Construtora Baggio se especializa em obras hospitalares

Obras hospitalares são complexas e exigem itens especiais e diferenciados. Também precisam apresentar perfeita compatibilidade entre instalações, sistemas e equipamentos. Ao longo de mais de 30 anos de história, a Construtora Baggio reuniu experiência e conhecimento na execução de projetos hospitalares, tornando-se referência também na construção de estabelecimentos da área da saúde.

Importantes obras desse segmento levam a assinatura da empresa. Em Curitiba, a Baggio construiu os dois prédios do IPO – Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia, o Instituto Sul-Brasileiro de Cirurgia Plástica e o INC – Instituto de Neurologia de Curitiba. Além disso, seguem os trabalhos da mais recente unidade da Clinipam na capital. No currículo da Baggio ainda estão a Unimed Guarapuava, o Pró-Onco Londrina e o SOS Cárdio, que fica em Florianópolis. A construtora também foi a responsável pela revitalização da Policlínica São Vicente de Paula, em Francisco Beltrão (PR). E agora em julho, começaram as obras do hospital Previna, em São Paulo, da operadora de planos de saúde Plena Saúde.

De acordo com o gerente do núcleo de obras comerciais da Construtora Baggio, Alceu Bueno Júnior, critérios técnicos específicos precisam ser levados em conta em um projeto hospitalar. “A obra deve estar integralmente adequada às normas da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e da acessibilidade universal. Além disso, a legalização dessas construções exige documentos diferenciados”, explica. Os sistemas de esgoto e de ar-condicionado merecem atenção. Para a instalação do sistema de ar-condicionado, por exemplo, é necessário um conjunto grande de dutos com insuflamento, retorno e tratamento de ar.

A escolha dos acabamentos em obras hospitalares é definida segundo o tipo de atividade a ser realizada em cada um dos setores. Nas áreas de atendimento clínico e cirúrgico, existe a preocupação com o controle de infecção hospitalar. Por isso, a opção por materiais impermeáveis, com alta resistência à ação constante de produtos químicos, de fácil limpeza, simples manutenção e boa durabilidade. Já para o mobiliário, ergonomia e conforto são características fundamentais. A ideia é proporcionar segurança, praticidade e relaxamento para os pacientes e os profissionais.

O sistema de obra a preço fechado e a chamada construção personalizada são diferenciais da Baggio em relação a outras empresas do setor. Cada projeto é totalmente exclusivo e o valor do metro quadrado segue uma tabela, de acordo com o padrão de acabamentos. Outra vantagem é o parcelamento próprio, em até 70 vezes (no caso de obras comerciais), com condições flexíveis de pagamento que facilitam a viabilização do projeto. Os juros, de 0,63% ao mês, são os mais baixos do mercado de obras de alto padrão. A construtora também presta assessoria completa para a obtenção de crédito junto ao BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, e a fundos de investimentos. A Baggio tem sede em Curitiba e conta com filiais em Campinas (SP) e Belo Horizonte (MG).

Congresso será termômetro para medir desempenho do setor de celulose e papel

papel e celuloseNo momento em que o mercado brasileiro de celulose e papel recupera o fôlego, em função do crescimento da capacidade produtiva brasileira, da alta do dólar, do aumento das exportações e da redução dos estoques internacionais de celulose, a Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP) inicia os preparativos para o ABTCP 2013 – 46º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, principal evento do setor na América Latina, e que acontece entre 8 e 10 de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

O evento, que será um termômetro para se medir o desempenho do setor e suas perspectivas futuras no Brasil e no mundo, este ano será realizado em parceria com a PI – Paper Engineers’ Association, da Finlândia, e trará uma série de novidades, como a mudança do espaço dedicado à realização do congresso técnico, que agora ficará integrado à área de exposição, no piso térreo. Além disso, o evento também traz como novidade uma sessão técnica florestal que será realizada em parceria com o Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (Ipef), e uma programação de congresso que considera um equilíbrio entre trabalhos acadêmicos e práticos.

