Mortalidade empresarial não é consequência só do dinheiro. Empresas que não inovarem certamente fecharão suas portas

A mortalidade das empresas não é apenas um efeito da desaceleração econômica ou da carência de competências de administração de negócios entre os empresários. Em muitos casos, a morte de um negócio é parte de um processo natural de uma empresa que se recusou a inovar. O fechamento de empresas sempre teve relevância para a Administração, porém é no século 21 que a mortalidade vem impactando cada vez mais negócios de diversos portes. Companhias consolidadas há mais de um século viram suas ações despencarem em alguns meses, forçando uma reorientação no modelo de negócios e, não raro, o inevitável pedido de falência.

Um estudo realizado pela Universidade de Economia de Londres, que reuniu as 100 companhias que tiveram as maiores capitalizações de mercado do mundo em 1912, revelou que 50% dessas empresas não existem mais. E apenas 19 continuam no top 100. Ainda no mercado mundial, uma pesquisa da Innosight, apontou que o tempo médio de vida das empresas listadas no índice Standard & Poor’s 500 era de 61 anos em 1958. Em 1980, esse tempo caiu para 25 anos. E hoje, a estimativa de sobrevivência é de apenas 18 anos.

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Crescem as vendas de apartamentos compactos de até R$ 300 mil em Curitiba

Controle do desemprego e da inflação (com menor rentabilidade das aplicações financeiras), redução da taxa de juros para financiamento pelos bancos, liberação dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e aumento da confiança pelo consumidor. Segundo a diretora da Senzala Imóveis, Augusta Coutinho Loch, a soma desses fatores resgatou o investimento imobiliário em Curitiba como oportunidade, especialmente para a venda de apartamentos compactos com preço de até R$ 300 mil.

O resultado foi um aumento de 30% das vendas de janeiro a setembro desse ano, em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com Augusta, as quitinetes, estúdios e apartamentos de 1 quarto no Centro, os chamados imóveis compactos, sem vaga de garagem, estão entre os imóveis para compra mais procurados, especialmente pelo público jovem, a chamada Geração Y (18 a 35 anos).

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Câmara Árabe e BNDES querem atrair investidores

Rubens Hannun: objetivo é estabelecer entre árabes e brasileiros parcerias de interesses mútuos.

O presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, Rubens Hannun, e o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, anunciaram na semana passada, na sede da entidade em São Paulo, que as duas instituições vão prospectar juntas investimentos de fundos soberanos árabes para empresas brasileiras, principalmente dos setores de infraestrutura e agronegócios.

Eles disseram ainda que há diálogos iniciais com alguns fundos soberanos da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes, do Kuait e do Catar, todos já com investimentos nas áreas-alvo. Além disso, disseram que representantes da Câmara Árabe e do banco estatal devem se reunir nos próximos dias para encaminhar o trabalho.

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Em Curitiba, fundador e CEO da TOTVS fala sobre transformação digital

Laércio Cosentino estará em Curitiba dia 19 de outubro próximo.

Uma eterna startup. Por incrível que pareça é assim que Laércio Cosentino, fundador e CEO da maior empresa de soluções, plataforma e consultoria da America Latina, define o seu negócio. Fundada em 1983, a TOTVS está passando por sua própria transformação digital. A empresa está na vanguarda desse movimento, se preparando para atravessar a onda de mudanças e também para auxiliar cada cliente nesse processo. São novas tecnologias que vem transformando a maneira como as pessoas agem e consomem. E quem vem liderando essa transformação é Laércio, um dos principais líderes do mercado brasileiro de software, ativo na defesa e fortalecimento da indústria de TI. “O Laércio é um ícone da tecnologia no Brasil, e será um grande privilégio tê-lo conosco falando de Transformação Digital, certamente um assunto de interesse para todos os setores” comenta Marcio Viana CEO TOTVS Curitiba

O executivo estará em Curitiba, no próximo dia 19 de outubro, para uma palestra no Museu Oscar Niemeyer, às 9h. Durante o evento, Laércio vai contar como a empresa, que está presente em 41 países, vem implantando a inovação internamente, com fortes investimentos em cultura e ambiente. A nova sede da TOTVS em São Paulo tem mais de 65 mil m² e foi inspirada em modernas companhias do Vale do Silício. As grandes áreas de trabalho, sem divisórias, promovem a integração dos profissionais, o compartilhamento de ideias e a produção de conhecimentos.

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Bayer assina acordo para vender parte dos negócios para a Basf por 5,9 bilhões de euros

À luz da aquisição planejada da Monsanto, a Bayer assinou um acordo para vender parte dos negócios da Crop Science à Basf por  5,9 bilhões de euros. Os ativos a serem vendidos geraram vendas líquidas de aproximadamente  1,3 bilhão de euros em 2016. “Estamos adotando uma abordagem ativa para lidar com potenciais preocupações regulatórias com o objetivo de facilitar o fechamento bem-sucedido da operação com a Monsanto”, explicou Werner Baumann, presidente do Conselho de Administração da Bayer AG. “Ao mesmo tempo, estamos satisfeitos que, na Basf, encontramos um comprador forte para nossos negócios e que continuará atendendo às necessidades dos produtores e a oferecer aos nossos colaboradores perspectivas de longo prazo”. A operação está sujeita às aprovações regulatórias e também ao fechamento bem-sucedido da aquisição da Monsanto pela Bayer.

Os ativos a serem vendidos incluem o negócio global de glufosinato de amônio da Bayer e a tecnologia LibertyLink™ para tolerância a herbicidas, essencialmente todos os negócios de sementes de culturas de campo da empresa, bem como as respectivas capacidades de pesquisa e desenvolvimento. Os negócios de sementes que estão sendo desinvestidos incluem o negócio global de sementes de algodão (excluindo Índia e África do Sul), os negócios norte-americano e europeu de sementes de canola e também o negócio de sementes de soja. A operação inclui a transferência da propriedade intelectual e instalações relevantes, bem como mais de 1.800 colaboradores, principalmente nos Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Canadá e Bélgica. Como parte do acordo, a BASF se comprometeu a manter todos os cargos permanentes, em condições similares, durante pelo menos três anos após o fechamento da operação.

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