Foz do Iguaçu recebe encontro de líderes de tecnologia de informação

Acontece nos próximos dias 4 e 5, em Foz do Iguaçu, o 18º Encontro Paranaense de Líderes de Arranjos Produtivos Locais (APLs) de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). O evento, realizado pelo APL Iguassu-IT, com apoio da Assespro-Paraná e do Sebrae/PR, tem como objetivo a discussão dos rumos do setor e o fortalecimento das alianças entre as empresas do nosso estado. Todas as reuniões do encontro ocorrem no Hotel San Juan Eco e, pela primeira vez, serão dois dias de evento, onde os empresários e o público em geral poderão participar de discussões e apresentação de casos de sucesso de empresas do Paraná.

Para Leandro Scalabrin, coordenador do APL Iguassu-IT, o encontro é um importante meio de difusão de ideias e troca de experiências. “Queremos fortalecer e avançar as linhas de ações dos APLs e aumentar a sinergia entre os empresários para podermos gerar negócios”, afirma.  Na visão de Sandro Molés, presidente da Assespro-Paraná o evento é uma excelente oportunidade para observar o setor. “O momento é de empreender, temos que ouvir cuidadosamente esses casos de sucesso para fazer com que outras empresas paranaenses também se desenvolvam e possam contribuir com a área de TI”, diz.

Ainda sob a perspectiva de Molés, o encontro também é uma maneira de fomentar novas iniciativas e alianças. “É importante que esses empresários estejam abertos às novas ideias e, que dessa forma, invistam em projetos inovadores para o setor”, atenta. Scalabrin também fala sobre “I Encontro de Empresários de TIC do estado”, que faz parte das atividades do 18º encontro. “Os casos que apresentaremos são fruto de parcerias concretas e experiências de sucesso dos empreendedores da área, o que demonstra a qualificação do setor e como a união pode fortalecer ainda mais os negócios”, conclui.

O encontro será aberto ao público até o meio dia de sexta-feira. Na parte da tarde, já reunindo apenas os empresários dos APLs, acontecem as reuniões fechadas dos grupos de trabalhos dos APLs: qualificação humana, inteligência de mercado e políticas públicas.

Pesquisa mostra que atitudes dos empresários em relação a TI têm impacto significativo nos negócios

tiA Symantec Corp. (Nasdaq: SYMC) divulgou sua Pesquisa Global das PMEs 2013 – Indíce de Confiança em TI, que identificou que Pequenas e Médias Empresas (PMEs) com pontuações mais altas de confiança na Tecnologia da Informação são mais bem sucedidas ao explorar a TI para conduzir seus negócios e apresentam resultados de negócios melhores e mais sólidos. “A pesquisa da Symantec com Pequenas e Médias Empresas de todo o mundo revela como as atitudes de seus proprietários em relação à TI podem ter um impacto significativo nos negócios. Parece haver uma correlação positiva entre proteger os ativos de informação e atingir os objetivos de negócio. Se as pequenas empresas quiserem maximizar seu sucesso, precisarão adotar a TI como uma ferramenta estratégica com potencial para garantir uma vantagem competitiva e realmente impulsionar os negócios”, afirma Marcelo Saburo, diretor da Symantec para Mercado de PMEs, Alianças e Canais.

A Symantec pesquisou cerca de 2.500 Pequenas e Médias Empresas em todo o mundo para determinar sua atitude em relação à TI. As respostas foram utilizadas para desenvolver o “Índice de Confiança das PMEs na TI”, uma medida de quão confiantes as empresas estão ao usarem suas áreas de tecnologia para cumprir os seus objetivos estratégicos de negócios. Surgiram três categorias de empresas, sendo que o contraste entre as empresas com maior confiançca na TI (Top-Tier) e as empresas com menor confiança em TI (Low-Tier) formou a base das principais conclusões da pesquisa.

