Sete dicas infalíveis para atrair e fidelizar clientes

Para que as empresas consigam sobreviver no mercado e destacar-se da concorrência, o cliente deve ser prioridade. No levantamento realizado pelo Sebrae sobre as principais dificuldades enfrentadas pelas empresas no primeiro ano de atividade, a falta de clientes ficou em primeiro lugar, afetando 29% dos negócios. Pensando nisso, a Octadesk, startup desenvolvedora de sistemas voltados para gestão de relacionamento com os clientes, preparou dicas infalíveis para atrair e fidelizar mais consumidores. Confira:

1. Entenda seu consumidor e dê voz a ele
Para agradar o consumidor é importante entender quais expectativas ele tem e entender os processos pelos quais ele passa até chegar à sua tomada de decisão. Conhecê-lo também é fundamental para determinar as estratégias de marketing do seu negócio. Realize comitês, tanto para a área executiva, como para funcionários e clientes. Assim, você tem contato direto com as opiniões e sugestões que o consumidor tem para oferecer.

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Mercado de certificados digitais continua crescendo, apesar da crise

Na contramão da crise, o mercado de certificados digitais continua crescendo. É que com a obrigatoriedade do uso do certificado digital, nas esferas estadual e federal, o número de emissões tem aumentado significativamente. Ou seja, as empresas precisam de uma identidade virtual para acessarem os sistemas do governo com segurança, como e-Social, e-CAC, o SPED contábil, enviar o Imposto de Renda, entre outros serviços. Além disso, as aplicações são desenvolvidas cada vez mais utilizando essa tecnologia como suporte de segurança.

Segundo relatório do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), as emissões de certificado digital nos primeiros sete meses do ano foram 8% maiores do que o mesmo período de 2016. Em nível de Brasil, a previsão é que até o final deste ano o número de certificações supere a casa 4 milhões. Entretanto, este número ainda é pequeno, já que o Brasil tem mais de 20 milhões de empresas ativas e apenas 25% desse total possui certificado digital.

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Cama, café da manhã e novas culturas são os itens mais importantes para o brasileiro em viagem a trabalho

As viagens de negócios são muito importantes, se não essenciais, hoje em dia, para alcançar sucesso profissional, não só por seu impacto positivo nos negócios, mas também pelas oportunidades que oferecem aos funcionários para expandir seus horizontes e alcançar seu potencial máximo.

A pesquisa realizada em 24 países pela Booking.com para Empresas, líder mundial em conectar viajantes de negócios com a mais ampla variedade de lugares para se hospedar, mostrou que 74% dos profissionais brasileiros dizem que experimentar novas culturas e destinos agrega valor ao seu trabalho, um número superior à média global, que ficou em 60%. Apenas os mexicanos empataram com os brasileiros no grau de importância que dão às viagens de trabalho. A pesquisa foi conduzida com mais de 17 mil profissionais e revela até que ponto eles veem as viagens de negócios como essenciais para o crescimento profissional e sucesso comercial, incluindo diferenças importantes em todas as profissões.

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Crescimento do segmento de pet alavanca oportunidade de renda para empreendedores autônomos

Não é de hoje que a paixão do brasileiro por animais vem impulsionando o mercado de produtos para pets e os números apontam um crescimento ainda maior, tanto pela quantidade de animais, como pelo fato de serem considerados membros da família. O Brasil possui mais de 132 milhões de animais de estimação, de acordo com dados do IBGE de 2013. Calcula-se que os lares brasileiros possuam mais de 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos. Já são mais cachorros em casa do que crianças. Além disso, uma pesquisa divulgada em setembro deste ano e realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), revela que os custos mensais com os animais de estimação giram em torno de R$ 189 mensais e, entre os consumidores pertencentes às classes A e B, esse custo sobe para R$ 224. A pesquisa mostra ainda que 33% dos donos de pets admite que na hora das compras sempre optam por itens que vão além do básico e 21% nunca deixam de comprar algo para seus animais de estimação por falta de dinheiro.

De olho nesse mercado promissor foi lançada, em fevereiro deste ano, a docg., primeira empresa de vendas diretas de produtos para pets no Brasil. O projeto é criação de três empresários com larga experiência no segmento animal. Sandra Schuster e Flávio Pigatto são fundadores da DrogaVET, maior rede de farmácias de manipulação veterinária no Brasil, e Juliano Cortes é franqueado da marca há mais de 10 anos. Tendo como base o sistema de vendas diretas realizadas por consultores autônomos, a empresa aposta na comodidade e facilidade de atendimento oferecida aos clientes e na busca por produtos de qualidade para proporcionar bem-estar e longevidade aos animais de estimação, como o grande segredo do sucesso da docg. Outro fator importante é a oportunidade de renda para quem busca empreender com baixo investimento, um diferencial nesse momento econômico do país.

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Crise afeta setor gráfico e faz com que empresários do Sul do País repensem seus negócios

Jair Leite: gráficas devem procurar diferenciais.

Entre os setores que mais estão sofrendo com a crise econômica está a indústria gráfica. De 2014 a 2016 o setor na Região Sul registrou queda de 10% ao ano. Para este ano, as gráficas projetam uma retração de 3,5% no seu faturamento. Eu conversei com o presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica do Paraná, o empresário, Jair Leite, e ele me disse que além das dificuldades financeiras provocadas pela crise, o setor gráfico também foi afetado pelas novas tecnologias, principalmente a digital.

De acordo com Jair Leite, que está no mercado gráfico há mais de 40 anos, dificilmente o setor vai voltar a ser o que era antes, mas terá que se adaptar às novas realidades, que compreendem as novas tecnologias e tem que saber lidar com as mídias sociais e não só com papel e plástico, como fazia no passado. O presidente da Abigraf do Paraná também chama a atenção para o fato de que a indústria gráfica sofre o reflexo de outros setores. Por exemplo, se a indústria em geral está produzindo menos produtos, automaticamente, a impressão de embalagens vai diminuir.

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