Dotz comemora quatro anos de operação no Paraná

A Dotz, programa de fidelidade líder do varejo brasileiro, completa quatro anos de operação no Paraná com cerca de 1 milhão de clientes e comemora o crescimento de 118% no número de trocas realizas no primeiro semestre deste ano em relação com o mesmo período do ano anterior.

Atualmente, a Dotz está presente em 210 pontos de venda distribuídos em 63 municípios onde há parceiros físicos, como supermercados e farmácias Angeloni, Bob’s, Ri Happy, PB Kids, farmácias Nissei, Prata Fina, Vivo, Drogavet, Postos Armando, Posto Tartarugas, Posto Social, Casas Ajita e Mix Perfumaria. “Nestes quatro anos de operação, a Dotz aumentou o poder de compra de seus clientes e trouxe resultados significativos para seus parceiros, fazendo a vida render sempre mais. Nossa expectativa é ampliar a rede de coalizão com novas parcerias, além de aumentar o número de cidades paranaenses na coalizão da Dotz”, afirma Ligia Pimenta, gestora da regional da Dotz no Paraná.

Saída para o crescimento econômico passa pela educação

A deterioração do cenário econômico é um dos temas mais abordados nos noticiários brasileiros. Afinal de contas, há três anos a economia não dá sinais de crescimento. O desemprego apavora os trabalhadores e não é para menos. São quase 14 milhões de desempregados. Esta não é a primeira crise da história e nem será a última. O Brasil, de alguma forma, sempre conseguiu retomar o caminho do crescimento, só que dessa vez, a boa notícia é que a fórmula apontada pelos especialistas e analistas para dar mais uma guinada em direção ao futuro, não passa apenas pelos ingredientes econômicos, mas a solução está em oferecer uma educação de qualidade e ao maior contingente possível de alunos.

Uma população bem instruída gera infindáveis benefícios, começando pela melhor distribuição de renda, redução da pobreza, geração de mão de obra capacitada e até mesmo diminuição dos gastos com saúde e segurança pública.

O Sistema Fecomércio Paraná, através do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e do Serviço Social do Comércio (Sesc), tem na educação e na formação de mão de obra entre os seus principais objetivos, pois é através desse trabalho que está se preparando o cidadão do amanhã. Em seus 70 anos de atividades completados no dia 7 de julho último, o Senac Paraná já formou 5,5 milhões de pessoas em todo o Estado. Isso significa que 48% dos habitantes do Paraná fizeram algum curso no Senac. São 1.634 cursos de nível técnico, capacitação e aperfeiçoamento profissional oferecidos.

Nos últimos três anos, quando a crise bateu forte e o desemprego aumentou, os trabalhadores paranaenses viram na qualificação uma oportunidade para conseguir uma nova oportunidade no campo profissional. Para atender esses trabalhadores, o Senac Paraná criou no período de 1º de janeiro de 2015 a 10 de outubro de 2017, nada menos do que 12.640 turmas de educação profissional e atividades de extensão.

Capacitação de mão de obra começa com os jovens

Do programa Aprendiz do Senac Paraná participam jovens de 14 a 24 anos. Foto Divulgação

Estar na vanguarda da educação para o comércio sempre foi um ideal buscado pelo Senac Paraná. Aliás, o presidente do Sistema Fecomércio Paraná, Darci Piana, faz questão de destacar que o Senac é uma das maiores instituições de educação profissional do setor do comércio de bens, serviços e turismo e seu foco é atender os empresários desses segmentos.

A preocupação do Senac com relação à capacitação de mão de obra, segundo o gerente executivo da Unidade de Educação Profissional e Tecnológica de Curitiba, Marco Antonio de Oliveira Biss, começa já com os jovens e adolescentes. A partir dos 14 anos de idade, os jovens podem aproveitar as oportunidades de trabalho do programa Aprendiz. O curso é ótimo para jovens que buscam o primeiro emprego, principalmente os que procuram um curso de qualificação profissional para iniciar no mercado tendo não apenas experiência prática, mas também teórica.

O Senac Paraná oferece nesta modalidade três cursos: Aprendiz em Serviços Administrativos, Aprendiz em Serviços de Supermercados e Aprendiz em Serviços de Venda. De acordo com Biss, atualmente 50 turmas estão em andamento, apenas em Curitiba, cada uma com 27 alunos. A carga horária dos cursos é de mil horas.

A proposta do programa Aprendiz, que possui uma lei exclusiva (nº 10.097 de 2000) é preparar futuros profissionais e determinar as características desse tipo de contratação. A lei oferece garantias para ambos os lados, tanto para o jovem interessado em iniciar sua vida profissional, quanto para a empresa que irá contratá-lo oferecendo formação técnica, profissional e uma remuneração mensal.

Em contrapartida, o jovem se compromete com a empresa podendo se desenvolver como um profissional responsável que cumpre com suas tarefas tanto no curso profissionalizante que é oferecido, quanto nas atividades diárias na empresa.

