Assaí Atacadista inaugura a segunda loja no Paraná

ASSAI-ATACADISTAO Assaí Atacadista, braço de atacado do Grupo Pão de Açúcar , inaugura nesta quarta-feira (30) sua segunda loja no Paraná. A nova unidade tem 5 mil m² de área de vendas, fica em Londrina na Avenida Tiradentes nº 4.650 e já está gerando mais de 500 empregos diretos e indiretos. A primeira loja no Estado foi inaugurada em maio, em Maringá. “A inauguração do Assaí Atacadista deve contribuir para o crescimento do setor industrial e comercial da cidade, que é um pólo econômico importante, não apenas no Paraná, mas também na região sul”, comenta Belmiro Gomes, presidente da rede Assaí Atacadista.

Localizada na Avenida Tiradentes nº 4.650, a loja será voltada para o segmento de atacado de autosserviço, atendendo desde o pequeno e médio comerciante, passando por donos de lanchonetes, restaurantes, pizzarias, quiosques e utilizadores como igrejas, escolas, quartéis até o consumidor doméstico, que busca economia com as compras em volumes maiores. “As vendas do atacado têm registrado um crescimento superior ao varejo e as oportunidades beneficiam tanto a indústria, já que atuamos de certa maneira como um distribuidor, quanto o consumidor doméstico que a partir da compra de três unidades de um produto, já paga pelo preço de atacado”, destaca o presidente do Assaí Atacadista. Com a inauguração, a expectativa da rede é atender os londrinenses e também os moradores de outras cidades da região, que consideram o comércio de Londrina como referência.

Impacto da corrupção sobre os negócios será tema de debate com especialista da ONU

Olajobi_MakinwaA corrupção aumenta em até 10% os custos para se fazer negócios globalmente e o montante total desviado no planeta pode chegar a US$ 1 trilhão ao ano, segundo dados do Banco Mundial. No Brasil, estudos estimam que práticas corruptas tirem dos cofres públicos e da economia nacional R$ 85 bilhões anualmente. Esses e outros indicadores, além do papel das empresas nessa questão, serão debatidos durante o primeiro de quatro painéis do Fórum Transparência e Competitividade. O evento, promovido pelo Sistema Federação das Indústrias do Paraná, através do Sesi, e pelo Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (Unitar), acontece nos dias 5 e 6 de novembro, no Campus da Indústria, em Curitiba.

O painel “Qual o impacto da corrupção e o papel das empresas?” abre a programação do segundo dia do fórum. O tema será abordado pela chefe do Setor de Transparência e Anticorrupção do Pacto Global das Nações Unidas, a nigeriana Olajobi Makinwa. “A corrupção distorce mercados, mina o desenvolvimento e torna os negócios insustentáveis. Sustentabilidade e crescimento de mercado não podem ser alcançados enquanto a corrupção é predominante”, afirma. Ela também falará sobre as ações do Pacto Global na tentativa de alterar essa realidade. O pacto é uma iniciativa da ONU com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.

No mesmo painel, a brasileira Mariana Mota Prado, doutora em Direito e professora da Universidade de Toronto, abordará questões relacionadas à legislação de combate à corrupção. Na instituição canadense, ela desenvolve atualmente, junto com Lindsey Carson, um projeto de pesquisa sobre a legislação da política econômica de anticorrupção e lobby no Brasil. Para a pesquisadora, o país possui um conjunto robusto de leis nessa área, mas isso não garante a redução dos indicadores de corrupção. “O alto nível da atividade legislativa na esfera anticorrupção está diretamente relacionado a deficiências nos respectivos mecanismos de aplicação”, diz o estudo.

O papel das empresas no combate à corrupção também será tratado pelo presidente do Sistema Fiep, o empresário Edson Campagnolo. O painel será moderado pelo gerente do Programa de Desenvolvimento Local do Unitar, o equatoriano Alex Mejía, que antes de ingressar no órgão das Nações Unidas, atuou como representante de seu país junto a instituições como Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O painel “Qual o impacto da corrupção e o papel das empresas?” acontece das 9h às 10h30 do dia 6 de novembro. A programação completa do Fórum Transparência e Competitividade está disponível no site www.naopodepassarembranco.com.br. Na página também é possível fazer, gratuitamente, a inscrição para acompanhar o evento.

