Os impactos da lentidão no desempenho dos negócios digitais

Bruno Abreu.

Desistir de uma compra ao se deparar com uma fila enorme é normal no varejo. Clientes desistem de esperar quando a fila assusta, mas este problema não é exclusivo das lojas físicas. O cenário descrito também acontece com frequência no ambiente virtual, inclusive em datas sazonais como a Black Friday – que pode deixar os sites lentos e instáveis. O motivo quase sempre é o mesmo: muitas pessoas querendo comprar em uma plataforma que não tem a estrutura para lidar com a quantidade de acessos recebida. A situação pode ser danosa aos negócios e trazer prejuízos financeiros aos varejistas que, cada vez mais, devem se preocupar com a velocidade do carregamento das suas páginas.

E, essa preocupação já é antiga. Em 2010, empresas como Shopzilla e o Firefox já realizavam testes para avaliar o impacto financeiro do carregamento de páginas, assim como o Google e a Microsoft também. Um estudo conjunto dessas duas últimas empresas mostrou que a satisfação dos usuários dependia do tempo de carregamento das páginas – e meio segundo de delay gerou queda de quase 1% na satisfação dos usuários, enquanto dois segundos aumentaram esta taxa em quase 4%.

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Com incentivo à inovação, Curitiba almeja ser o Vale do Silício brasileiro

Diogo Kastrup Richter.

A inovação tecnológica é visualizada cada vez mais como um importante meio de crescimento econômico e de melhora dos índices de qualidade de vida, perseguida pelos setores público e privado. Antes praticamente restritos aos geeks do Vale do Silício, termos como aceleradoras, incubadoras, investidores-anjo e venture capital são jargões cada vez mais corriqueiros no ambiente empresarial. Governos têm gradativamente destinado recursos para atrair ideias inovadoras para os seus domínios. Instituições de ensino, que são referência no conhecimento de ponta, têm buscado parcerias com esses agentes do ecossistema de inovação.

O poder de transformação da inovação e da tecnologia não tem passado despercebido em solo tupiniquim. De acordo com o ranking das Empresas Mais Inovadoras do Mundo, da Fast Company, o Brasil é sede de cinco das 350 empresas mais inovadoras do mundo e, recentemente, alcançou a façanha de conquistar sua primeira startup unicórnio (valor de mercado maior que US$ 1 bilhão).

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E-book gratuito aponta tendências e indica soluções para temas polêmicos do mercado imobiliário

Quais as lacunas da legislação sobre o funcionamento dos condomínios contemporâneos, como megaempreendimentos, condomínios-clube, condomínios fechados e de uso misto no Brasil? E quanto à regulação de aplicativos para locação de temporada, como o Airbnb: é permitido ou não? As tendências do mercado imobiliário e as questões polêmicas da incorporação (retomada de obras, distrato, vícios construtivos e assembleia de condomínio) e da locação (responsabilidades do fiador) são temas do e-book produzido pelo Santos Silveiro Advogados, escritório com mais de 30 anos de experiência no atendimento de grandes empresas do setor imobiliário, que chega à 3ª terceira edição e tem download gratuito (www.ssa.com.br/livro-direito-imobiliario/)

A publicação de 146 páginas reúne nove artigos, de autoria dos advogados sêniores do escritório que tem sede em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), e é destinada a advogados, estudantes de Direito, assessorias jurídicas, empresários, entidades representativas da construção civil e consumidores de todo o país.

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Concessionárias de veículos e lojas de materiais de construção puxam retomada nas vendas do varejo do Paraná

Até abril as vendas do comércio aumentaram mais de 6% no Paraná.

O varejo paranaense acumula alta de 6,34% de janeiro a abril, o que indica a retomada da economia do Estado. Os dados são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR). Apesar da queda de 6,13% na comparação com março, as vendas foram 8,48% em relação ao mês de abril de 2017.

No acumulado do ano, os setores de maior destaque foram as concessionárias de veículos (37,15%), as lojas de departamentos (10,16%) e de materiais de construção (9,89%). Por outro lado, observa-se redução nas vendas nos ramos de vestuário e tecidos (-8,54%), móveis, decorações e utilidades domésticas (-7,06%), óticas, cine-foto-som (-5,52%) e combustíveis (-5,2%).

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Caixa libera R$ 8,5 bilhões para safra 2018/2019

A Caixa vai disponibilizar R$ 8,5 bilhões para o ano safra 2018/2019, que começa em 1º de julho de 2018. Neste ano, a piscicultura foi incluída no custeio de integração. Os  produtores podem apresentar propostas nas agências do banco, a partir de 18 de junho, para as linhas de custeio, industrialização, comercialização e investimento, com recursos obrigatórios, livres e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A Caixa também oferece condições especiais para produtores com dificuldades no pagamento de parcelas do ano safra 2017/2018.

As taxas de juros do custeio agrícola e pecuário do ano safra 2018/2019 foram reduzidas em 1,5 p.p., passaram a 7,0% ao ano. Para agricultores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), as taxas de juros serão de 6,00% ao ano.

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