De acordo com Darcio Berni, diretor executivo da ABTCP, esta edição contará com a presença de grandes fabricantes de celulose e papel como expositores e todas as atividades previstas para os três dias do evento estarão concentradas na área de exposição, estimulando o relacionamento entre toda a cadeia produtiva do setor. “Para que as empresas possam atuar de forma competitiva e rentável no mercado globalizado, é fundamental que mantenham eficiência nas operações e custos competitivos, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento, capacitação técnica e novas tecnologias”, enfatiza Berni, que complementa ao destacar que esses fundamentos são os pilares do evento.

Nos últimos anos, os eventos da ABTCP tiveram foco na melhoria da qualidade, difusão de conhecimentos, inovação industrial, novas tecnologias, sustentabilidade e competitividade dos negócios. Com a missão de promover o intercâmbio de conhecimento e o desenvolvimento tecnológico do setor, o ABTCP 2013 é o principal encontro dos dirigentes, acadêmicos, pesquisadores, consultores, profissionais e especialistas da indústria de celulose e papel.

Entre os fatores positivos deste setor, que irão compor o pano de fundo do evento, destacam-se a entrada de novos players no mercado de celulose, o aumento das exportações, a alta do dólar, a redução dos estoques internacionais, e o aumento da capacidade produtiva brasileira prevista para os próximos anos. Vale destacar ainda o crescimento mundial da demanda por produtos de base florestal, como fonte de energia renovável e na geração dos seus mais variados subprodutos.

Mesmo sem perspectiva de recuperação do mercado europeu, um dos principais destinos dos nossos produtos, as exportações de celulose se elevaram graças à demanda da China, que se mantém firme, apesar da desaceleração econômica do gigante asiático, e ao crescimento da produção nacional – cuja previsão é duplicar até 2020. Entre os grandes projetos brasileiros, que já estão em andamento ou podem ter início até 2017, incluem-se Eldorado Brasil, Suzano Papel e Celulose, CMPC Riograndense, Lwarcel, Fibria e Klabin. Vale citar o projeto de Montes Del Plata, no Uruguai, que também deve incrementar a produção latina.

O cenário também é favorável no mercado de papel. Além do crescimento consistente dos mercados de embalagens e tissue, os papéis de imprimir e escrever passarão a ter um controle mais rigoroso da imunidade tributária, com o anúncio pelo governo de que o Recopi Nacional (Sistema de Registro e Controle das Operações com o Papel Imune) irá entrar em vigor em meados de setembro. O programa, que combate o desvio de papel isento de impostos com abrangência nacional, foi implementado por meio de um novo convênio de ICMS e valerá para nove estados brasileiros (GO, BA, MG, PA, PR, RJ, RS, SC e DF). Em São Paulo, onde o sistema vigora há cerca de três anos, já foram aplicadas multas no valor total de mais de R$ 300 milhões, decorrentes de autuações em operações irregulares.

905 mil empresas abriram as portas no 1º semestre do ano

empresas-aberturaNo primeiro semestre de 2013 foram criadas e passaram a funcionar dentro do território nacional, 905.468 novas empresas, representando um avanço de 1,39% frente ao total de novas empresas surgidas durante o primeiro semestre de 2012 (893.034), sendo também maior que os totais registrados durantes os seis primeiros meses de 2011 (794.179 novas empresas) e 2010 (693.146 novas empresas). As informações são do Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas divulgado nesta quarta-feira (31). De acordo com os economistas da Serasa Experian, mesmo com a atividade econômica fraca e a inflação alta no 1º semestre, os empresários de micro e pequenas empresas continuam confiantes em abrir seu próprio negócio. A estatística de nascimento de empresas desses portes é crescente, incluindo os MEIs, que são a maioria dos novos negócios.

A expansão do segmento de serviços é natural diante da perda de fôlego do varejo entre as micro e pequenas empresas, dada a grande concorrência do segmento, inclusive nos meios eletrônicos. Mais, nos serviços o capital exigido para composição de estoque é muito menor que no comércio. Já os MEIs têm nas cinco principais preferências de negócio duas opções por varejo, que representam 20% dos ramos de atividades, e três por serviços. Para o 2º semestre, o maior desafio para os micro e pequenos negócios será a continuidade da elevação dos juros, que já encarece o crédito e o torna mais seletivo.