Empresários de Curitiba e Região têm solução do Sebrae/PR para ampliar rumo nos negócios

Adriana Kalinowski, consultora do Sebrae/PR.
Adriana Kalinowski, consultora do Sebrae/PR.

Esta é a segunda turma a experimentar a FGA, que tem como principal objetivo auxiliar os empreendedores a pensar de forma estratégica e direcionados a tomar decisões mais assertivas em seus negócios. A cerimônia de encerramento aconteceu no Sebrae/PR, com a entrega de certificados e a presença de todos os consultores envolvidos no processo. O módulo teve início em fevereiro de 2012 e incluiu, ao todo, 80 horas de cursos e 127 horas de consultorias. Adriana Kalinowski, consultora do Sebrae/PR e atual gestora do Sebrae Mais, elogiou o desempenho da turma. “Foi um grupo dedicado e misto, com representantes da indústria, comércio e serviços. Eles se envolveram e chegaram a fazer negócios entre si, indicando o trabalho de seus colegas para fornecedores ou fechando serviços em conjunto”, destacou a consultora.

O FGA é a solução mais completa do Sebrae Mais e é oferecida apenas em Curitiba. A ferramenta é voltada para as pequenas empresas, que faturam entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões ao ano. “São empreendimentos que já possuem estrutura e processos definidos, mas que sem planejamento ficarão estagnados ou entrarão em declínio”, observou Adriana Kalinowski.

O negócio de comunicação visual do empresário Luiz Fernando Natal se encontrava exatamente nesse nível quando ele decidiu procurar o apoio do Sebrae/PR. “Estávamos com dificuldade para planejar o futuro a médio e longo prazo. Então, decidimos buscar ajuda e tivemos orientação sobre como fazer o planejamento estratégico, estudar o mercado e definir as metas e indicadores futuros”, descreve o empresário, que agora projeta abrir novas filiais, aumentar o quadro de funcionários e investir em equipamentos e infraestrutura.

A consultora do Sebrae/PR destaca que o FGA oferece consultoria individual para as empresas e conta com um ‘padrinho’ para acompanhar cada uma das empresas. “Iniciamos com um diagnóstico que mostra quais pontos devem ser desenvolvidos durante o processo. Um consultor é eleito como tutor e fica responsável por acompanhar os gestores no cumprimento das metas traçadas.”, explica Adriana Kalinowski.

A empresária Silvania Candido é a prova de que as horas de consultorias dão certo.  Ela possui uma indústria de tintas e, durante a realização do módulo do Sebrae Mais, foi surpreendida com a oportunidade de investir em uma nova fatia de mercado. Com o apoio do Sebrae/PR, ela “comprou” a ideia e, em pouco tempo, já começa a enxergar os resultados.  “Quando soubemos da chance, conversamos com o nosso tutor e tivemos todo o suporte que precisávamos. Sem a consultoria e o planejamento do Sebrae/PR, provavelmente, teríamos ficado inseguros em apostar na novidade e, por isso, demoraríamos mais para crescer”, relatou a empresária.

A terceira turma do FGA começou as atividades neste ano e deve finalizar o módulo na metade de 2014. Depois, o Programa será levado para outras cidades do estado, mas ainda sem locais definidos.

África do Sul quer aumentar os negócios com o Paraná

O Governo do Estado, a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) e a Associação Comercial do Paraná (ACP) vão organizar uma rodada de negócios entre empresários paranaenses e sul-africanos para o primeiro semestre de 2014. O evento foi definido em reunião com a vice-ministra de Comércio e Indústria da África do Sul, Elizabeth Thabethe, nesta sexta-feira (25), em Curitiba. A vice-ministra explicou que veio ao Paraná com objetivo de incentivar negócios entre empresários dos dois países. “Viemos para aprender um pouco mais sobre a economia do Brasil e as particularidades de outros Estados, como o Paraná”.

