Província vai financiar imóveis usados

A partir desta semana, o mercado imobiliário de Curitiba passa a contar com um modelo de financiamento que promete revolucionar a comercialização de imóveis usados. A Companhia Província, de Porto Alegre, firmou 13 parcerias com imobiliárias da capital, para lançar o ProntoCasa, uma linha de crédito imobiliário específica para imóveis usados. O ProntoCasa irá oferecer maior agilidade na aprovação de liberação dos recursos para que o corretor concretize a venda, em uma prazo máximo de 15 dias entre o recebimento da documentação e a assinatura do contrato.
A Companhia Província tem R$ 30 milhões para o financiamento de imóveis usados nos três estados do Sul, até o fim do ano, tendo destinado ao Paraná 25% deste valor, informa o diretor de Operações e Negócios, Luís Felipe Carchedi.

Sam’s Club paga R$ 500 por TV usada

De 10 a 31 de agosto, os sócios do Sam’s Club poderão trocar os televisores usados por um bônus de R$ 500 na compra de uma de TV de LCD 32″. Além de economizar, os clientes estarão ajudando instituições de caridade, porque os aparelhos arrecadados serão doados para creches, orfanatos e outras instituições filantrópicas escolhidas pelas próprias lojas. A rede atacadista espera contribuir com cerca de 500 televisores. Os aparelhos trocados podem ser de qualquer marca, mas precisam ter acima de 14 polegadas, ser a cores e estar em boas condições de funcionamento. O consumidor que aderir á  campanha poderá comprar um aparelho de TV de LCD 32 de R$ 3.199 por R$ 2.698.

Ações trabalhistas crescem mais que o emprego

Embora as taxas de desemprego estejam em queda no Paraná, o número de reclamatórias trabalhistas continua crescendo. No primeiro semestre do ano houve um crescimento de 20% nas ações trabalhistas distribuídas na Justiça do Trabalho do Paraná, em relação a igual peíodo de 2006, totalizando 53.472 processos. Já o estoque de emprego aumentou 3%, com a criação de 95.215 novos postos de trabalho entre janeiro e junho últimos.
Nos 12 meses de 2006, foram ajuizadas 99.294 reclamatórias trabalhistas, ou 0,35% acima das 98.952 verificadas em todo o ano de 2005.

O alto índice de informalidade no emprego é um dos fatores que tem contribuído para o aumento de ações na Justiça do Trabalho. Segundo o advogado Sidnei Machado, mais de 50% dos trabalhadores não têm sua carteira de trabalho assinada pelo patrão e, quando são demitidos, a primeira coisa que fazem é recorrer á  Justiça.

Para o supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), Cid Cordeiro, o alto número de ações trabalhistas não está refletindo a diná¢mica atual do trabalho, mas é reflexo, principalmente, da crise do agronegócio vivida pelo Paraná em 2004 e 2005, quando muitos trabalhadores do campo foram demitidos. Ou seja, depois de demitido, o empregado pode reivindicar seus diretos na Justiça, dois anos depois.

Acidentes são competência da Justiça do Trabalho

O advogado Sidnei Machado aponta também como causa para o aumento das ações trabalhistas, o fato de que desde 2005 os acidentes de trabalho saíram da competência da Justiça comum e foram para a Justiça do Trabalho. Outro detalhe destacado pelo advogado, é que embora o número de ações aumentasse consideravelmente, no primeiro semestre do ano em relação a igual peíodo de 2006 , o valor das reclamatórias diminuíram.