É possível recuperar o cliente insatisfeito? Conheça os quatro passos que permitem o restabelecimento da confiança

Raquel Castro: Quando surge um conflito, é necessário que se busque encontrar a raiz da insatisfação do cliente.

A confiança de um cliente insatisfeito pode ser recuperada por uma empresa? De tão importante, a dúvida já virou tema de estudos diversos, inclusive laboratoriais, e os pesquisadores chegaram à conclusão que, sim, a confiança pode ser restabelecida, desde que o indivíduo atingido (no caso, o cliente) observe uma série de ações confiáveis por parte de seu interlocutor (aqui, a empresa, representada por seu gestor ou colaboradores). “O ideal é que a empresa se prepare antecipadamente, de maneira correta, para enfrentar um conflito. Quando algo dá errado e ela não entrega o que prometeu ou, ainda, o que estava dentro das expectativas do cliente, ela precisa agir organizadamente e estrategicamente para não perder esse cliente ou recuperá-lo”, explica Raquel Castro, Coach, especialista em Educação Corporativa.

Raquel diz que, ainda que a empresa não tenha sido preparada para lidar com o conflito, é possível reverter a situação e reter o cliente em sua carteira. “Mas, como toda relação desestabilizada, essa precisará de atitudes concretas para que volte a existir. E é justamente nestes pontos que a empresa precisará se esforçar para fazer um trabalho muito bem feito”, alerta.
Continue lendo “É possível recuperar o cliente insatisfeito? Conheça os quatro passos que permitem o restabelecimento da confiança”

Dotz investe em projeto para contar histórias de clientes e incentivar a troca

A Dotz, programa de fidelidade líder do varejo brasileiro que já soma mais de 22 milhões de clientes, está apostando na divulgação de histórias reais de pessoas que acumulam e trocam Dotz. Por meio de uma plataforma – investimento de mais de um milhão de reais – e com o objetivo de mostrar a relevância da troca para a Dotz e seus clientes, o projeto #aVidaRendeMaiscomDotz traz, a cada semana, o depoimento de um cliente contando sua experiência de troca. Os vídeos serão veiculados até o fim do ano.

O projeto nasceu a partir de um estudo que mapeou, durante 12 meses, o comportamento e o ticket médio de mais de 18 mil clientes Dotz que fazem compras em quatro supermercados parceiros, de três estados diferentes. De acordo com os dados analisados, a partir da primeira troca, o cliente passa a ter um ticket médio até 53% superior em relação aos clientes que não efetuaram trocas no PDV. “Isso significa que a troca é uma alavanca importante no programa. Nosso propósito é incentivar este comportamento em nossos clientes, mostrando que a Dotz realmente faz a vida das pessoas render mais, aumentando o poder de compra e garantindo momentos especiais por meio das trocas”, explica Daniel Campos, diretor de Marketing e Experiência do Cliente da Dotz.

Continue lendo “Dotz investe em projeto para contar histórias de clientes e incentivar a troca”

Embora fundamental para redução de custos e segurança dos usuários, só 30% das empresas contam com uma política de frota

Os veículos, sejam eles leves ou pesados, fazem parte do dia a dia da maioria das empresas. E muitas companhias, inclusive, contam com grandes frotas, que ultrapassam a marca dos 50 veículos. Por isso, desenvolver uma política de frota e aplicá-la de forma eficiente é fundamental para que as empresas reduzam custos e aumentem a segurança dos usuários dos veículos. Eu conversei com a coordenadora de produtos e serviços da Ouro Verde, Janaína Faria, e ela me disse que apenas 30% das empresas brasileiras que buscam capacitação no segmento frotista possuem uma política de frota estruturada. Este número é considerado muito baixo e reflete a falta de comprometimento das companhias com a construção de um trânsito mais seguro.

Janaína me explicou que a política de frota é considerada o coração de uma boa gestão. Sem ela não é possível que a empresa cobre de seus colaboradores e condutores a melhor utilização dos veículos, manutenção preventiva, multas, caronas, acidentes, economia de combustível e até mesmo evitar problemas trabalhistas e criminais. Além disso, uma política de frotas bem planejada pode ajudar a reduzir significativamente os custos operacionais.

Continue lendo “Embora fundamental para redução de custos e segurança dos usuários, só 30% das empresas contam com uma política de frota”

O que mudou para Investidor Anjo. Confira

Pequenas empresas startup alcançaram mais uma conquista no último dia 21 de julho. A Receita Federal definiu, mediante a Instrução no. 1719/2017, as alíquotas que incidirão sobre os rendimentos obtidos pelos chamados “Investidores Anjo”. Investidor Anjo é toda pessoa física ou jurídica (inclusive fundo de investimento) que investe numa sociedade de pequeno porte que esteja iniciando suas atividades (startup), e cuja parceria atenda às demais características previstas na Lei Complementar 155/2016.

Geralmente, o investidor aporta na sociedade, em contrapartida ao recebimento de uma participação no negócio, cujas regras são definidas em um “contrato de participação”. Tem como principais características o investidor anjo não possuir poder de voto nas deliberações da investida e não responder por suas obrigações, não se confundindo, assim, com um sócio tradicional, apesar de sua remuneração ser calculada com base na sua participação na sociedade.

Continue lendo “O que mudou para Investidor Anjo. Confira”

Projeto de Lei pretende dar novo fôlego a micro e pequenas empresas no Brasil

Micro e pequenas empresas podem ganhar um incentivo a mais para competir com as grandes no mercado brasileiro. É que será entregue na Câmara dos Deputados em Brasília um Projeto de Lei Complementar para criação das Centrais de Negócios (“CN”), com o objetivo de fortalecer e garantir segurança jurídica aos atos conjuntos entre micro e pequenas empresas.

O PLC de 07 de julho foi elaborado por empresários, advogados, consultores e contou com a participação direta do Sebrae, da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa (Sempe), Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Ministério da Agricultura, Apex, ROIT Consultoria e Contabilidade, entre outras instituições e empresas privadas organizadas em redes associativas. O novo texto propõe a revogação do artigo 56 da Lei Complementar n.º 123, de 14 de dezembro de 2006 (que dispõe sobre a Sociedade de Propósito Específico) e sugere a criação de uma nova figura jurídica, que são as CNs.

Continue lendo “Projeto de Lei pretende dar novo fôlego a micro e pequenas empresas no Brasil”