Um dos principais fatores que estimularam a alta pontuação de confiança na TI foi a perspectiva dos sócios-fundadores e a forma que isso impacta a adoção da TI. Setenta e quatro por cento das empresas com pontuações mais altas disseram que experiências de negócios prévias dos proprietários tiveram alguma ou muita influência nas filosofias relacionadas à TI; em comparação a 61 por cento no caso das empresas com as menores pontuações. Além disso, 83 por cento das PMEs Top-Tier usam a TI como um facilitador de negócios estratégicos, contra apenas 44 por cento daquelas com baixo índice de confiança. As empresas com melhor pontuação de confiança também são mais propensas a investir em infraestruturas de TI de alta qualidade e a implementar plataformas de computação avançada, como as de nuvem e as de mobilidade. Para elas, mesmo com riscos potenciais, o investimento vale a pena.

As PMEs com melhor pontuação de confiança estão com os melhores resultados em comparação com as empresas Low-Tier. Oitenta e um por cento delas disseram que “o uso estratégico da computação para impulsionar os negócios” foi de alguma forma ou extremamente eficaz para aumentar a participação de mercado, em comparação com apenas 35 por cento das empresas com os menores níveis de confiança. Além disso, essas PMEs tornaram a segurança das informações uma prioridade para os negócios, com 78 por cento afirmando que estão de alguma forma ou extremamente seguras; contra 39 por cento das menos confiantes. Elas também observam menos ataques cibernéticos e perdas financeiras (51 por cento a menos da perda anual com ataques cibernéticos). Em áreas como gestão de armazenamento, intervalos de backup e preparação para casos de desastres, as empresas com pontuações mais altas relataram impactos muito menores resultantes da complexidade da TI.

Bloomberg lança solução para profissionais de relações com investidores

A Bloomberg revelou nesta terça-feira (18) um novo conjunto de ferramentas e análises para o serviço Bloomberg Professional que permite aos profissionais de Relações com Investidores (RI) administrar melhor o fluxo de trabalho diário e obter conhecimento crítico no dinâmico mercado atual. “O papel do profissional de Relações com Investidores evoluiu para muito além de sua função tradicional de comunicação com investidores e analistas, agora exigindo uma análise mais sofisticada e ágil, além da capacidade de planejamento estratégico”, disse Jean-Paul Zammitt, chefe de Produtos e Vendas da Bloomberg. “Nós desenvolvemos ferramentas específicas para ajudar esses profissionais a aprimorar conhecimento e gerar melhores resultados em mercados cada vez mais complexos.”

O produto de RI da Bloomberg integra e contextualiza informações críticas, notícias, pesquisas e análises necessárias para monitorar os mercados, gerenciar as relações já existentes com analistas e investidores e identificar novos investidores. Para desenvolver essas ferramentas, a Bloomberg trabalhou em colaboração com executivos de Relações com Investidores de diversos setores ao redor do mundo e adaptou a plataforma para atender às novas demandas de uma função que está em evolução.

“Este é um divisor de águas para os profissionais de Relações com Investidores”, disse Edward Thacker, diretor de Relações com Investidores da Land Securities. “Nos mercados financeiros interconectados dos dias de hoje, o serviço Bloomberg Professional integra ferramentas essenciais que me ajudam a sintetizar um grande volume de informações e adicionar valor para stakeholders internos e externos.”

O serviço Bloomberg Professional agora oferece aos executivos corporativos e de Relações com Investidores uma visão personalizada através de vários ativos que auxilia a analisar e acompanhar as principais tendências da indústria que podem impactar os preços das ações da empresa. Informações específicas sobre a companhia são apresentadas de acordo com as necessidades dos profissionais de Relações com Investidores, para que eles acompanhem e comparem o desempenho da empresa, avaliem as atividades e a composição do grupo de acionistas e identifiquem novos investidores por meio de uma plataforma única e segura.

Profissionais de Relações com Investidores que assinam o serviço da Bloomberg têm acesso a uma comunidade de investidores institucionais com mais de 315 mil membros, dados proprietários e informações importantes, incluindo análises setoriais da Bloomberg Industries. O novo produto é parte do serviço Bloomberg Professional e está disponível para todos os assinantes por meio do comando IR <GO>.

