Nissei anuncia cinco novas farmácias no interior de São Paulo

farmácia nisseiA Rede de Farmácias Nissei anuncia a inauguração da primeira unidade em Piracicaba, dia 5 de agosto, dando continuidade ao projeto de expansão do grupo para o interior de São Paulo. Essa é a 9ª loja da Nissei no Estado. A rede, que já investiu R$ 10 milhões na região desde a primeira inauguração, há um ano, deve abrir mais 30 farmácias em cidades próximas até o final de 2013. As próximas unidades já estão previstas para as cidades de Presidente Prudente, Araraquara e mais uma em Bauru.

A primeira farmácia Nissei em Piracicaba fica no centro da cidade, na Avenida Independência. Com 250 metros quadrados, a loja segue o padrão da rede, oferecendo estacionamento amplo e um mix completo de produtos, composto não apenas por uma grande variedade de medicamentos, mas também por mais de 15 mil itens de higiene, fitoterápicos, nutracêuticos, perfumaria e dermocosméticos.

Com o objetivo de atender oito mil clientes por mês, a loja vai funcionar todos os dias da semana, das 7h às 23h. Para quem procura preço baixo, os descontos de inauguração são bem atrativos: 25% em medicamentos tarjados e metade do preço nos genéricos.

Após um ano da inauguração da primeira farmácia Nissei em Marília, a cidade passa a contar agora com a terceira unidade, mais ampla e moderna, com um mix muito mais completo, no Jardim Conquista. Com 300 metros quadrados, estacionamento amplo e atendimento todos os dias da semana, das 7h às 23 horas, a nova loja pretende receber uma média de 15 mil clientes por mês.

De acordo com o presidente da Nissei, Sergio Maeoka, a substituição dos pontos faz parte dos estudos locais de capilaridade da rede. Com a inauguração da última farmácia, dia 26 de julho, a Nissei conta agora com três lojas em Marília, sendo uma na Av. Rio Branco, uma na Av. Sampaio Vidal e a nova, na Av. João Ramalho.

Com mais de 180 lojas no Paraná, a Rede de Farmácias Nissei mantém os investimentos na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), com a entrada em Almirante Tamandaré, no início de 2013. Além disso, para o interior do Estado também estão previstas neste ano novas unidades em Maringá, Ponta Grossa, Francisco Beltrão, Cascavel, Foz do Iguaçu e Umuarama.

Marca mais lembrada pelo sexto ano consecutivo no Paraná, de acordo com o Instituto Bonilha, a Rede de Farmácias Nissei também foi apontada pelo Ibope, em 2012, como a preferência de 41% dos consumidores do Estado. Com 27 anos de história, a Nissei ocupa hoje a posição de sétima maior rede de farmácias no País, segundo dados da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias). A rede possui mais de 200 lojas nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Brasil cria novos negócios a uma taxa três vezes maior do que as economias do G7

Wesley Montechiari Figueira: "Com o recente esfriamento da economia, o governo precisa reduzir a burocracia, e fazer isso em regime de urgência”.
Wesley Montechiari Figueira: “Com o recente esfriamento da economia, o governo precisa reduzir a burocracia, e fazer isso em regime de urgência”.

A taxa de criação de novos negócios no Brasil é três vezes maior do que a média dos países do G7, segundo pesquisa da RSM, sétima maior rede de empresas de auditoria e consultoria tributário do mundo. Nos últimos cinco anos, o Brasil registrou crescimento de 993.200 novos negócios, ou um aumento de 5,2%. Em contraste, os países do G7 tiveram uma taxa de crescimento de 846 mil novos negócios, ou uma elevação de 0,8% de crescimento sobre o número de empresas ativas.

A taxa líquida de criação de novas empresas no Brasil, no entanto, fica dentro da média dos BRICS. No mesmo período, as economias dos BRICS produziram 4,8 milhões de novas empresas, numa taxa de crescimento composta anual de 5,8%.