Entre as áreas de interesse estão a agroindústria, infraestrutura, componentes automotivos, energia alternativa, biotecnologia e equipamentos e máquinas pesadas. “Acredito que podemos construir uma ótima relação de parceiros. Não queremos competir por mercados, queremos parcerias”, acrescentou Elizabeth Thabethe.

A vice-ministra estava acompanhada do embaixador da África do Sul no Brasil, Mpghakam Mbethe, de técnicos do governo e de empresários. A comitiva também visitou São Paulo, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul. O diretor-geral da Secretaria estadual da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Horácio Monteschio, reforçou o interesse do Governo do Estado em ampliar as relações comerciais com a África do Sul. “Hoje o Paraná possui um dos melhores ambientes para negócios no Brasil. Estamos abertos para receber investimentos e estabelecer parcerias. Somos um Estado desenvolvido economicamente, tecnologicamente, cientificamente e com uma área industrial em plena expansão”, disse ao citar o programa Paraná Competitivo que já atraiu mais de R$ 25 bilhões em novos investimentos.

Horácio lembrou que a balança comercial entre o Paraná e a África do Sul ainda é tímida mas com muitas oportunidades. Em 2012 foram exportados US$ 131 milhões de dólares, o que representou 0,74 % de tudo que foi vendido pelo Estado no ano passado. Na outra ponta o Paraná importou cerca de US$ 49 milhões em produtos sul-africanos, 0,25 % do valor total importado em 2012. “Podemos estabelecer boas parcerias na agroindústria e no setor automotivo”, exemplificou.

O vice-presidente da Fiep, Hélio Bampi, colocou à disposição da comitiva sul-africana a estrutura da Federação para auxiliar nos negócios com os empresários paranaenses. “É fundamental para o Paraná que haja esse intercâmbio entre países da África, em especial, a África do Sul, uma economia crescente, com 50 milhões de habitantes e aberta a negócios e com convergência étnica com Brasil. As demandas que foram apresentadas mostraram que o país tem muitas oportunidades para empresários paranaenses”, disse Hélio Bampi.

Também participaram do encontro Cézar Scigliano, do Conselho de Comércio Exterior e Relações Internacionais da ACP, a coordenadora de relações internacionais da SEIM, Aline Albano, coordenadores e técnicos da Fiep.

Lojistas devem se preparar para o Black Friday

black fridayO Black Friday Brasil, uma das datas que vem ganhando a confiança dos consumidores, movimenta o mercado de e-commerce no país. Em sua quarta edição, o evento que acontece no dia 29 de novembro é uma ótima oportunidade para que os internautas façam compras a preços baixos nas principais lojas virtuais do país. Já para os lojistas, a data representa também a antecipação das vendas natalinas. Diante da expectativa dos resultados, é necessário que as lojas se organizem e planejem sua atuação para a data com antecedência. “Os lojistas devem estar alinhados com seus fornecedores para promover descontos reais e com capacidade de entrega, montando um estoque adequado, para o grande volume de vendas”, explica Bruno Porto, diretor de planejamento da WebStorm, empresa que trabalha no desenvolvimento de lojas virtuais.

A expectativa para este ano, segundo Bruno, é que as vendas sejam superiores ao previsto do indicador anual do e-commerce, que fala em um aumento de 24% nas vendas. Evento tradicionalmente atribuído aos norte-americanos, a ação no Brasil promete potencializar as negociações pela internet e é uma boa oportunidade para que os lojistas conquistem novos consumidores. Para isso, é preciso que os lojistas invistam em planejamento prévio para atingir o sucesso esperado, e o especialista alerta: “O planejamento deve ser realizado por todos os envolvidos no processo, como os fornecedores, agências e empresas de hosting. Sem isso o processo não será de qualidade aos olhos do cliente”.

Entre as estratégias para chegar aos bons resultados de vendas no Black Friday, o diretor de planejamento da WebStorm defende que todos os pontos do negócio devem estar voltados para a fidelização do cliente.  “Além de um preço competitivo, o lojista deve buscar alternativas de entregas rápidas e promover o frete grátis, por exemplo. Se nesse momento ele provar ao consumidor que tem estrutura e organização de atendimento, as chances que esse cliente retorne ao seu site são reais”, recomenda o diretor.