Reformas de casas consumirão R$ 55 bi

As projeções realizadas pela Ernst & Young e a Fundação Getulio Vargas mostram ainda que, entre 2007 e 2030, as vendas das indústrias de materiais de construção crescerão 4,8% ao ano. O aumento será mais expressivo nas vendas no peíodo que vai até 2017. O crescimento de 5,3% representará um faturamento adicional de quase R$ 95 bilhões, elevando as vendas de materiais para edificações de residências de R$ 69,2 bilhões para R$ 115,8 bilhões. A maior parte do incremento virá do mercado de reformas, com R$ 55 bilhões.

Empresas de refeições do Paraná renegociam contratos

comida.JPGA exemplo do que ocorre em todo o Brasil, também as empresas de refeições coletivas do Paraná estão sentindo os efeitos negativos do aumento nos preços dos alimentos. Responsáveis por 40% do mercado estimado em 700 mil pessoas atendidas diariamente no estado, incluindo nesse total os beneficiados pelos tickets, cestas básicas e vales de supermercados, as empresas paranaenses de refeições de coletividade estão tendo que conviver com aumentos que alcançaram o patamar de 100%, em termos anuais, como é o caso do feijão e da farinha de trigo. Alguns empresários estão tentando junto aos seus clientes renegociar os pará¢metros dos seus contratos.

Também há aquelas empresas que partiram para uma melhor negociação na hora da compra de matéria-prima, por meio de compras programadas. Outra tática é propor aos clientes a substituição de alguns itens por outros similares, mas de preços menores. Um caso exemplar de substituição foi a troca do feijão carioquinha pelo preto.

No caso da tentativa de renegociação dos contratos, o setor teve a seu favor o fato de a maioria dos contratos, por coincidência, vencer nos meses de abril e maio, o que facilitou o convencimento da necessidade de novos pará¢metros.

Apesar dessa situação conjuntural desfavorável, a perspectiva do setor de refeições coletivas no Paraná é de um crescimento entre 8% e 10% para este ano.


Tributos embolsam mais de 50% dos gastos com presentes dos namorados

Metade do valor que será gasto com o presente do Dia dos Namorados irá para o pagamento de tributos, segundo mostra uma pesquisa realizada pela empresa VerbaNet com 42 itens. No topo do ranking está o perfume importado, com carga de 51,71%. Segundo a pesquisa, a quantidade de tributos, neste caso, é 107,06% maior que o preço real. Ou seja, um perfume cujo valor sem tributos seja de R$ 30, custará ao consumidor final R$ 62,11.

Em segundo lugar do ranking dos tributos estão os perfumes nacionais, com 49,27% de carga tributária. Entre outros artigos da lista com maior carga tributária aparecem: conjunto de maquiagem (45,67%), relógio de pulso (43,65%), barbeador elétrico (42,44%), cá¢mera digital de 7 megapixels (42,43%), depilador, secador de cabelo e prancha de alisar cabelos (42,44%), tocador de MP3 de 1GB (41,14%).

No caso dos vestuários em geral, a cada R$ 100 gastos pelo consumidor, se o produto for nacional, a carga tributária fica em 30,96%. Se for importado, o volume de tributos varia de 40,15% a 40,23% do preço final.

A conclusão da pesquisa da VerbaNet é que a carga tributária reduz drasticamente o poder de compra do consumidor, impedindo que a economia cresça mais porque inibe o consumo e, por conseqá¼ência, a geração de empregos

Homens são mais indecisos na hora de comprar

Escolher o presente para o Dia dos Namorados deixa muita gente na dúvida. Várias perguntas passam pela cabeça do apaixonado: Quanto gastar? O que comprar? Que cor? Tamanho?  No Shopping Cidade, a previsão para a data mais romá¢ntica do ano é de um aumento de 5% no fluxo de pessoas e nas vendas com relação ao mesmo peíodo do ano passado. Para saber como está a expectativa dos apaixonados para a data, o Shopping realizou uma pesquisa com os freqá¼entadores do local. Os homens, de várias faixas etárias, se mostraram indecisos. Entre os entrevistados, 53% deles não sabem ainda o que querem ganhar de presente. E 41% também estão na dúvida no que comprar para as amadas. Os que estão convictos do que querem receber de presente citaram roupas (29%) e sapatos (8%).

Já as mulheres são mais decididas. Entre as clientes abordadas, apenas 28% ainda não escolheram o que querem de presente. As opções mais citadas por elas como preferências são roupas (20%), sapatos (11%), bijuterias (11%), bolsas (9%) e perfume (9%).

Outra pergunta da pesquisa foi se o presente escolhido é realmente o que o outro gostaria de ganhar. A maioria dos homens (64%) e das mulheres (60%) afirmou que sim.

Com relação ao custo do presente, os homens entrevistados tiveram opiniões bem diversas: 19% pretendem gastar até R$ 50; 31%, de R$ 50 a R$ 100; 23% querem gastar entre R$ 100 e R$ 150; e outros 12% pretendem pagar mais que R$ 150 pelo presente. Entre as mulheres, 52% disseram que vão gastar entre R$ 50 e R$ 100 para presentear o amado, e outras 31% querem desembolsar entre R$ 100 e R$ 150.

Placas verdes para locação e vermelhas para a venda de imóveis

poaca-vende.gifO decreto que regulamenta a publicidade externa do mercado imobiliário de Curitiba já foi assinado pela Secretaria Municipal de Urbanismo. As imobiliárias terão 180 dias para se adequarem á s novas regras.

O decreto definiu a cor verde para a comunicação visual das placas de locação e a cor vermelha para a comunicação visual das placas de venda. Para o diretor da Administradora Gonzaga, Roberto Gonzaga, esta padronização é importante porque além de diminuir a concorrência desleal entre as imobiliárias, vai facilitar a vida do consumidor e embelezar a cidade. Segundo ele, passados os seis meses que o setor tem para se adequar á s novas normas, os consumidores irão se acostumar com o verde para locação e o vermelho para venda.

Para o vice-presidente de Lançamentos e Comercialização Imobiliária do Secovi/PR, Paulo Celles, a padronização das placas irá muito além da melhoria da paisagem urbana. Para ele, a padronização das placas dará um tom profissional e organizado ao mercado que atualmente está repleto de improvisação na comunicação visual, além de nivelar o formato da publicidade externa para o setor. De acordo com Celles, as imobiliárias de pequeno porte agora terão a possibilidade de divulgar seus imóveis da mesma maneira que as imobiliárias maiores, nivelando o poder econômico