Brasil atinge marca de 450 mil toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas corretamente destinadas

A correta destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas traz muitos benefícios.

O programa brasileiro de logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas acaba de atingir um grande marco: 450 mil toneladas do material foram encaminhadas para destinação ambientalmente correta desde o início do funcionamento do Sistema Campo Limpo, em 2002. Isso equivale ao peso de 75 mil elefantes, ou a 393 estátuas do Cristo Redentor. O Brasil é líder e referência mundial no setor, e o Sistema Campo Limpo, que contribuiu com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, tem servido de exemplo para muitos países.

“Esse resultado é proveniente do engajamento de todos os elos da cadeia produtiva (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público), que cumprem com suas responsabilidades compartilhadas, fazendo a agricultura brasileira mais sustentável e contribuindo com um mundo melhor para futuras gerações”, destaca João Cesar M. Rando, diretor-presidente do inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias).

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Poucas empresas adotam a logística reversa, que é tema de seminário nesta quarta-feira em Curitiba

Rommel Barion, presidente do Instituto Paranaense de Reciclagem.

Desde que a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovada, as empresas brasileiras não têm outra opção a não ser lidar com seu lixo. E a logística reversa é o caminho para resolver o problema e um grande meio de amenizar a degradação ambiental. Vale destacar que a logística reversa nada mais é do que um conjunto de procedimentos e meios para recolher e dar encaminhamento no pós-venda ou pós-consumo ao setor empresarial, para reaproveitamento ou destinação correta de resíduos.

No Paraná, uma boa parte das empresas possui um plano de logística reversa, mas os números ainda são baixos. Em Curitiba, por exemplo, que é modelo no programa Lixo que não é Lixo, apenas 4% das embalagens são recicladas. Embora o percentual seja pequeno, representa o dobro das demais capitais.

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Porto de Paranaguá se integra à certificação ambiental internacional

O Porto de Paranaguá passou a integrar, nesta semana, o Ecoport – sistema de certificação e gestão ambiental global e internacional desenvolvido especialmente para autoridades e terminais portuários. O Porto paranaense é o primeiro do Brasil a fazer parte do sistema, devido à sua evolução na área ambiental. Ao todo, 91 portos de 21 países fazem parte do sistema, sendo 48 certificados com ISO e outros 25 certificados pelo Sistema de Revisão Ambiental do Porto (PERS – Port Environmental Review System).

O diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, diz que a inclusão de Paranaguá na Ecoport demonstra o reconhecimento dos projetos e ações que vêm sendo desenvolvidos na área de meio ambiente. “Paranaguá é o primeiro porto público do Brasil a dar início a este processo e isto só foi possível em função da atenção que dedicamos ao meio ambiente. A sustentabilidade ambiental tem sido uma das nossas prioridades”, declarou Dividino.

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Curitiba ganha Instituto Paranaense de Reciclagem

Rommel Barion presidirá o INPAR.

Nesta quarta-feira (5), ocorrerá a solenidade de inauguração do Instituto Paranaense de Reciclagem – INPAR – uma iniciativa do Sincabima, Sindicarne, Sindiavipar, Sinduscafé, Sinditrigo e Sipcep, com o apoio da FIEP. “Após muitas discussões, avançamos nas negociações para a criação do instituto, que tem como propósito promover a adequação das empresas do setor de alimentos à Política Nacional de Resíduos Sólidos, a fim de minimizar os impactos de suas atividades ao meio ambiente e destinar adequadamente os resíduos sólidos das embalagens no pós-consumo”, afirma o presidente do Sincabima, Rommel Barion, que também assume, nos próximos dias, a presidência do INPAR.

Barion reforça que o Plano de Logística Reversa para o setor alimentício foi encabeçado pelo Sincabima em parceria com outros cinco sindicatos e apoio da FIEP. Também participaram das reuniões de estruturação e definição do INPAR a Consultoria Roadimex Ambiental e o escritório de advocacia De Paola & Panasolo. O início desse estudo ocorreu quando foi assinado o Termo de Compromisso do setor com a SEMA (Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Paraná) em dezembro de 2014.

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Quanto vale um parque?

O Parque Barigui tem um retorno sobre o investimento de R$ 12,50 para cada real investido.

Em meio a discussões envolvendo a importância da criação e manutenção de Unidades de Conservação (UCs) para o meio ambiente e para a economia brasileira, nesta quarta-feira (14), o País comemora o Dia dos Parques Nacionais. Presentes no dia a dia da população, os parques têm uma importância muito maior do que apenas a ambiental.

Para comprovar isso, no último ano, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza realizou um estudo em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Curitiba (SMMA), com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA) e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Desenvolvido pela Fundação Grupo Boticário, o roteiro metodológico de valoração dos benefícios sociais e econômicos de unidades de conservação, que pode ser adaptado a qualquer área protegida, pública ou privada, foi aplicado em cinco parques do Paraná mostrando que, ao todo, eles geram benefício superior a R$ 80 milhões por ano ao estado.

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