Lexmark muda posicionamento e amplia área de negócios

lexmarkA Lexmark International, uma das maiores companhias do setor de tecnologia e referência global em produtos, softwares e serviços de impressão e imagem, promove uma verdadeira revolução neste mercado, ao aliar a comercialização de equipamentos (multifuncionais a laser) com soluções para capturar, administrar e conectar as informações. Face à migração acelerada para o digital, a Lexmark antecipou-se a essas mudanças desde 2007 – com o lançamento dos equipamentos multifuncionais e aquisição de empresas de software –, e agora amplia a oferta de soluções completas na área corporativa. São não apenas soluções de impressão, mas soluções end-to-end, que abrangem todo o mundo de informações (estruturadas ou não) de empresas ou instituições, de grande ou pequeno porte.

A nova linha de 21 equipamentos, que chega ao mercado, por exemplo, integra-se a diversas soluções embarcadas próprias, que permitem tanto transferir informações online, como capturar e organizar esses dados e integrá-los a qualquer sistema de gestão (ERP). A empresa, que já possuía histórico de criar soluções baseadas nos dispositivos multifuncionais, acelerou a expansão na área de software e soluções end-to-end, tornando-se a única empresa do setor a atuar, simultaneamente, em gestão de conteúdo, gerenciamento de processos e gerenciamento de impressão, atendendo as empresas em todas as suas demandas.

“A Lexmark se reinventou no mercado de impressões, que parou de crescer em função da migração para o digital. Passamos a comercializar soluções focadas em conectar informações impressas e digitais não estruturadas, ou seja, aquelas que não estão integradas ao computador, a fim de permitir a integração desses dados e ajudar as empresas na gestão dos negócios”, explica Ronaldo Foresti, Vice-Presidente e Gerente Geral da Lexmark para América Latina e Ásia. Ele lembra que, segundo o Instituto Forrester, 80% das informações das empresas estão em formato não-estruturado, o que inclui contratos e correspondências, entre outros dados.

Do total da receita mundial da Lexmark, que foi de US$ 3,8 bilhões em 2012, 20% já provêm da área de soluções, e a previsão de Ronaldo Foresti é que este percentual irá atingir 50% nos próximos cinco anos.

Carlos Eduardo Bretos, Vice-Presidente e Gerente-Geral para a América Latina, destaca a importância das aquisições de empresas de software, como da Perceptive. “Com a aquisição da Perceptive, a Lexmark passou a falar de gestão do conteúdo em qualquer formato, e não apenas ligado à impressão ou gestão de papel”, observa Bretos. Os documentos impressos, em sua avaliação, continuarão a coexistir com o digital, mas o desafio está em gerenciar tudo isso de forma eficiente, principalmente porque hoje a informação impressa, digital e os processos estão desconectados e não são administrados.

De grandes bancos, a corporações do setor industrial e do varejo, escolas e universidades, hospitais ou órgãos governamentais, a Lexmark tem soluções e equipamentos customizados para cada setor, e instalados em empresas líderes. Está presente em oito dos dez maiores bancos do País, e em três dos cinco maiores do varejo. Com suas soluções e hardwares, por exemplo, é possível abrir uma conta em um banco em apenas 15 minutos, processo que, realizado manualmente, podia levar até três dias. Na área de saúde, suas soluções cumprem o difícil desafio de transmitir imagens médicas.

O fato de conhecer a fundo os clientes – destaca Carlos Bretos – permite oferecer soluções customizadas, especialmente criadas para solucionar os problemas de cada companhia. O fato de a Lexmark desenvolver, internamente, suas soluções e também fabricar seus equipamentos – sem terceirização – dá maior flexibilidade para atender essas demandas, ao mesmo tempo em que assegura a melhor qualidade.

Em função do seu conjunto de serviços, soluções e equipamentos, a Lexmark vem ocupando posição de liderança em diversos segmentos. Detém a liderança no mercado corporativo de equipamentos multifuncionais a laser (MFP), com 30% de participação, e lidera o segmento de MPS (Managed Printed Solutions), ou serviços de impressão gerenciada, com 43% de participação nos contratos de outsourcing no Brasil, segundo pesquisa anual de uma renomada empresa de pesquisa de mercado. Segundo a pesquisa, entre os fabricantes de equipamentos de impressão, a Lexmark foi a companhia que mais ganhou market share nos últimos anos no segmento de MPS no Brasil. Também é líder em termos de capacidade global em captura, transferência e impressão.

