Economia não é a única culpada pela crise nas empresas, mas é a falta de estratégias empresariais que  leva companhias ao fracasso

Muitos empresários preferem culpar a economia pelo fracasso dos seus negócios, quando na verdade a ausência de estratégias é hoje o principal motivo apontado para a crise nas empresas. De acordo com o professor e especialista em Gestão Estratégica, Leandro Aparecido da Silva, o planejamento estratégico visa distinguir e diferenciar um negócio dos seus concorrentes. Quanto à estratégia, ela não deve ser confundida com vontade, visão, aprendizado ou como membro de um todo. E também, ao contrário do que muitos afirmam, não deve ser secreta e abranger somente a alta gerência. Ela necessita ser aberta, e largamente anunciada em todos os níveis dentro da organização.

Para que a estratégia seja eficaz, é necessário que haja líderes que compreendam o que está acontecendo no mundo em tempo real. Esses líderes devem remodelar a empresa de forma que ela possa reagir da melhor maneira às adversidades do mundo globalizado.

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Lojistas criam diversas estratégias para impulsionar vendas do Dia das Mães

Os lojistas estão apostando todas suas fichas para aumentar as vendas no Dia das Mães, que é a segunda melhor data para o comércio, perdendo apenas para o Natal. Para impulsionar os resultados, lojas, shoppings e supermercados criaram diferentes estratégias para atrair o consumidor. As ações vão desde aquelas que impactam o bolso de quem compra, como descontos, até o uso de ferramentas de gestão, como adequação de estoque e treinamento dos funcionários. Os lojistas chegaram à conclusão que para mudar a realidade de dificuldade enfrentada por conta da crise econômica é preciso alterar também as formas de trabalho.

Além do apelo emocional da data, o cenário econômico deve contribuir para o aumento das vendas neste Dia das Mães. O comércio está projetando um crescimento de 5%, bem acima do porcentual de 1,8% registrado em igual data do ano passado. Além da melhoria dos indicadores econômicos relacionados ao consumo, diante da queda da inflação e das taxas de juros, outro fator que pode impactar de forma positiva os resultados é que o quinto dia útil de maio, data em que a maioria das empresas faz o pagamento dos seus funcionários, caiu na última terça-feira (8), ou seja, quatro dias antes da celebração do Dia das Mães. Pesquisas apontam que os artigos de vestuário, perfumaria, cosméticos, flores e eletroeletrônicos devem ser os mais demandados pelos consumidores.

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Pesquisa de preços dentro dos supermercados é relevante para brasileiros

Pesquisa Tendências e Comportamento do Consumidor realizada pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) em conjunto com o Ibope, que apresenta dados atualizados sobre o setor supermercadista, revela, entre outros pontos, que a pesquisa de preços dentro do supermercado é feita por 58% dos entrevistados. Qualidade e variedade de produtos e marcas, além de preços atrativos são atributos de peso para gerar confiança e credibilidade aos consumidores. Com a crise, a pesquisa de preços ganhou ainda mais importância no processo de compra. A maioria (69%) dos entrevistados declara que analisa os valores dos produtos e entre as mulheres esse hábito atinge 74% delas.

Nesse cenário, cresce a relevância das novas tecnologias para ajudar o varejistas a facilitar a pesquisa dos preços e melhorar a experiência de compras de sues clientes. Com esse objetivo, a Seal Sistemas, principal integradora de tecnologia do país, apresentou na APAS Show 2018, um portfólio de soluções que cobrem o Varejo de ponta a ponta, entre elas, as etiquetas eletrônicas de preços.
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Irmãs paranaenses faturam R$ 3 milhões por ano criando ideias para quem quer empreender

Barbara e Vick Bacchi, proprietárias da IMÃ Brands.

O Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo. De acordo com a última pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), realizada pelo Sebrae, em cada dez brasileiros adultos, quatro já possuem uma empresa ou estão envolvidos com a criação de uma. O grande problema é que apenas uma pequena parcela desses empreendedores está preparada para um desafio tão grande, o que resulta em um enorme índice de fechamento de empresas no Brasil. Na outra ponta, existe também pessoas com capital para investir, mas que não conseguem desenvolver um projeto por falta de tempo ou conhecimento de mercado.

Analisando todo esse contexto do mercado brasileiro, as irmãs e empresárias paranaenses Barbara (31) e Vick Bacchi (29) fundaram, em 2011, a IMÃ Brands. A empresa, que fatura em média R$ 3 milhões por ano, surgiu como uma grande idealizadora desenvolvedora e incorporadora de marcas e de ideias novas ou já existentes, lançando os conceitos “Business Hunter” e “franchising boutique” no país, com foco em gastronomia, entretenimento e serviços. “A ideia da empresa surgiu quando percebemos que conhecíamos várias pessoas que sonhavam em investir em um negócio próprio, mas acabavam se frustrando por não ter uma ideia interessante de empreendimento ou, até mesmo, por não saber nem por onde começar esse desenvolvimento”, comenta Barbara Bacchi.
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Indústria de Materiais de Construção cresce em abril

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) informou nesta sexta-feira (11) que em abril houve crescimento no faturamento deflacionado de 4,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano até aqui, o crescimento é de 1,9%.

Analisando os números em detalhe, observa-se ganho no faturamento dos dois segmentos em que se dividem os produtos: base e acabamento. No mês, os produtos de base registraram aumento de 6,7% no faturamento em relação a abril de 2017, e os de acabamento 1,4%. O resultado acumulado é superior à projeção do ano, no entanto a associação entende que poderão haver variações pontuais nos resultados mês a mês, fazendo com que a previsão para o fechamento de 2018, com alta de 1,5%, seja mantida. Tal resultado indicaria 2018 como um ano de inflexão para o segmento da construção, precedendo a retomada de um crescimento mais robusto.

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