Quanto vale um parque?

O Parque Barigui tem um retorno sobre o investimento de R$ 12,50 para cada real investido.

Em meio a discussões envolvendo a importância da criação e manutenção de Unidades de Conservação (UCs) para o meio ambiente e para a economia brasileira, nesta quarta-feira (14), o País comemora o Dia dos Parques Nacionais. Presentes no dia a dia da população, os parques têm uma importância muito maior do que apenas a ambiental.

Para comprovar isso, no último ano, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza realizou um estudo em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Curitiba (SMMA), com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA) e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Desenvolvido pela Fundação Grupo Boticário, o roteiro metodológico de valoração dos benefícios sociais e econômicos de unidades de conservação, que pode ser adaptado a qualquer área protegida, pública ou privada, foi aplicado em cinco parques do Paraná mostrando que, ao todo, eles geram benefício superior a R$ 80 milhões por ano ao estado.

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Estudo apresenta valor econômico e social de cinco parques do Paraná

Para gerar mais argumentos que incentivem a criação e manutenção de Unidades de Conservação (UCs), a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza desenvolveu um roteiro metodológico que permite estimar os benefícios sociais e econômicos gerados pelas UCs. Após estudos iniciais, ele foi aplicado em 2016 em cinco parques do Paraná. Os resultados mostram que as cinco áreas geram, ao todo, cerca de R$ 80 milhões por ano à capital paranaense e ao estado. O estudo foi realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Curitiba (SMMA) e com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA) e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

Em Curitiba, a UC valorada foi o Parque Natural Municipal Barigui, que soma R$ 43 milhões em benefícios valorados por ano. O estudo incluiu quatro parques estaduais (PE): PE das Lauráceas (R$ 18,7 milhões), entre Tunas do Paraná e Adrianópolis; PE de Vila Velha (R$ 13 milhões), em Ponta Grossa; PE Pico do Marumbi (R$ 4,4 milhões), em Morretes, Piraquara e Quatro Barras; e PE do Cerrado (679 mil), em Jaguariaíva.

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Instituto Paraná Reciclagem está perto de se tornar realidade

 Rommel Barion,presidente do Sincabima.
Rommel Barion,presidente do Sincabima.

Nas próximas semanas, sindicatos do Paraná devem assinar o requerimento para a fundação do Instituto Paraná Reciclagem – o InPAR. Entre eles estão o Sincabima, Sindicarne, Sindiavipar, Sinduscafé, Sinditrigo e Sipcep. “No dia 31 de outubro, nos reunimos na Fiep e, após muitas discussões, avançamos nas negociações para a criação do instituto, que tem como propósito promover a adequação das empresas do setor de alimentos à Política Nacional de Resíduos Sólidos, a fim de minimizar os impactos de suas atividades ao meio ambiente”, afirma o presidente do Sincabima, Rommel Barion.

Barion ressalta que existe um compromisso assinado entre o grupo de sindicatos e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – a Sema. O InPAR, que deve ter apoio da Fiep, ajudará as empresas a cumprirem o Programa de Logística Reversa, por meio do Programa Bom Exemplo Floresce, desenvolvido exclusivamente para a realidade do setor alimentício. “A ideia é alertar as empresas associadas na adequação à legislação para evitar multas e autuações”, destaca.

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Mais de 130 organizações revelam suas emissões de gases de efeito estufa no maior levantamento voluntário do Brasil

efeito estufaOs pesquisadores do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentarão os resultados dos inventários de emissão de gases de efeito estufa de 2015 das organizações membros do Programa Brasileiro GHG Protocol. Os números dos inventários representam uma fotografia importante das emissões de GEE das organizações brasileiras e oferecem um panorama de como está a gestão das emissões das organizações do país.

São 136 empresas participantes, que atuam em setores-chave da economia brasileira. Os dados, assim como as análises setoriais e as tendências para a realização de inventários resultantes da recente assinatura do Acordo de Paris, serão divulgados durante o evento de 8 de agosto, das 8h30 às 12h30, que acontece no anfiteatro do Hospital Sírio-Libanês, um dos membros do Programa, na cidade de São Paulo.

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Fundação Grupo Boticário seleciona projetos ambientais para apoio financeiro

Floresta com  Araucárias Foto - Haroldo Palo Jr .
Floresta com Araucárias. Foto – Haroldo Palo Jr 

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza acaba de abrir as inscrições do tradicional ‘Programa de Apoio a Ações de Conservação’. Para essa edição, é possível concorrer em três categorias: ‘Apoio a Projetos’, ‘Apoio a Programas’ e ‘Biodiversidade do Paraná’. As inscrições ficam abertas até 31 de agosto, neste link.

A iniciativa visa potencializar a geração de conhecimento, através de pesquisas e estudos da biodiversidade brasileira, além de estimular ações que promovam mudanças positivas no cenário ambiental do país. “Incentivamos projetos que tragam resultados efetivos para a proteção da biodiversidade e contribuam com o cumprimento das metas ambientais internacionais com as quais o país esteja comprometido” afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário.

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