Números do comércio eletrônico animam empreendedores a investirem no negócio

comércio eletrônicoO comércio eletrônico brasileiro está em alta. Neste ano, a previsão é de um faturamento de mais de R$ 20 bilhões, sendo que somente no período do Natal, as vendas pela internet  deverão chegar próximas de R$ 4 bilhões. Só para se ter uma ideia, pesquisas mostram que 61% dos consumidores farão alguma compra pela internet no período de 29 de novembro, quando ocorreu a Black Friday, e o Natal.

De olho nessa bolada, muitos empreendedores estão investindo no comércio online. Eu conversei com o diretor da empresa curitibana WebStorm, Eduardo Aguiar, e ele me disse que os negócios envolvendo o  desenvolvimento de plataformas para o comércio eletrônico e lojas virtuais vem crescendo a passos largos. No caso específico da sua empresa, enquanto o comércio eletrônico deve fechar 2013 com aumento de 25% nas vendas, a WebStorm crescerá nada menos do que 30%.

Eduardo Aguiar: O consumidor da classe C responde por 58% das vendas na internet.
Eduardo Aguiar: O consumidor da classe C responde por 58% das vendas na internet.

Segundo Eduardo Aguiar, muitos empresários, principalmente os de pequeno porte, animados com os números do setor, acham que vender pela internet se resume em comprar uma loja virtual, expor os produtos e esperar que as vendas aconteçam.  Mas não é bem assim. É fundamental que haja planejamento, e um cuidado a ser tomado, é com relação à plataforma. Hoje em dia existem muitas opções de plataformas para vendas on-line no mercado. O empresário deve buscar aquela que melhor atenderá o seu tipo de negócio e que permita acompanhar o crescimento.

Outro ponto importante é o serviço oferecido. De acordo com o diretor da WebStorm, o consumidor de internet busca preços, facilidade nas compras, frete grátis e um serviço de entrega eficaz. Se a combinação desses itens funcionar, certamente as vendas crescerão.

Um detalhe importante,  é que a internet não separa o grande do pequeno. Por isso, o que vai fazer a diferença são as vantagens competitivas oferecidas.

As cinco categorias de produtos mais vendidos pela internet são: moda e acessórios, eletrodomésticos, cosméticos e perfumaria, informática e livros e revistas.

Na avaliação de Eduardo Aguiar, o crescimento do comércio eletrônico em 2014 deve ficar em 22%, com pequena queda nas vendas nos meses de junho e julho (período da Copa do Mundo).

Hotel Villa Real em Guaratuba passa por revitalização

R$ 1 milhão foram investidos na revitalização do Hotel VillaReal Guaratuba.
R$ 1 milhão foram investidos na revitalização do Hotel Villa Real Guaratuba.

O Hotel Villa Real de Guaratuba, que é um dos empreendimentos hoteleiros mais completos da região, com uma diversificada estrutura de lazer para os seus hóspedes, passou por uma revitalização total para oportunizar mais conforto e comodidade para quem nele se    hospeda   ou promove seus eventos.  A localização privilegiada do hotel, na Praia Caieiras (Praia Central), de frente para o mar e com um lindo visual para toda orla que se estende até o Morro do Cristo resulta também num verdadeiro cartão postal.

Com um investimento de R$ 1 milhão, durante oito meses, o hotel se esmerou na renovação de toda a mobília dos seus  56 apartamentos e suítes, incluindo a revitalização total das outras áreas do hotel. Uma das grandes  novidades  foi a  construção da piscina térmica que movimenta o hotel na baixa temporada.

Para uma melhor adequação de toda esta reforma o hotel precisou ficar fechado durante alguns meses, porém reinaugurou com força total todas as suas dependências, apresentando aos seus especiais convidados a  melhoria total que já poderá ser sentida durante a temporada. O hotel ainda possui um salão de eventos com capacidade de até 200 pessoas para festas, workshops e treinamentos de empresas.

A reinauguração, que aconteceu na noite de 10 de dezembro no salão principal do hotel,  foi coroada  de sucesso  com a presença de autoridades da cidade e região, além de empresários  e fornecedores de produtos e serviços que são geradores de negócios para o hotel o ano todo, pois o reinaugurado espaço tem uma marca muito forte no litoral paranaense –  sendo o centro de festas de casamento, entre outros eventos.

