STB seleciona estudantes do Paraná

disney.jpgNa próxima terça-feira (23), á s 18h30, o Student Travel Bureau (STB) realizará palestra informativa gratuita para os estudantes e recém-graduados de Curitiba que desejam ter a oportunidade de participar do Hospitality Certificate Program no Walt Disney World® Resort, na Flórida (EUA).

Em parceria com a University of Central Florida, o programa tem duração de seis meses, e permite que os estudantes trabalhem no Walt Disney World® Resort e, ao mesmo tempo, façam uma especialização em Hotel Management. Durante o estágio, os brasileiros terão a oportunidade de trabalhar em posições operacionais em hotéis, restaurantes fast-food, lojas, atrações ou como salva-vidas.

O dia-a-dia em uma das empresas mais admiradas do mundo permite que o estudante desenvolva suas habilidades de relacionamento interpessoal, solução de problemas, comunicação escrita e verbal, além de explorar oportunidades de relacionamento com líderes da Disney. Ao completar o programa, os participantes recebem certificados de conclusão emitidos pela University of Central Florida e pelo Walt Disney World® Resort.

Para participar, é preciso ter no mínimo 18 anos, falar fluentemente o inglês, ser flexível, extrovertido e estar disposto a dividir apartamento com outros participantes do programa. Serão aceitos profissionais recém-graduados (2006 ou 2007) em Comunicação Social, Administração de Empresas, Relações Internacionais, Marketing, Comércio Exterior, Letras, Publicidade e Propaganda, Hoteleira, Turismo, Administração Hoteleira, Lazer e Entretenimento. Profissionais graduados em Engenharia, Medicina, Direito e Arquitetura devem ter experiência recente na área de Guest Services.

As presenças na palestra de Curitiba devem ser confirmadas pelo telefone (41) 3342-2447.

Banco lança pacote inovador para pequenas e médias empresas

cifrao.jpgO Santander está lançando produtos e soluções para empresas de pequeno e médio porte, que incluem desde linhas de capital de giro diferenciadas a soluções tecnológicas e de gestão. De acordo com o superintendente executivo de Pessoa Juídica do Varejo do Santander, Ede Viani, o banco tem foco constante em inovações que gerem benefícios aos clientes.

Um dos lançamentos é o SuperGiro 13º, uma linha de financiamento de giro parcelado – tradicionalmente usada para o pagamento do 13º salário dos funcionários – que bonifica a última parcela para os clientes que cumprirem os pagamentos com pontualidade. Caso a taxa de juros (CDI) caia durante a viência da operação, o cliente que for pontual nos pagamentos das parcelas é também bonificado em uma segunda parcela. O financiamento tem prazo de 18 meses, sem a necessidade de comprovação do destino dos recursos. Os clientes podem obter de R$ 10 mil a R$ 200 mil, conforme a aprovação do crédito.

Para os clientes que pretendem investir na ampliação de seu negócio, o Santander oferece o SuperGiro Empreendedor, uma linha de crédito de longo prazo ideal para as empresas que precisam adequar o investimento necessário em expansão á s necessidades de caixa. Para adquirir o produto é necessário o uso de um imóvel quitado como garantia da operação, que deve estar em nome da pessoa física (sócios da empresa), podendo ser residencial ou comercial. A linha de crédito usa a tabela Price, com uma taxa pré-fixada e o prazo do empréstimo pode ser de três a oito anos, com valor entre R$ 20 mil e R$ 500 mil, levando em conta o teto de até 60% do valor do imóvel.
           

Manter um automóvel ficou 20,8% mais caro

carros1.jpgAbastecer o carro, fazer a manutenção e pagar impostos e seguros ficaram 20,8% mais caros para os motoristas nos últimos três anos (agosto de 2001 a agosto de 2008), conforme aponta a Inflação do Carro, medida pela Aência AutoInforme e divulgada nesta quarta-feira (17). O resultado é ligeiramente menor que o da inflação medida pelo IGP-M (ándice Geral de Preços do Mercado), de 20,99%, no mesmo peíodo.

Determinados produtos e serviços necessários para o motorista andar e manter o carro tiveram alta expressiva nos últimos três anos. A lona de freio, por exemplo, lidera a lista e é a campeá dos aumentos, ao ficar 79% mais cara.

Esse item foi seguido pela revisão do carro, cujos custos subiram 63,5%, e pelo óleo do motor, que está custando 58,4% mais caro, desde agosto de 2001.