Os profissionais da RSM estudaram os dados de nascimentos e mortes de empresas nos últimos cinco anos em 35 países de sua rede, incluindo o chamado “G7” bem como economias emergentes, incluindo os países do BRICS. De acordo com a RSM, governos ao redor do mundo têm buscado meios de estimular o empreendedorismo, na esteira da crise financeira, mas a pesquisa demonstra claramente que muitos empreendimentos se defrontam com aumentos de tributos e dificuldades de acesso a financiamento. Há muito mais a ser feito para aumentar a criação e a sobrevivência dos novos negócios.

Dos 35 países da amostra, Hong Kong exibe a maior taxa de criação de novos negócios, nos últimos cinco anos – 9,9%, numa base anualizada, de  655 mil para 956 mil, enquanto a África do Sul mostra o maior declínio no número de empresas ativas –  3,8% (negativos) por ano, ou de 956 mil empresas ativas para 817,6 mil.

Para Jean Stephens, CEO da RSM, “enquanto a maior parte dos países vê o número de suas empresas ativas crescer nos últimos cinco anos, para um número significativo deles a taxa anual é inferior a 2%. A divergência entre o G7 e os BRICS é particularmente chocante. Os BRICS criaram mais negócios a uma taxa quase sete vezes maior do que maior parte dos países G7, desde o início da atual crise financeira”.

De acordo com Stephens, a criação de negócios é vital, principalmente quando se analisa a criação de empregos.  “Os governos podem fazer mais para encorajar o empreendedorismo e auxiliar os novos negócios a prosperar. Em muitas economias, a falta de financiamentos é o maior impedimento para começar e tocar um novo negócio. Desde a crise financeira, os bancos reduziram sua exposição ao risco, e estão sob pressão para reter capital em reservas, o que reduz sua capacidade de emprestar, principalmente a novos negócios”, observa o CEO da RSM.

Na avaliação de Wesley Montechiari Figueira, sócio da RSM ACAL, membro brasileiro da RSM, o Brasil cresceu muito baseado no beneficio dos altos valores das commodities. Com a redução da demanda da China, o crescimento está se reduzindo. “Começar e tocar um novo negócio no Brasil é difícil, como todos sabermos. Sistema tributário complexo, um grande número de regras e exigências, falta de financiamento adequado podem sufocar o empreendedorismo. Com o recente esfriamento da economia, o governo precisa reduzir a burocracia, e fazer isso em regime de urgência”, completa.

A pesquisa da  RSM mostra que o México apresenta uma das mais altas taxas de crescimento no número de negócios ativos nos últimos cinco anos – de 1,1 milhão para 1,4 milhão, ou uma taxa anualizada de 6,6%.

Alfonso Elias, presidente da RSM Bogarín, no México, explica que “o México tomou uma pancada forte da crise financeira mundial, mas se recuperou de forma igualmente dramática. A economia agora anda a um ritmo mais acelerado que o do próprio Brasil. A medida que o custo da mão de obra e fretes na China sobem, o México volta a ser um destino cada vez mais atraente para empresas norte-americanas e suprimem o seu mercado interno”.

No outro lado dessa mesa, Portugal tem visto o número de negócios ativos declinar à taxa anual de 0,8%, ou seja, de 616 mil para 596 mil negócios ativos. Joaquim Patricio da Silva, sócio diretor da RSM Patricio, Moreira, Valente & Associados, em Portugal, comenta que “Portugal está às voltas com sua maior recessão desde os anos setenta. O governo busca formas de fazer com que as empresas portuguesas sejam mais competitivas e atrair, por decorrência, investimentos do exterior, através do corte de imposto de renda sobre o lucro, atualmente em 24%”.

Um dos mais interessantes contrastes revelados pelos dados é a relativamente forte performance de países europeus, comparativamente com a América do Norte (EUA e Canadá). Nos últimos cinco anos, os países da União Europeia (os 12 incluídos nessa pesquisa) produziram um crescimento líquido de 1,2 milhão de novos negócios, num crescimento anual médio de 1,4% no período desse estudo. Em contraste, a América do Norte (EUA e Canadá) adicionaram  apenas 158 mil novas empresas, representando 0,4% de crescimento anual, entre 2007 e 2011.