Desde 2010 a Lexmark vem adquirindo empresas de software que oferencem ao mercado diferentes soluções para completar a sua oferta end-to-end. As empresas adquiridas pela Lexmark na área de softwares são: Perceptive, Pallas Athena, Brainware, Isys, Nolij,AccessVia, Twistage e Acuo.

Pesquisa da Telefónica revela que geração do milênio brasileira está confiante no futuro do país e preocupada com mudanças climáticas

A maioria das pessoas com idade entre 18 e 30 anos atualmente – a chamada geração do milênio (“millennials”) – é grande entusiasta de tudo o que a tecnologia tem a oferecer. No Brasil, 92% deles acreditam que a tecnologia facilita a transposição de barreiras de linguagem, em comparação a 87% em todo o mundo. Oitenta e cinco por cento creem que a tecnologia tornou mais fácil encontrar um emprego, comparado a 83% em nível global. Outros 71% entendem que “a tecnologia cria oportunidades para todos”, se comparado aos 69% mundialmente. A nova pesquisa da Telefónica com o Financial Times junto a mais de 12 mil pessoas da geração do milênio em 27 países do mundo, incluindo 1.028 brasileiros, mostra também que o interesse desta geração ultrapassa a tecnologia e estende-se à economia, desigualdade social, educação e liberdade pessoal.

A geração do milênio brasileira também acredita ser mais antenada com tecnologia do que seus pares globais. Mais de um quarto (26%) acredita fortemente estar na vanguarda da tecnologia ante 19% mundialmente. A maioria (91%) descreve seu conhecimento pessoal e familiaridade com tecnologia como bom ou excelente, comparado a 79% no resto do mundo.

Estas ideias estão entre os principais resultados anunciados hoje na conferência FT-Telefónica Millennials Summit: The Interactive Generation, em São Paulo – a segunda parte de uma série global de eventos organizados pelo Financial Times e Telefónica, em continuidade ao debate global sobre o impacto da geração do milênio na sociedade.

A pesquisa global da Telefónica é o maior e mais abrangente estudo com a geração do milênio, que compreende adultos com idades entre 18 e 30 anos. A nova pesquisa mostra que a geração do milênio brasileira – também conhecida como geração Y – está muito confiante sobre seu potencial para fazer a diferença, mais do que muitos de seus parceiros globais. A maioria (80%) acredita poder fazer diferença em suas comunidades, em comparação a 62% no resto do mundo. 58% acreditam poder fazer a diferença globalmente, ante 40% mundialmente.

Mais da metade (54%) afirma que a melhoria do acesso e da qualidade da educação são as maneiras mais importantes de se fazer a diferença no mundo, seguido por proteção ao meio ambiente (45%) e eliminação da pobreza (43%).
A geração do milênio brasileira também valoriza o empreendedorismo, sendo que quase metade (47%) estima que ser um empreendedor é muito importante. Quase um quarto (24%) acredita ter oportunidades de tornar-se empreendedor ou desenvolver e trazer uma ideia ao mercado (contra 19% mundialmente).

Para o presidente executivo da Telefónica, Cesar Alierta, “a pesquisa oferece a primeira análise realmente exaustiva da geração do milênio, que tem demonstrado ser realista no que se refere à superação de diversos objetivos relativos à economia e ao desenvolvimento profissional, ao mesmo tempo em que mantém uma grande confiança em sua capacidade de êxito. A pesquisa revela novos detalhes sobre quais problemas sociais influenciam esta geração. Isto nos ajudará não só a avaliar nosso compromisso com os clientes, como também a identificar soluções eficazes que reforcem a sociedade em seu conjunto, incluindo o fomento ao espírito empreendedor, o apoio à formação básica digital e à reafirmação de nosso compromisso com a educação e as atividades sustentáveis.”