Inflação do carro sobe 0,26% em julho

inflação do carroMesmo com o preço dos combustíveis em queda, o custo para o motorista andar e manter o carro subiu no mês passado. A Inflação do Carro da Agência AutoInforme registrou alta de 0,26% em julho. Agora a inflação acumulada é de 3,36%. O índice é apurado após levantamento de preços de todos os itens necessários para o motorista andar de carro e fazer a manutenção preventiva, em cinco grupos de despesas: peças de reposição, serviços, seguros, impostos de circulação e combustíveis.

A gasolina ficou 0,44% mais barata no mês e o etanol teve queda mais expressiva, de 1,5%. Na média, o preço dos combustíveis recuou 1,13% em julho.

O resultado é preocupante, aponta tendência de alta na Inflação do Carro, porque gasolina e etanol são responsáveis por cerca de 30% do total dos gastos do motorista, e a queda de preço destes itens não foi suficiente para conter a alta da inflação do carro.

As maiores altas ocorreram no setor de serviços, que, na média, teve alta de 1,1%. O item que mais subiu foi a lavagem: a lavagem simples ficou 8,5% mais cara e a completa subiu 2,5%. A maioria dos itens que compõem a inflação do carro teve alta de preço. Confira a tabela abaixo.

Itens que mais subiram em junho:

Itens

Variação %

Lavagem simples

8,52

Lavagem completa

2,46

Mão de obra / Revisão

1,35

Seguro total

0,92

Pneus

0,84

Fonte – Autoinforme

Preço da cesta básica dos curitibanos cai 5% em julho

tomate e batataA cesta básica de Curitiba apresentou queda de 5,04% em julho em relação a junho. Apesar da redução, o custo da cesta, composta de 13 produtos, acumula alta de 3,08% nos últimos sete meses e registra elevação de 4,35% nos últimos 12 meses. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o custo da cesta básica para uma família curitibana (1 casal e  2 crianças) foi  de  R$ 838,98, sendo necessário 1,24 salários mínimos somente para satisfazer as necessidades do trabalhador e sua família com alimentação.

Os produtos que registraram as maiores quedas em julho foram o tomate (-38,39%), batata (-19,10%), açúcar (-3,24%) e arroz (-0,91%). As maiores altas foram constatadas no leite (+3,02%), feijão (+2,9%) e carne (+3,24%).

Segundo a pesquisa do Dieese, um trabalhador que recebe um salário mínimo mensal de R$ 678 teve que gastar 47,05% do salário para garantir a alimentação mínima mensal necessária estabelecida pelo governo.

Todas as 18 capitais brasileiras pesquisadas pelo Dieese registraram queda da cesta básica no mês passado. As retrações mais expressivas ocorreram em Brasília (-8,86%), Florianópolis (-7,61%) e Porto Alegre (-7,06%). Já as menos expressivas foram registradas em Salvador (-0,18%), Vitória (-1,55%) e Manaus (-1,82%).

São Paulo segue como a capital que apresenta custos mais elevados (R$ 327,44), seguida de Vitória (R$ 310,73) e Manaus (R$ 310,52). Já as cidades com os menores valores registrados foram Aracaju (R$ 239,36), Salvador (R$ 259,73) e Campo Grande (R$ 264,87).

Cesta básica tem queda de 1,15% em junho

cesta básicaA cesta básica de Curitiba registrou queda de 1,15% em junho. No primeiro semestre do ano houve uma alta de 8,55%. No acumulado em 12 meses a cesta básica subiu 12,40%. Dos 13 produtos da cesta básica, sete subiram e seis tiveram queda. De acordo com a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) do Paraná, as maiores altas no mês passado foram verificadas em batata,13,55%; feijão, 4,03%; leite, 3,54%; farinha de trigo, 1,74%; carne, 1,38%; arroz, 0,46%; pão, 0,14%. As maiores quedas de junho ficaram com banana -12,58%; tomate -11,94%; óleo de soja -4,21%; café -3,27%, manteiga -2,16% e açúcar -1,07%

O custo da ração alimentar essencial mínima para uma família curitibana, composta de casal e duas crianças,  em junho, foi  de  R$ 883,50, sendo necessário 1,30 salários mínimos somente para satisfazer as necessidades do trabalhador e sua família com alimentação.

Inflação do carro tem em junho a primeira queda no ano

carros-importados-luxo1A Inflação do Carro da Agência AutoInforme  teve em junho o primeiro recuo no ano, com queda de 0,73%. O índice negativo foi impulsionado pela queda do preço dos combustíveis. A inflação acumulada no semestre é de +3,09%. A gasolina recuou 0,83% no mês e o etanol teve queda mais expressiva: seu preço caiu 4,42% em relação a maio.

O estudo apura os preços de todos os itens necessários para o motorista andar com o carro e fazer a manutenção defensiva. São cinco grupos: peças de reposição, serviços, combustíveis, seguros e impostos de circulação. A maioria dos itens que compõe a cesta de produtos da Inflação do Carro permaneceu com os preços estáveis. A maior alta foi do jogo de velas, que oscilou 0,96% para cima; o jogo de amortecedores subiu 0,78%.

Cesta básica ficou mais barata em 12 capitais

cesta básicaDas 18 capitais pesquisadas em maio pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), 12 apresentaram redução dos preços da cesta básica. A predominância de reduções nos preços dos alimentos não ocorria desde novembro do ano passado. As maiores retrações foram apuradas em Manaus (-4,91%), Salvador (-3,76%), e Belo Horizonte (-3%). As altas ocorreram em seis capitais, sendo que as mais significativas foram registradas em Campo Grande (3,59%), Porto Alegre (3,49%) e Goiânia (3,43%). Em Curitiba, a elevação foi de 0,41% em relação ao mês de abril.

Apesar de o preço da cesta paulistana ter diminuído (-0,65%) no último mês, São Paulo continuou a ser a capital onde se apurou o maior valor para o conjunto de produtos essenciais (R$ 342,05). Na sequência aparece Vitória (R$ 325,87), Porto Alegre (R$ 323,17) e Manaus (R$ 322,98). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 240,72), Salvador (R$ 257,98) e Campo Grande (R$ 281,40). Na capital paranaense a cesta básica, em maio, teve um custo de R$ 297,92.

Com base no custo apurado para a cesta de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser capaz de suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em maio deste ano, o menor salário pago deveria ser de R$ 2.873,56, ou seja, 4,24 vezes o mínimo em vigor, de R$ 678,00. Em abril, o mínimo necessário era maior, equivalendo a R$ 2.892,47 ou 4,27 vezes o piso vigente. Em maio de 2012, o valor necessário para atender às despesas de uma família chegava a R$ 2.383,28, o que representava 3,83 vezes o mínimo de então (R$ 622,00).

No acumulado dos primeiros cinco meses de 2013, as 18 capitais apresentaram alta nos preços da cesta básica. As maiores elevações situaram-se em João Pessoa (20,49%), Aracaju (17,97%) e Natal (17,53%). Os menores aumentos foram verificados em Florianópolis (5,69%), Belo Horizonte (8,22%) e Porto Alegre (9,78%).
Em 12 meses – entre junho de 2012 e maio último – período em que o Dieese divulgava a estimativa de preços da cesta básica em 17 capitais, sem os dados de Campo Grande  (MS), os aumentos do custo da cesta básica, embora em desaceleração, ainda estão acima de 10% em todas as regiões. As maiores variações ocorreram em: Fortaleza (26,85%), João Pessoa (26,84%) e Rio de Janeiro (23,39%). As menores taxas foram verificadas em Salvador (13,03%), Curitiba (16,68%) e Manaus (18,37%).