Conforme apontado pelo estudo, das 905.468 novas empresas criadas no primeiro semestre de 2013, 614.972 (68% do total) foram de Microempreendedores Individuais (MEIs), 112.148 (12% do total) foram de Empresas Individuais, 128.983 (14% do total) foram de Sociedades Limitadas e, por fim, 49.365 (5% do total) foram de empresas de outras naturezas jurídicas. É importante notar que a participação dos Microempreendedores Individuais (MEIs) no conjunto de empresas que a cada mês surgem no país vem aumentando progressivamente, respondendo hoje por cerca de 2/3 do total.

O Sudeste é a região onde ocorreu o maior número de empresas abertas durante o primeiro semestre de 2013: 449.801 empresas, 49,68% do total. Em seguida aparece a Região Nordeste com 163.733 empresas (18,08% do total). Na Região Sul foram criadas 152.378 empresas nos primeiros seis meses de 2013 (16,83% do total) e no Centro-Oeste surgiram 88.444 empresas (9,77% do total) durante o primeiro semestre de 2013. Por fim, houve a criação de 51.113 (5,64% do total) empresas na Região Norte no primeiro semestre deste ano.

A Região Sul registrou o maior aumento no nascimento de empresas durante o primeiro semestre de 2013 na comparação com o mesmo período do ano passado (alta de 4,3%), seguida de Norte e Nordeste (ambas com aumento de 1,9%), Centro-Oeste (1,3%) e Sudeste (0,2%).

É no setor de serviços que está a maior concentração do número de empresas criadas durante o primeiro semestre de 2013: foram 524.540 empresas de serviços que abriram suas portas, representando 58% do total. Em seguida, foram abertas 291.920 empresas comerciais (32% do total) no acumulado dos seis primeiros meses de 2013 e, no setor industrial, surgiram 73.498 empresas (8% do total) neste mesmo período. Ainda foram criadas 15.510 empresas de outros setores (setor primário, financeiro, terceiro setor etc.) no primeiro trimestre deste ano.

Ao longo destes últimos quatro anos, tem crescido a participação das empresas de serviços no total de empresas que nascem no país. Esta participação aumentou 5 pontos percentuais entre o primeiro semestre de 2010 (53% do total) e o primeiro semestre de 2013 (58% do total).
Por outro lado, a participação do setor comercial de empresas que surgem no país tem recuado nestes últimos anos (de 35% no 1º semestre de 2010 para 32% no 1º semestre de 2013), ao passo que a participação das novas empresas industriais vem se mantendo estável, na casa dos 8%.

Desde a sua criação pela Lei Complementar 128/2008, a participação dos Microempreendedores Individuais (MEIs) tem crescido dentro do universo de novas empresas que são constituídas no país, respondendo hoje por cerca de 2/3 do total. Assim, é relevante identificarmos quais ramos de atuação concentram as maiores taxas de surgimento de Microempreendedores Individuais (MEIs).

Os dados mostram que dos 614.972 Microempreendedores Individuais (MEIs) surgidos no primeiro semestre de 2013, 70.924 foram do ramo de comércio de confecções em geral (11,5% do total dos MEIs), seguidos por 57.656 novos MEIs do ramo de serviços de higiene e de embelezamento pessoal (9,3% do total). Logo abaixo, houve a criação de 55.207 novos MEIs no ramo de reparação e manutenção de prédios e instalações elétricas (8,9% do total) e de 55.152 novos MEIs de serviços de alimentação (8,9% do total). Vale notar que estes quatro ramos concentraram quase 40% de todos os MEIs criados durante o primeiro semestre de 2013.

Vários motivos podem levar uma empresa a fechar suas portas antes de completar dois anos

empresas fechadasJá melhorou muito o índice de pequenas empresas que fecham suas portas antes de completar dois anos. Em 2009 este porcentual era de 62%. Hoje, de cada 100 pequenas empresas abertas apenas 27 fecham suas portas. Várias causas são apontadas para o fracasso das empresas que não conseguem sobreviver mais que 24 meses. Entre os motivos estão a falta de planejamento e de inovação, local errado, falta de conhecimento e de tino comercial e inabilidade do empreendedor no trato com os clientes e funcionários.