De acordo com Jean Stephens, CEO da RSM, muito se fala sobre o crescimento do número de empresas “zumbis” em economias em dificuldade. Segundo ele, essas empresas estão de fato sendo mantidas vivas por uma taxa de juros baixa que é recorde histórico, e uma política de pressionar os bancos para não “tirarem o tubo de oxigênio” dos créditos bancários. O setor bancário em muitos países europeus tem estado sob pressão significativa para apoiar empresas em dificuldades, o que pode explicar em parte por que muitos países europeus mostram taxas mais altas de criação de novos negócios e de sobrevivência dos negócios antigos do que os EUA ou o Canadá”.

Número Total de Empresas ativas (em milhares) – 2007-2011

 

2007

2008

2009

2010

2011

Taxa Anualizada de Crescimento

G7

25,968

26,293

26,344

26,543

26,814

0.8%

BRICS

19,361

20,386

21,266

22,644

24,219

5.8%

Hong Kong

655

711

772

864

956

9.9%

Chipre

184

208

221

237

254

8.4%

Albânia

80.1

94.5

95

103

109

8.0%

China

9,600

9,715

10,427

11,365

12,531

6.9%

Suíça

499

514

526

537

648

6.8%

México

1,093

1,157

1,213

1,316

1,411

6.6%

Rússia

3,635

     4,232

4,470

4,556

4,555

5.8%

Brasil

4,420

4,607

4,847

5,129

5,414

5.2%

Holanda

956

1,021

1,089

1,124

1,170

5.2%

Ucrânia

2,337

2,516

2,685

2,759

2,860

5.2%

Cingapura

329

358

367

382

397

4.8%

Índia

750

789

803

847

902

4.7%

França

2,949

3,022

3,107

3,318

3,511

4.5%

Nova Zelândia

474

506

521

533

564

4.4%

Tunísia

520

542

568

597

602

3.7%

 

Acordo estimula investimentos em empresas startups

Nelson Fujimoto, secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Nelson Fujimoto, secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

As startups, empresas especializadas na oferta de serviços e bens inovadores, ganharam mais apoio do governo brasileiro. Por meio de um acordo assinado com a organização sem fins lucrativos, Anjos do Brasil, que apoia o empreendedorismo inovador brasileiro, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) vai buscar maneiras eficientes de auxiliar o desenvolvimento deste segmento empresarial.

De acordo com o secretário de Inovação do MDIC, Nelson Fujimoto, o acordo irá possibilitar criar novas políticas públicas para estimular o chamado ‘investimento anjo’, que se direciona às empresas startups. “Contamos com a atuação da Anjos do Brasil fornecendo informações sobre o setor e, principalmente, desenvolvendo juntos instrumentos de apoio a esse segmento. Esses instrumentos poderão ser projetos específicos, como contratação de estudos e capacitação ou ainda aperfeiçoando o marco regulatório vigente”, afirma o secretário.

Fujimoto ressaltou ainda que o acordo não traz somente benefícios para investidores anjos ou empreendedores. “Ele criará o desenvolvimento de políticas públicas mais reais, diretamente ligadas a esse universo e que ajudarão também no crescimento de um país mais próspero e que aposta nos seus talentos”, disse.

Para a Anjos do Brasil, esse acordo representa um passo importante para a consolidação do segmento. “É uma grande honra podermos cooperar com o MDIC para o fomento do investimento anjo e para o desenvolvimento do empreendedorismo brasileiro. Consideramos este acordo um passo muito importante para que sejam desenvolvidas políticas e ações de estímulo a esta prática fundamental para o financiamento de negócios inovadores” afirma Cássio Spina, fundador da Anjos do Brasil.

Faurecia registra aumento de 5,7% nas vendas no primeiro semestre

FaureciaA Faurecia, sexta maior fornecedora mundial de equipamentos automotivos, apresentou o resultado financeiro de suas operações mundiais no primeiro semestre de 2013, referentes à atuação nos segmentos de assentos automotivos, exteriores de veículos, sistemas de interiores e tecnologia de controle de emissões. De acordo o Chairman e CEO Yann Delabrière, “no primeiro semestre de 2013, a Faurecia continuou a apresentar um forte crescimento, particularmente na América do Norte e Ásia. Na Europa, foram introduzidas medidas para reduzir os custos fixos, o que irá impactar positivamente no lucro operacional do segundo semestre. Na América do Norte, o primeiro semestre mostra uma melhoria sequencial das margens, o que irá acelerar no segundo semestre do ano. A estratégia implantada para conciliar crescimento e geração de fluxo de caixa cumpre sua promessa no primeiro semestre de 2013, com um fluxo de caixa líquido equilibrado e uma redução de € 100 milhões da dívida líquida”.

