%, em comparação com o ano passado. A taxa está abaixo da inflação acumulada entre abril de 2017 e março deste ano pelo IPC-10 da FGV, que foi de 2,87%. A pesquisa foi divulgada pelo Instituto Brasileiro da Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/IBRE). Entre os alimentos de maior consumo na Páscoa, os que mais tiveram elevação foram: batata-inglesa (16,18%), sardinha em conserva (11,82%) e atum (5,74%).

“Em comparação com 2017 houve aceleração dos preços, mas os principais itens do almoço bacalhau (-9,37%) e azeite (-0,65%) apresentaram queda em seus preços o que pode aliviar as despesas com a ceia. Em 2017, a cesta havia subido 0,36% e os produtos de Páscoa esse ano subiram 2,61%”, explica André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE.

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Reajuste menor da mensalidade escolar em 2018 reduz ritmo da inflação dos mais ricos

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta terça-feira (13), mostra um recuo mais expressivo no ritmo de crescimento dos preços para a parcela mais rica da população em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2017. Isso porque os reajustes das mensalidades escolares em 2018 (7,0%, em média, nos ensinos infantil, fundamental e médio) ficaram cerca de 2 pontos percentuais abaixo do registrado no ano passado.

Enquanto em fevereiro de 2017 a inflação do segmento de renda alta havia sido de 0,78%, no mesmo mês deste ano ela fechou em 0,66%. Para as famílias de renda muito baixa, essa variação foi de 0,09% para 0,08%. Com esses resultados, nos dois primeiros meses de 2018 a inflação das famílias de renda menor correspondeu a quase um terço da registrada na classe de renda mais alta.

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IGP-DI recua em janeiro

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,58%, em janeiro. A variação registrada em dezembro foi de 0,74%. Em janeiro de 2017, a variação foi de 0,43%. Em 12 meses, o IGP-DI acumulou variação de -0,28%. O IGP-DI de janeiro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,58%, em janeiro. Em dezembro, a taxa foi de 1,07%. O índice relativo a Bens Finais apresentou variação de 0,16%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,45%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,75% para -1,55%. O índice deBens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou variação de -0,08%, ante 0,35%, no mês anterior.

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Temperatura alta, preços em baixa

As temperaturas estão elevadas, mas os preços esfriaram e deram uma trégua ao bolso do consumidor. Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) apontou que os produtos e serviços mais consumidos no verão registraram queda de 1,35%, na taxa de variação acumulada entre janeiro e dezembro de 2017.

Os dados têm como base no Índice de Preços ao Consumidor (IPC/FGV), calculado pelo IBRE. O principal destaque, segundo o coordenador do IPC do FGV IBRE e responsável pela pesquisa, André Braz, são as frutas, que registram o maior recuo de preços, ficando em média 15,59% mais baratas. As passagens aéreas também caíram (9,56%), assim como os protetores para pele (6,15%) e hotéis, que baixaram 4,21% no mesmo período.

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Brasileiros estão pouco familiarizados em relação à meta de inflação

O regime de metas de inflação foi instituído há 20 anos no país, mas os brasileiros ainda estão pouco familiarizados com essa política monetária. O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) ouviu 2.057 pessoas e verificou que 74,1% dos entrevistados sabem que o governo adota o regime de meta. Porém, apenas 12,6% responderam corretamente a meta em vigor, que está em 4,5%.

Segundo a economista e coordenadora da Sondagem do Consumidor do FGV IBRE, Viviane Seda, saber o percentual definido pelo Banco Central auxilia o consumidor em suas projeções para a economia. “O regime de metas de inflação colabora para a ancoragem das expectativas dos consumidores, ajudando a reduzir os custos do controle da alta de preços”, destacou. A pesquisa mostra que o conhecimento da meta de inflação está associado à renda. Entre os que ganham até R$ 2.100,00, apenas 1% acertou a meta. O percentual aumenta para 5,4%, para os com renda familiar entre R$ 2.100,01 e R$ 4.800,00; e para 12,1%, na faixa entre R$ 4.800,01 e R$ 9.600,00; atingindo 22,1% (renda maior que R$ 9.600,00).
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