Quanto aos combustíveis, enquanto o preço do álcool subiu acima da média, ficando 23,1% mais caro em três anos, o da gasolina cresceu 16,4%. Estes são os itens de maior peso na composição da Inflação do Carro, responsáveis por 36% dos gastos totais.

Outro item importante nos gastos com o automóvel, o seguro total está custando 27% mais caro, segundo a pesquisa.

Confira na tabela abaixo, os cinco itens cujos preços mais subiram nos últimos três anos:

Itens

Variação
Lona de freio 79%
Mão-de-obra/Revisões 63,5%
á“leo de motor 58,4%
Correia dentada 53,8%
Jogo de velas 51,4%

Cresce a venda de veículos, mas cai o comércio de combustíveis

venda-de-veiculos.jpgO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (16) a pesquisa sobre as vendas do comércio varejista do Paraná, que traz dados surpreendentes, principalmente quando o item é venda de veículos e de combustíveis. De janeiro a julho, as vendas de veículos no Paraná aumentaram 29% em relação ao ano passado. Já a venda de combustíveis nos primeiros sete meses do ano caiu 4,5%. E aí vem a indagação: como é que pode estar rodando mais veículos no mercado e o consumo de combustíveis caindo?

Eu fiz esta pergunta ao presidente do Sindicombustíveis, Roberto Fregonese, e ele me deu a seguinte explicação:  በclaro que está aumentando o consumo de combustíveis no Paraná, só que este aumento não aparece nas estatísticas devido ao alto índice de sonegação e da mudança da matriz energética.

posto-de-combustivel.jpgNa gasolina isso não acontece porque nós temos apenas uma refinadora de petróleo, que é a Petrobrás. Já no caso do álcool, nós temos várias usinas e não há um medidor de vazão. No Paraná são 32 usinas que produzem álcool, e segundo me explicou Fregonese, muitas destas usinas colocam o álcool sem nota para o distribuidor, que também vende o produto sem documento fiscal para o revendedor.

Com os carros flex (hoje são 6,5 milhões), a venda de álcool combustível já supera a de gasolina e aí se justifica o alto índice de sonegação. O governo do Paraná também já sente na arrecadação do ICMS os impactos da sonegação e, inclusive,  estuda um tarifaço para compensar a mudança da matriz energética. Hoje para cada litro de gasolina vendido o governo arrecada R$ 0,88 de ICMS. No caso do álcool este valor cai para R$ 0,38.

O Sindicombustíveis do Paraná através de uma cartilha que está sendo distribuída nos postos incentiva o consumidor a pedir nota fiscal, pois desta forma ajudará a combater ou diminuir as fraudes.   

Vendas do comércio paranaense acumulam crescimento de 6,86%

vendas-do-comercio.jpgAs vendas do comércio varejista do Paraná registraram crescimento de 6,87% em julho em relação a igual mês do ano passado. Com este resultado, as vendas do varejo paranaense acumularam alta de 6,86% no ano e de 6,91% nos últimos 12 meses. Os números foram publicados nesta terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Das 10 atividades do comércio varejista pesquisadas pelo IBGE, apenas uma apresentou queda nas vendas em julho ante julho de 2007: combustíveis e lubrificantes (-0,75%). Este setor também foi o único a registrar variação negativa nos sete primeiros meses do ano (-4,57%).

O melhor desempenho em termos de vendas foi para equipamentos de informática com alta de 39,01% em julho e aumento de 34,21% nos primeiros sete meses do ano. O segundo melhor resultado em termos de vendas foi para veículos com variação positiva de 26,44% em julho e aumento de 29,25% no acumulado do ano. A atividade de hiper, supermercados e produtos alimentícios, que tem maior peso na pesquisa, registrou aumento de 1,43% em julho e entre janeiro e julho o crescimento das vendas no Paraná foi de 4,57%.

Confira o desempenho das vendas do comércio paranaense em julho e no acumulado do ano:

Setores

Julho Jan/Jul
Veículos 26,44% 29,25%
Materiais de construção 20,97% 11,59%
Combustíveis e lubrificantes -0,75% -4,57%
Super, hipermercados e alimentos 1,43% 4,94%
Tecidos, vestuário e calçados 2,46% 7,87%
Móveis e eletrodomésticos 17,54% 14,3%
Medicamentos e perfumaria 25,89% 13,21%
Livros, jornais e revistas 20,06% 8,65%
Equipamentos de informática 39,01% 34,21%
Artigos de uso pessoal e domésticos 28,74% 19,48%

Fonte – IBGE