Reciclagem de Pet deve movimentar R$ 200 milhões por ano

Há cerca de um mês a Aência Nacional de Vigilá¢ncia Sanitária (Anvisa) publicou uma resolução que permite o uso do plástico reciclado de garrafas tipo PET (usadas em refrigerantes) para produção de embalagens de alimentos. Segundo dados do setor, 51% de todo esse material plástico é reciclado, deixando outros 184 milhões de toneladas produzidas por ano nos aterros e lixões. A reciclagem de garrafas pode movimentar anualmente R$ 200 milhões.

Segundo o diretor do Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilá¢ncia Sanitária (Inbravisa), Rui Dammenhain, esta resolução irá aumentar a reciclagem desse material, pois a probabilidade é que cresça a coleta do PET por parte dos catadores, já que haverá um aumento da demanda do produto. Dammenhain considera a medida positiva e inteligente do ponto de vista da geração de trabalho e renda.

A técnica de reciclagem começa com uma lavagem química do material, depois passa por um processo de fusão a 280º C, para então ser filtrado. Ao final do processo, o material está tão descontaminado quanto o material virgem.

Uma garrafa PET de plástico reciclado custa 15% menos do que uma feita com outro tipo de matéria-prima.

Refrigerante com pão

Visando estreitar o relacionamento com o segmento de panificação, que conta com 3.170 estabelecimentos no Paraná, um faturamento de R$ 1,2 bilhão no ano e um fluxo de 3,6 milhões consumidores por dia, a Cini Bebidas participará da Paranapão, feira de produtos e serviços para panificação, que começa nesta quarta-feira (28) e vai até sexta-feira (30), no Cietep, em Curitiba.

Para atender um público cada vez mais exigente, a Cini Bebidas, que vem diversificando sua linha de produtos, leva para esta feira seu último lançamento, a Cristal Limão, uma água saborizada perfeita para saciar a sede.

Segundo a gerente de marketing da Cini Bebidas, Ingrid Spengler, a Paranapão é uma excelente oportunidade para apresentar os produtos da empresa ao setor panaderil, um segmento que vem crescendo a cada ano e tem um público diversificado e fiel.

Paraná tem a primeira resseguradora privada do Brasil

logoA paranaense J Malucelli Resseguradora recebeu esta semana a autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para operar como resseguradora local. Assim sendo, a J Malucelli se torna a primeira resseguradora brasileira de capital privado do País.

A empresa terá um capital social de R$70 milhões, dividido em 70 milhões de ações ordinárias, nominativas e com valor nominal de R$1, sendo que o controle acionário indireto será exercido pelo Paraná Banco, que também tem sua sede em Curitiba. A J. Malucelli é a maior seguradora do país no seguro garantia, ou seja, apólice que garante que uma obra pública ou privada seja feita dentro do previsto. Ela tem sozinha 50% do mercado, que dobrou de tamanho em 2007.

O resseguro é o seguro do seguro, contratado para grandes apólices, como a de um avião ou plataforma de petróleo, na qual a seguradora não tem capacidade para assumir todo o risco envolvido. O mercado brasileiro foi aberto para competidores no ano passado. Entretanto, somente em abril último, entrou em vigor a legislação criada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para o segmento. A legislação criou a figura do ressegurador local, com empresa constituída no Brasil e que terá uma reserva de mercado de 60% dos prêmios. Todos os contratos terão que ser oferecidos primeiro a estas resseguradoras. Se elas não quiserem, a seguradora pode procurar o mercado externo.

Só 11% dos gerentes exercem liderança

O grupo Bridge, consultoria especializada em treinamento realizou uma pesquisa com 1.500 profissionais que ocupam funções gerenciais. O resultado foi alarmante. Somente 11% dos entrevistados foram considerados capazes de exercer liderança plenamente.

De acordo com a análise da pesquisa, existe nos curículos acadêmicos uma ênfase muito grande para a parte técnica e teórica das profissões, indicando a falta de adequação do ensino em face á  nova realidade empresarial, cujo cenário vem sofrendo modificações significativas há mais de dez anos. Este cenário mostra que o perfil da média liderança deixou de ser técnico para ser de alguém que cuida das pessoas, que sabe administrar conflitos e avaliar competências e performances, treinando e desenvolvendo profissionais para uma atuação eficaz.

Setor ceramista passa por clínica tecnológica

O Senai Paraná vai promover, nesta sexta-feira (30) e sábado (31), no Pavilhão de Exposições São Pedro, no Umbará, em Curitiba, uma Clínica Tecnológica para as indústrias de Cerá¢mica Vermelha. Realizada pela Rede de Tecnologia do Paraná (Retec), um programa do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) operacionalizada pelo Senai, a Clínica será oferecida a industriais, profissionais e estudantes do setor cerá¢mico durante a Expocer 2008 (2.ª Feira de Fornecedores para a Indústria Cerá¢mica), evento que começa nesta q uinta-feira (29), no Pavilhão São Pedro.

Na Clínica Tecnológica, dois especialistas da cadeia produtiva da indústria cerá¢mica ministrarão palestras e prestarão consultorias individuais á s empresas participantes. Serão tratados temas como a preparação de massas, secagem, extrusão e queima.  A programação completa da Clínica está disponível no site www.pr.senai.br/clinicatecnologica.