Entretanto, o turismo também atrai hóspedes de várias partes do país e de fora dele – sabedores que podem contar com um lugar de máximo conforto e segurança tanto para profissionais a trabalho como para famílias a passeio, além do tradicional respaldo do Grupo JMalucelli que detém o hotel há muitos anos.

O que é mais vantajoso: ter uma empresa ou ser autônomo?

Vicente Sevilha Júnior, CEO da Sevilha Contabilidade.
Vicente Sevilha Júnior, CEO da Sevilha Contabilidade.

Como um novo ano está para começar, este é o momento ideal para escolher uma forma de prestar seus serviços. E diversas atividades podem ser exercidas sem que você precise necessariamente ter uma empresa, ou seja, ter um CNPJ. Nestes casos, os profissionais emitem recibos indicando o seu CPF e, depois, pagam seus impostos de renda mediante um procedimento chamado ‘livro caixa’. Um exemplo simples: um dentista pode escolher entre constituir uma clínica (uma empresa com CNPJ), ou trabalhar em seu consultório como autônomo, emitindo recibos para seus pacientes através de seu CPF e acertando futuramente as contas com o “leão”.

Os profissionais que optam pelo trabalho autônomo (usando seu CPF para os recibos emitidos) ficam sujeitos a fazer o livro caixa, que é obrigatório sempre que uma pessoa física recebe rendimentos de outra pessoa física. “O livro caixa nada mais é do que um controle no qual o profissional registra – sempre que possível com a ajuda de um contador – todas as receitas e despesas profissionais de um determinado mês”, explica Vicente Sevilha Junior, CEO da Sevilha Contabilidade, franqueadora e prestadora de serviços de contabilidade e terceirização em finanças para empresas em todo o país. O executivo e sua equipe de cem profissionais são responsáveis pela contabilidade e pelas finanças de mais de 450 clientes.

“Mas é preciso tomar cuidado, pois só podem ser consideradas despesas profissionais aquelas relacionadas com o exercício de sua profissão e que estejam autorizadas pela Receita Federal”, comenta Sevilha. São exemplos de despesas profissionais: aluguel, condomínio, funcionários, energia elétrica, telefone, água e material utilizado no exercício da profissão. Desta forma, o profissional autônomo teria uma apuração do imposto a pagar da seguinte forma: somam-se as receitas no mês e subtraem-se as despesas profissionais dedutíveis no mês, que será igual ao rendimento líquido profissional sujeito ao Imposto de Renda. Em outras palavras, o autônomo paga imposto de renda nos rendimentos recebidos de pessoa física sobre o valor do rendimento profissional líquido.

Por outro lado, se o profissional escolher abrir uma empresa e emitir notas fiscais com CNPJ para seus pacientes, a empresa paga impostos de uma maneira diferente. Como a maioria das profissões acaba pagando os impostos de suas empresas pelo lucro presumido, neste modelo o total de impostos a pagar é, normalmente, de 11,33% do valor de cada nota fiscal emitida, mais o ISS (Imposto Sobre Serviços). Algumas cidades, como São Paulo, por exemplo, no caso de sociedades de profissionais que exercem uma mesma atividade, não é cobrado ISS sobre as notas emitidas, mas sim uma taxa fixa anual por profissional.

Para um profissional autônomo, que emita recibos com seu CPF e registre no livro caixa (rendimento bruto mensal de R$ 7.500,00 menos as despesas dedutíveis de R$ 1.500,00 equivale a um rendimento líquido de R$ 6 mil mensais ou R$ 72 mil anuais), o IRPF a pagar no ano de 2013 seria de R$ 10.313,09, ou o equivalente a 11,45% do valor dos recibos emitidos (12 x R$ 7.500,00 = R$ 90 mil. Em outras palavras, profissionais com rendimentos líquidos equivalentes à R$ 6 mil mensais, acabam pagando 11,45% de impostos, contra 11,33% que pagariam se tivessem uma empresa. A partir deste valor, quanto maior o rendimento líquido, maior os impostos – e as vantagens de deixar a autonomia para ter uma clínica com um CNPJ.

