Fórum sobre cidades digitais e inteligentes abre Paraná TIC 2017

Adriano Krzyuy, presidente da Assespro-PR.

Gestores de 28 municípios do Oeste paranaense debateram e trocaram informações sobre experiências inovadoras na gestão de tecnologias que permitem tornar cidades mais digitais e inteligentes no II Fórum de Cidades Digitais do Oeste do Paraná, evento que integra o Paraná TIC 2017, em Foz do Iguaçu. Realizado pela Rede de Cidade Digital (RCD) e Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-PR), o Fórum tratou nesta quarta (26) do desenvolvimento e modernização das administrações municipais por meio de investimentos em tecnologia.

Um levantamento feito pela RCD mostra que quase 80% dos prefeitos no Oeste do Estado incluíram nos planos de governo, protocolados junto ao Tribunal Superior Eleitoral, propostas de investimentos em tecnologia para melhorar algum setor da administração municipal.

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Programa de parcelamento tributário é uma boa oportunidade para negociar dívidas com condições especiais

O Governo Federal criou um novo parcelamento de débitos tributários válido para contribuintes, tanto pessoa física quanto pessoa jurídica, inclusive para as empresas que estão em recuperação judicial e que possuem dívidas com a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, vencidas até 31 de abril de 2017. O novo parcelamento é chamado de PERT – Programa Especial de Regularização Tributária e vai permanecer aberto para adesão até o dia 31 de agosto de 2017.

“A principal vantagem do PERT é que ele prevê reduções de juros e multas para pagamentos à vista, coisa que o PRT- Programa de Regularização Tributária, instituído pelo governo no começo do ano não tinha”, explica a advogada tributarista Glória Coraça.

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Embora fundamental para redução de custos e segurança dos usuários, só 30% das empresas contam com uma política de frota

Os veículos, sejam eles leves ou pesados, fazem parte do dia a dia da maioria das empresas. E muitas companhias, inclusive, contam com grandes frotas, que ultrapassam a marca dos 50 veículos. Por isso, desenvolver uma política de frota e aplicá-la de forma eficiente é fundamental para que as empresas reduzam custos e aumentem a segurança dos usuários dos veículos. Eu conversei com a coordenadora de produtos e serviços da Ouro Verde, Janaína Faria, e ela me disse que apenas 30% das empresas brasileiras que buscam capacitação no segmento frotista possuem uma política de frota estruturada. Este número é considerado muito baixo e reflete a falta de comprometimento das companhias com a construção de um trânsito mais seguro.

Janaína me explicou que a política de frota é considerada o coração de uma boa gestão. Sem ela não é possível que a empresa cobre de seus colaboradores e condutores a melhor utilização dos veículos, manutenção preventiva, multas, caronas, acidentes, economia de combustível e até mesmo evitar problemas trabalhistas e criminais. Além disso, uma política de frotas bem planejada pode ajudar a reduzir significativamente os custos operacionais.

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Percentual de cheques devolvidos atinge o menor nível desde setembro de 2014

O número de cheques devolvidos (segunda devolução por falta de fundos) como proporção do total de cheques movimentados atingiu 1,83% em junho, registrando considerável redução em relação ao mesmo mês do ano anterior (-0,28 p.p.). Com isso, a razão atinge o menor nível desde setembro de 2014, quando alcançou 1,80%. As informações são da Boa Vista SCPC.

Na comparação mensal, o percentual de cheques devolvidos sobre movimentados também obteve queda (em maio o nível foi de 2,11%) frente ao mês anterior, sendo o resultado registrado pela diminuição de 20,5% dos cheques devolvidos e retração de 8,2% para os cheques movimentados.

 

Taxa Selic deve cair para 9,25% ao ano. Qual o impacto para os brasileiros?

Reinaldo Domingos.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deverá anunciar nesta quarta-feira (26) o novo valor da taxa básica de juros (Selic). A expectativa por conta de especialistas é de uma forte queda, que pode chegar a até 1,0 ponto percentual, passando de 10,25% para 9,25% ao ano. A notícia reflete em muitos aspectos, mas o que de fato isso muda na vida dos brasileiros?

A situação ainda é interessante para quem investe o seu dinheiro, por exemplo, em aplicações de renda fixa atreladas a Selic (CDBs pós-fixados, os fundos DI, as Letras Financeiras do Tesouro (LFT) e os títulos negociados via Tesouro Direto). Mas para quem aplica na Caderneta da Poupança, não haverá mudanças em seus rendimentos, pois, se a Selic for maior ou igual a 8,50% ao ano, a poupança paga sempre 0,50% ao mês mais Taxa Referencial (TR).

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