Feiras são uma boa opção para tornar empresas mais conhecidas do público e fechar negócios

Por ano, mais de 2 mil feiras são realizadas no Brasil.

Toda empresa, independente do seu tamanho, quer ser conhecida no mercado. Para tal, tenta divulgar sua marca e produtos para o maior público possível. E quando se fala em grande público, as feiras e eventos aparecem com destaque. Todos os anos, mais de 2 mil feiras ocorrem em todo o Brasil e atraem milhares de pessoas das mais diversas classes sociais.

No caso das feiras comerciais, a participação é um dos instrumentos de marketing mais eficazes de que as empresas dispõem. Nas últimas duas décadas, houve um grande crescimento no número de feiras comerciais que se realizam nos mais diversos cantos do país, e que abrangem os mais variados setores e produtos. Diante disso, muitas empresas já possuem um calendário anual de participação em feiras profissionais. Em alguns setores, as feiras aparecem como a principal estratégia comercial das empresas. Já outras, se preparam o ano inteiro para em um único evento lançar seu produto no mercado e anunciar novas estratégias ou até mudanças substanciais dentro da companhia.

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Julho é a segunda melhor época do ano para a locação de imóveis

O mercado de locação está se preparando para entrar na segunda melhor época do ano, o período de férias escolares e do início de aulas das turmas de inverno das faculdades e universidades. “Historicamente, neste período do ano, vemos a procura pelas locações aumentar. Por isso, temos a expectativa de uma alta de 10% no período, em relação aos meses anteriores”, explica a coordenadora de locações da Rede Imóveis, Leticia Moritz. A Rede Imóveis é a associação que reúne as 13 imobiliárias mais tradicionais de Curitiba que concentram mais de 7,5 mil imóveis.
De acordo com a especialista, esse movimento sazonal também causa reflexo nos dois meses seguintes. “As pessoas aproveitam as férias escolares para trocar de residência e também temos a chegada de uma nova leva de universitários”, afirma. “Para as imobiliárias e para quem está colocando um imóvel para locação é uma boa época”, pondera.
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JBS pretende vender Moy Park, Five Rivers e participação na Vigor

A JBS S.A. anunciou nesta terça-feira (20) que apresentou um programa de desinvestimento de ativos ao Conselho de Administração, no qual planeja a venda das operações da Moy Park, da Five Rivers Cattle Feeding e da participação de 19,2% na Vigor Alimentos para levantar R$ 6 bilhões em recursos. “O programa de desinvestimento visa à redução do endividamento líquido e, consequentemente, à desalavancagem, fortalecendo a estrutura financeira da companhia”, informou a empresa em comunicado enviado à imprensa.

Os R$ 6 bilhões que a JBS pretende levantar com a venda dos ativos serão adicionais ao R$ 1 bilhão já anunciado com a venda das operações da empresa na Argentina, Paraguai e Uruguai para a Minerva. A venda dos ativos ainda tem de ser aprovada pelo Conselho de Administração da JBS e receber anuência do BNDESPar.

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Investidor-anjo aponta 4 dicas para quem quer investir em Fintechs

Marcio Kogut: é fundamental estudar e conhecer todos os modelos de Fintechs.

Pesquisa divulgada pelo Relatório Mundial sobre Bancos do Varejo, feita pela Capgemini e pela Efma, revelou que, no Brasil, três em cada quatro consumidores que possuem conta corrente já estão usando serviços oferecidos por pelo menos uma fintech (segmento das startups que criam inovações na área de serviços financeiros, com processos baseados em tecnologia). De todos esses usuários, quase 70% indicariam suas Fintechs aos familiares e amigos próximos. Em comparação aos bancos, apenas 48% indicariam uma instituição financeira a alguém.

Aproveitando o grande sucesso das Fintechs no Brasil, Marcio Kogut, que está à frente da Kogut Labs, empresa especializada em consultoria e inovação corporativa, apresenta quatro dicas para quem quer investir no segmento.

1 – Procure um modelo facilitador

O modelo de Fintech mais atraente é aquele que se propõe a ser um facilitador ao seu cliente. “É aquele sempre focado em resolver as dores e as necessidades dos usuários, principalmente a dos atuais e futuros clientes da geração ‘CX – Customer Experience’. Além dessa premissa, uma Fintech para deslanchar precisa oferecer uma tecnologia verdadeiramente inovadora, ter um propósito específico para um mercado de nicho e criar uma experiência para o usuário que inspire total confiança, complementa Kogut.

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RB Capital e Macquarie Capital anunciam acordo para formar plataforma de ativos logísticos e industriais no Brasil

A RB Capital, subsidiária brasileira da ORIX Corporation, e Macquarie Capital, o braço de investimento proprietário do Macquarie Group, anunciam acordo para formar e capitalizar uma nova plataforma imobiliária para aquisição e desenvolvimento de ativos logísticos e industriais Classe A no Brasil. Estão sendo avaliadas oportunidades de investimento em São Paulo, Rio de Janeiro e outras regiões metropolitanas. O propósito da associação é combinar expertise de ambas as companhias: Macquarie Capital com um amplo relacionamento com investidores institucionais e histórico comprovado na construção e desenvolvimento de plataformas imobiliárias operacionais e a RB Capital com a experiência de desenvolvimento e gestão de ativos imobiliários logísticos e industriais no Brasil.

A liderança do negócio ficará a cargo de Thomaz Camargo, especialista há mais de 18 anos no segmento de imóveis industriais. Em 2010, ele fundou e liderou a “Real Estate Development (RED)”, empresa de assessoria e gestão de desenvolvimento imobiliário (sem qualquer associação com a subsidiária da ORIX USA, RED Capital Group). Thomaz ao longo da sua carreira originou mais de US$ 750 milhões em projetos imobiliários industriais que representam mais de 1,6 milhão de m2. Anteriormente, atuou em diversas atividades de investimento na Bracor Investimentos Imobiliários (subsidiária brasileira da Equity International), na Hines Brasil (com foco em ativos industriais) e na CBRE, onde foi executivo sênior no segmento de imóveis industriais.

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