Segundo o administrador de empresas, Orlando Oda, o grande erro do empreendedor que começa um negócio e fracassa, está no seu modo de pensar. Acontece que muitas pessoas pensam que estão abrindo um negócio para si e não vão mais trabalhar para os outros.

Entretanto, o que não se pode esquecer é que uma empresa trabalha sempre para produzir ou vender algo para alguém e nunca para o seu proprietário. Um dentista, por exemplo, não estuda cinco anos na faculdade de Odontologia para cuidar do seu próprio dente.  Seu trabalho é para tratar os dentes de outras pessoas. Ou seja, o fundamento do trabalho é sempre trabalhar para os outros.

Neste sentido, Orlando Oda cita os dois fundamentos que resumem porque algumas empresas não sobrevivem ou então não crescem. O primeiro deles é que a  empresa tem a finalidade de servir, ser útil à sociedade e à comunidade a que pertence. Agora, se as pessoas perceberem que numa empresa não existe a vontade de servir ao público, certamente ela fechará. O segundo fundamento diz que “se a sociedade perceber que numa empresa existe a vontade de servir ao público, ela prosperará”. Isso significa que as pessoas precisam saber que a empresa existe e tem muita vontade de ser útil. E é nesse ponto que entram as vendas, o marketing, a propaganda, a rede de contatos e a criatividade para abrir um canal de comunicação com o seu público. Outra coisa que o empresário que quer ser bem sucedido não pode esquecer, é ficar sempre de olho nos seus concorrentes.

Calçadistas brasileiros estão confiantes no potencial colombiano

footwearO clima de otimismo tomou conta das marcas brasileiras de calçados que participam da IFLS – International Footwear and Leather Show, que abriu sua agenda de negócios nesta terça-feira, dia 30 de julho e segue até sexta-feira, 2 de agosto. Realizada em Bogotá, na Colômbia, a mostra iniciou seus trabalhos em meio a um clima de “otimismo moderado”, como destacou Luis Gustavo Flórez, presidente-executivo da Acicam – a associação colombiana das indústrias de calçados, couro e manufaturas, promotora do evento. No salão colombiano estão expondo 13 empresas do Brasil, que apresentam as tendências para a temporada primavera-verão 2014 nos segmentos feminino, masculino e infantil.

De acordo com o presidente-executivo da Acicam, a IFLS promete ser um divisor de águas para o setor calçadista colombiano em geral, que está passando por dificuldades com a queda de produção e, consequentemente, de empregos. “A IFLS é resultado de um esforço dos empresários locais, que junto com nossos expositores internacionais, mostra as tendências da próxima estação, além de ajudar a desenvolver ainda mais o setor na Colômbia”, frisou Flores durante a cerimônia da abertura oficial.

O primeiro dia da mostra já rendeu negócios para a Vizzano. A marca do grupo Beira Rio caiu no gosto dos compradores colombianos, que encontram nos produtos conforto, design e também a agilidade em lançamentos. Segundo Márcio Oliveira, supervisor de vendas da América Latina da Beira Rio, a marca procura diversificar os canais de vendas, apostando em comercialização on line, por catálogo e para grandes redes para aumentar a presença da marca na Colômbia. “Estamos cerca de dez anos trabalhando aqui e crescemos a cada estação. Acreditamos que a Colômbia pode se tornar um dos nossos maiores clientes e apostamos que no próximo ano teremos um boom no mercado colombiano e também peruano”, destacou.

Com dois clientes na Colômbia, a Ferracini está em busca de um distribuidor para alavancar os negócios. A empresa que já trabalha com no mercado colombiano há dois anos iniciou a feira com bons contatos. “Começamos bem a IFLS, atendemos muitas pessoas interessadas em conhecer os nossos produtos e conseguimos fazer um contato que pode nos dar um bom retorno em distribuição”, contou Valessa Lourenço, da área de exportação da Ferracini.

Também expõem no evento as marcas infantis Pampili, Bibi, Klin, Ortopé, Molekinha, Grendene Kids e Pimpolho; as masculinas Sândalo e Rider; as femininas Cristófoli, Malu, Dakota e Tanara, além das marcas de sandálias Grendha, Ipanema e Amazonas. As 13 empresas brasileiras participam da IFLS com o apoio do Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações de calçados brasileiros, desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).