Consumo médio de TV por indivíduo cresce em mais de 1 hora nos últimos 10 anos

Presente em praticamente todos os lares do país, a TV tem espaço garantido no cotidiano da população. O mundo mudou, a tecnologia evoluiu e a televisão se fortaleceu: na última década, o tempo médio que o telespectador dedicou ao consumo do meio aumentou em mais de 1 hora. Em 2007, eles passavam, em média, 5 horas e 11 minutos assistindo TV por dia. Em 2016, foram 6 horas e 17 minutos dedicados a telinha.

A TV que você assiste hoje já não é a mesma. De analógica para digital, de aparelho convencional para multitelas: a televisão saiu da sala de casa e já pode ser assistida em qualquer local e a qualquer horário. O meio vem evoluindo junto com o seu público e disponibiliza seu conteúdo nas mais diversas plataformas e dispositivos. De acordo com o Target Group Index, o vídeo sob demanda já é usado por 20% dos brasileiros, 9 vezes mais do que esse número representava em 2013.

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 Black Friday acontece nesta sexta-feira, mas ainda dá tempo para que os comerciantes impactem os consumidores

Faltam apenas três dias para a Black Friday, e este é um momento crucial para impactar os consumidores com promoções atraentes e conteúdos assertivos. A estimativa é que a data movimente mais de R$ 2 bilhões em todo o Brasil, ou um aumento de 15% em relação ao ano passado.

Embora o prazo seja apertado, ainda dá tempo para que os lojistas implementem algumas ações para obterem sucesso nestes últimos dias antes do grande evento. Eu conversei com alguns consultores de varejo e eles me passaram alternativas interessantes e que poderão ser facilmente adotadas. De acordo com Delcio Noventa, CMO da Akna, a primeira dica é enviar uma mensagem aos clientes mostrando quais produtos estarão em promoção nesta Black Friday. Pode ser um e-mail ou um SMS, mas o importante é gerar uma expectativa positiva e fazer com que o consumidor se planeje para comprar na sua loja e não no seu concorrente.

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Movimento do Comércio aumenta 0,4% em outubro, mas no acumulado do ano cai 1%

O Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, subiu 0,4% em outubro quando comparado a setembro na análise com ajuste sazonal, de acordo com os dados apurados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Na avaliação acumulada em 12 meses (novembro de 2016 até outubro de 2017 frente ao mesmo período do ano anterior) houve queda de 1,0%, aumentando 1,0 p.p. com relação aos valores obtidos em setembro, mantida base de comparação. Já na avaliação contra outubro do ano passado, houve aumento de 5,6%.

Após dois anos de retração, desde novembro de 2016 o indicador do comércio vem gradualmente se recuperando quando observado na aferição acumulada em 12 meses. Com uma mudança de cenário que inclui redução de juros, expansão do crédito, melhoria dos níveis de renda, diminuição do desemprego entre outras variáveis, espera-se que esta tendência se mantenha crescente pelos próximos meses, retomando patamares positivos das vendas varejistas.

Setores

Na análise mensal, dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou queda de 3,1% em outubro, descontados os efeitos sazonais. Nos dados sem ajuste sazonal, a variação acumulada em 12 meses foi negativa em 1,5%.

A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” caiu 0,3% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Já na comparação da série sazonal, nos dados acumulados em 12 meses houve recuo de 3,2%.

A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” subiu 0,4% no mês na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada subiu 1,2%.

Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” cresceu 1,2% em outubro considerando dados dessazonalizados, enquanto na série sem ajuste, a variação acumulada em 12 meses apresentou queda de 3,2%.

Demanda do consumidor por crédito cresce 5,4% em outubro

De acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, a quantidade de pessoas que buscou crédito em outubro de 2017 cresceu 5,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior (outubro/16). No acumulado do ano até outubro/17 a busca do consumidor por crédito avançou 4,6%. Na comparação com o mês imediatamente anterior (setembro/17) houve alta de 5,3% na demanda do consumidor por crédito.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a sexta alta interanual consecutiva deste indicador revela que os consumidores estão retornando ao mercado de crédito, influenciados pela redução da inflação, pela queda dos juros, pelo início de um processo de recuperação gradual do emprego formal e pelo maior grau de confiança dos consumidores na economia.

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Relações familiares e sua interferência nos negócios da empresa

Monique de Souza Pereira.

Gerenciar uma empresa familiar não é tarefa fácil, principalmente quando as relações familiares acabam interferindo diretamente sobre os negócios. Situações cotidianas das famílias como casamento, nascimento, criação e educação dos filhos, casais de meia-idade e o envelhecimento de seus membros normalmente influenciam no desempenho das empresas. De forma geral, a maioria das empresas familiares passa por quatro estágios sequenciais, regidos pelo envelhecimento biológico de seus membros.

No primeiro estágio da jovem família empresária, o aspecto pessoal é marcado pelo casamento e pelos primeiros anos de vida dos filhos. Nessa fase, fará parte dos planos

Nelson Luiz Oliveira.

do casal iniciar uma atividade empresarial, de forma que tempo, energia e dinheiro poderão ser escassos, o que exigirá muito esforço de ambos para que o negócio se desenvolva. Dessa forma, embora o cenário esteja mudando, antigamente era comum o casal dividir as tarefas, cabendo ao marido desbravar e desenvolver o negócio familiar com o objetivo de alcançar segurança financeira e, à esposa, se dedicar à administração do lar e à rotina de criação dos filhos. Hoje, observando empresas que estão em fase de transição entre 1ª e 2ª geração, ainda é possível observar esse modelo, embora existam também muitos exemplos de casais que empreenderam juntos, mas tiveram pouco tempo para acompanhar o desenvolvimento e crescimento dos filhos.

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