Durante o primeiro semestre de 2013, a produção global de automóveis subiu ligeiramente, 1,4% em relação ao mesmo período de 2012, com um crescimento moderado na América do Norte e na Ásia. Mas apresentou uma queda ainda maior na Europa, onde se estima que a produção automobilística deva cair 3,7% em relação ao primeiro semestre de 2012. Neste contexto, as vendas totais da Faurecia chegaram a € 9,2 bilhões no primeiro semestre de 2013, um aumento de 5,7% (3,9% like-for-like) em relação ao primeiro semestre de 2012.

As vendas de produtos (peças e componentes fornecidos para as montadoras) foram de € 7,1 bilhões no primeiro semestre de 2013, um aumento de 5,7% (3,2% like-for-like). Isto significa que a Faurecia tem superado o mercado automotivo em todas as regiões.

As vendas de produtos aumentaram em 18% fora da Europa e superaram significativamente a produção de automóveis em todas as regiões. As vendas fora da Europa representaram 46% das vendas de produtos do Grupo no primeiro semestre, em comparação com 41% no primeiro semestre de 2012.

Como resultado, o Grupo continuou a reequilibrar as suas vendas geográficas, que no primeiro semestre ficaram divididas entre a América do Norte (responsável por 28% das vendas de produtos), Ásia (11%) e América do Sul (5%).

O que os empresários devem fazer para que seus clientes não troquem de fornecedores

clientexfornecedorQuando um cliente troca de fornecedor, o empresário sempre acha que foi por sua culpa. Entretanto, existem algumas razões que levam os clientes a tomar  esta decisão. O importante é que o empresário conheça as  razões do abandono e passe a agir de forma diferente.

O Mestre em Administração, Gerisval Alves Pessoa, cita algumas causas que levam as empresas a trocarem de fornecedores. Por exemplo: o cliente recebe um serviço ruim. Não existe nada pior para acabar com a lealdade de um cliente do que tratá-lo como lixo quando ele realmente precisa de apoio. Quando se trata mal um cliente, acaba ficando um gosto amargo na sua boca. E esse gosto nunca vai embora. Na primeira oportunidade que ele tiver, certamente mudará de fornecedor. A única maneira de fornecer um serviço ruim e ainda ter clientes é se todas as empresas forem igualmente ruins. Só que, na prática, isso não existe hoje.

Outra forma de perder um cliente é quando a qualidade do produto fornecido caiu. Isso é comum quando uma empresa com um grande produto decide que pode ter um pouco mais de lucro por meio da terceirização de processos críticos com fornecedores de baixa qualidade. O resultado aí é inevitável: Produtos que se parecem com os antigos, mas que rapidamente se quebram ou  não funcionam direito porque o fabricante economizou alguns centavos de reais por unidade  pelo uso de materiais de baixa qualidade.

Mais uma forma de perder um cliente é quando as suas necessidades mudaram. Isso acontece o tempo todo porque o mundo dos negócios muda constantemente. O desafio de um vendedor é ampliar constantemente o que está oferecendo,  antes que as necessidades do cliente mudem debaixo de seus olhos. Para  agir dessa forma, não é suficiente estar apenas em constante comunicação com os clientes. A empresa deve antecipar onde eles estarão em um ano ou dois e responder a essa realidade muito antes que esses clientes cheguem lá.

Por último, o abandono de um cliente nunca deve ser uma surpresa. Se for, então o empresário não está prestando atenção ao que é importante. Nesse caso, a empresa precisa seriamente redefinir suas prioridades e, muitas vezes, inclusive, será preciso mudar a estratégia do negócio.