Expectativa de inflação dos consumidores recua e atinge menor nível desde fevereiro de 2008

A expectativa de inflação dos consumidores brasileiros para os 12 meses seguintes recuou 0,1 ponto percentual (p.p.) em dezembro, para 5,8%, o menor nível desde fevereiro de 2008. A atual tendência de queda iniciou-se em fevereiro do ano passado, acumulando um recuo de 5,6 pontos percentuais no período.

“No ano, a expectativa de inflação futura caiu aproximadamente 3 p.p., acompanhando de certa forma a queda da inflação medida pelo IPCA. Para o primeiro trimestre de 2018, espera-se continuidade da tendência de queda das expectativas de inflação, refletindo, dentre outras coisas, a divulgação do número fechado do IPCA de 2017 abaixo do piso da meta de inflação para o ano, de 3%”, afirma o economista Pedro Costa Ferreira, da FGV/IBRE.

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IGP-M acelera na primeira prévia de dezembro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou taxa de variação de 0,73%, na apuração referente ao primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período de apuração do mês anterior, este índice registrou taxa de -0,02%. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGP-M de dezembro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 30 do mês de novembro.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,96%, no primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período do mês de novembro, o índice variou -0,09%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de 0,19% para 0,47%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,31% para 1,08%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 1,47%, ante 1,70%, no mês anterior. A principal contribuição para este recuo partiu do subgrupo suprimentos, que passou de 2,88% para 0,89%.
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Anbima projeta IPCA de 3,2% para o fechamento de 2017

O Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) revisou para cima a projeção do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de novembro, que passou de 0,35% para 0,49%. Para dezembro, a estimativa foi de 0,47%.

Caso essas projeções se efetivem, o IPCA acumulado no ano fechará em 3,2%, pouco acima do piso da meta de inflação de 3,0% prevista para este ano pelo Banco Central. Seria o menor resultado do IPCA desde 2006, quando foi registrada variação de 3,1%. Naquele ano, o piso da inflação era de 2,5%.

Inflação para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos recua em agosto

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) do mês de agosto apresentou variação de -0,13%, taxa 0,44 ponto percentual (p.p.) abaixo da apurada em julho, quando o índice registrou variação de 0,31%. Com este resultado, o indicador acumula alta de 1,71%, no ano e, 2,07%, nos últimos 12 meses.

Seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: Habitação (1,36% para 0,24%), Alimentação (-0,36% para -1,04%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,14% para -0,07%), Educação, Leitura e Recreação (0,31% para 0,05%), Comunicação (0,40% para -0,04%) e Despesas Diversas (0,30% para 0,15%). Nestes grupos, os destaques partiram dos itens: tarifa de eletricidade residencial (6,50% para 0,54%), hortaliças e legumes (-0,77% para -7,61%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,01% para -0,37%), salas de espetáculo (1,57% para 0,26%), pacotes de telefonia fixa e internet (2,43% para 0,00%) e cartão de telefone (1,43% para 0,00%), respectivamente.

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IGP-M tem alta de 0,10% em agosto, mas acumula no ano deflação de 2,56%

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,10%, em agosto. Em julho, o índice caiu 0,72%. Em agosto de 2016, a variação foi de 0,15%. A variação acumulada em 2017, até agosto, é de -2,56%. Em 12 meses, o IGP-M registrou taxa de -1,71%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de -0,05%. No mês anterior, a taxa foi de -1,16%. O índice relativo aos Bens Finais variou -0,85%, em agosto. Em julho, este grupo de produtos mostrou variação de -1,37%. Contribuiu para esta taxa menos negativa o subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa de variação passou de -4,84% para 0,24%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de -0,58%. Em julho, a taxa foi de -0,52%.

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