O cenário fica totalmente diferente quando quem contrata o profissional autônomo é uma empresa, e isto ocorre porque a empresa, ao efetuar o pagamento para o profissional autônomo é obrigada a fazer duas coisas: reter o imposto de renda na fonte, ou seja, descontar o imposto de renda que o profissional terá de pagar diretamente dele e recolher, por sua própria conta, uma contribuição ao INSS que pode chegar a 20% do valor do serviço contratado. Na prática, isto representa dizer que, ao contratar um profissional autônomo, as empresas acabam pagando mais caro do que o valor dos serviços, o que torna pouco interessante este tipo de prestador de serviço, levando com que muitas empresas, ao contratar serviços, só aceitem notas fiscais de outras empresas com CNPJ. “No segmento de saúde, por exemplo, é comum planos de saúde não aceitarem o cadastramento de autônomos. Portanto, se os clientes serão empresas, será muito mais fácil para abrir mercado tendo uma, mesmo que o imposto fique um pouco mais caro, cerca de 11,33% pelo menos”, explica Sevilha.

Uma empresa custa mais do que apenas impostos. É importante juntar neste planejamento, alguns outros custos. Algumas despesas como contador, contribuição sindical anual, que podem variar de acordo com o tipo de empresa, e o capital social, taxas de fiscalização de estabelecimentos, certificado digital e outras devem estar no planejamento. Uma empresa de prestação de serviços de pequeno porte pode gastar entre R$ 5 mil e R$ 10 mil anuais somente com estes custos.

ParkShoppingBarigüi ganha loja da Adega Brasil

O casal Waldomiro e Alessandra Fávero acaba de inaugurar mais uma loja da Adega Brasil em Curitiba. Dessa vez, o endereço da grife de bebidas é o ParkShoppingBarigui, mas com um importante diferencial das demais lojas da rede. “Vamos trabalhar apenas com a linha Premium de bebidas para focar no perfil do cliente do shopping”, explica Fávero. Referência em vinhos, champanhes e destilados, a loja da Adega Brasil no ParkShoppingBarigüi oferece as principais marcas de bebidas nacionais e internacionais, como Chandon, Perrier Jouët, Lanson, Ciroc, Jack Daniels, Dom Pérignon, Mumm, Johnnie Walker, Veuve Clicquot, Belvedere e Grey Goose. Com a nova loja, o mix do ParkShoppingBarigüi fica ainda mais completo e diversificado para seus clientes.

Cartões de fidelidade ajudam a reter clientes e trazem bons resultados para as empresas

cartão fidelidadeExistem atualmente algumas formas das empresas atraírem clientes para seus estabelecimentos. Entretanto, um dos modelos que tem se mostrado mais eficiente é o cartão de fidelização, que oferece descontos e bonificações no momento da venda. Além do papel de fidelização, os cartões permitem à empresa conhecer os hábitos dos clientes e ajustar a sua política comercial e de marketing. E num momento de alta concorrência, adotar um programa de fidelidade pode ajudar a reter clientes e acima de tudo, trazer melhores resultados para o negócio.

Existem vários tipos de programas de fidelidade, sendo o mais comum o de pontos. Ou seja, o cliente ao fazer compras vai acumulando pontos que podem ser trocados por produtos ou serviços quando atingirem um determinado número.

Todos conhecem os cartões de fidelidade de empresas aéreas, instituições financeiras e grandes supermercados. Mas será que é possível implantar um programa de fidelidade também em micro e pequenas empresas? A resposta é sim e até que não exige grandes investimentos. Basta que se crie um cartão e seja feito o controle, que inclusive pode ser manual. Por exemplo: Já existem pequenos salões de beleza e barbearias oferecendo um corte de cabelo grátis a cada cinco realizados no local.  O controle é feito através de uma anotação ou um carimbo no verso de um simples cartão de visitas.

Só para se ter uma ideia, nada menos do que 20% dos clientes são influenciados por programas de fidelização. Outra vantagem da fidelização é a diminuição do efeito da alta de preços. É que os clientes fiéis tendem a aceitar mais facilmente os reajustes.