Por sua vez, as empresas buscam no programa Aprendiz uma forma de renovar seu quadro de funcionários ao mesmo tempo que colaboram para o futuro desses adolescentes e jovens até 24 anos, que poderão iniciar suas trajetórias profissionais aprendendo na prática e na teoria. “Os empresários estão em busca de pessoas com experiência. A proposta do programa Aprendiz é possibilitar o primeiro contato”, destaca Marco Antonio Biss.

É também através desse programa, que muitos jovens de família de baixa renda passam a ajudar no orçamento de casa, pois o trabalho é remunerado. As empresas pagam um salário mensal e ainda oferecem um curso profissionalizante.

Para participar do programa Aprendiz do Senac Paraná não é preciso ter experiência na área de atuação da empresa, pois o curso serve exatamente para ensinar o adolescente ou jovem a ter uma qualificação profissional. Através do que será ensinado na teoria e na prática, esse jovem começará a desenvolver seus talentos, colaborando com a empresa e aprendendo noções que farão muita diferença em seu futuro.

Por ser um programa para menores, não é exigido escolaridade mínima nem cursos profissionalizantes, apenas que seja um jovem com interesse em aprender e desenvolver seus talentos. Já para deficientes, não há limite de idade, adianta Biss.

O perfil dos alunos do curso de Aprendiz do Senac Paraná é formado de jovens que possuem entre 14 e 16 anos, sendo que a maioria está cursando o ensino médio em escolas públicas.

Rede Condor é maior parceira do programa Aprendiz do Senac Paraná

A rede Condor conta atualmente com 570 aprendizes ativos. Foto Divulgação

No Paraná, a rede de supermercados Condor é a maior parceira no projeto do Senac, no programa de Aprendizagem. Atualmente, o Condor conta com 570 aprendizes ativos. Segundo a diretora de Recursos Humanos da Rede Condor, Sandra Zonta, existem muitos aspectos positivos ao se contratar um jovem aprendiz, pois ele pode não ter qualquer experiência profissional, porém tem muita vontade de aprender. “Geralmente, esses jovens apresentam grandes qualidades como iniciativa, agilidade, trabalho em equipe, inovação, planejamentos e metas, autonomia intelectual, entre outras”, destaca.

De acordo com Sandra Zonta, o jovem aprendiz também tem grande importância dentro de uma empresa, pois pode exercer várias funções no seu ambiente profissional, que o ajudarão futuramente a crescer na organização, além de poder, com o tempo, adquirir muitos conhecimentos em relação a tudo aquilo que viu e presenciou em sua formação.

“Empresas que contratam aprendizes vão muito além do cumprimento de uma lei, elas cumprem um papel social muito importante que deve ser valorizado e divulgado a outros empresários. Dar uma oportunidade para o jovem é o primeiro passo para que ele se torne um cidadão participativo e consciente dos seus direitos”, afirma a diretora de RH da rede de supermercados Condor.

Indagada sobre o quanto o curso de Aprendiz contribui para a formação de mão de obra dos futuros profissionais, Sandra Zonta explica que com a entrada no programa de aprendizagem, o jovem ganha uma nova perspectiva de vida, podendo se estender à sua família, pois pode fazer planos para investir no futuro, uma vez que a partir do aprendizado técnico em aulas teóricas, e aplicação deste conhecimento, ele está obtendo o aprendizado completo de uma profissão.

Ainda segundo a diretora de RH do Condor, as empresas obtêm vantagens ao contratar o jovem aprendiz por ter a oportunidade de desenvolver o colaborador de acordo com as normas e cultura da empresa, uma vez que na grande maioria dos casos esta é a primeira oportunidade de emprego para o jovem. Além disso, o jovem aprendiz é capacitado através de cursos profissionalizantes e tem a oportunidade de colocar seu conhecimento em prática dentro da empresa.

Entretanto, na avaliação de Sandra Zonta, o jovem aprendiz não deve ser visto pela empresa como uma contratação de mão de obra com custo menor, e sim como um profissional em formação, capaz de se desenvolver e aprender a superar desafios, compreender valores e a cultura de uma empresa e contribuir também para o desenvolvimento da companhia.

Jovens vencedores: do curso de Aprendiz à faculdade

Taynara Gomes : de aprendiz à faculdade de Administração.

Taynara Lorany Gomes dos Santos participou do programa Aprendiz em Supermercados do Senac Paraná, em 2015. Na época, com 17 anos, trabalhava na área de Marketing da rede Condor como menor aprendiz. “Tudo o que eu aprendia no curso do Senac, procurava aplicar no meu trabalho”.

A jovem conta que a experiência foi ótima, pois além de aprender uma profissão, também pode se decidir pela profissão que seguiria no futuro. “Antes de fazer o curso de Aprendiz, eu não sabia que carreira profissional iria seguir. Hoje estou cursando Administração, na Faculdade Unicesumar, e estou realizada profissionalmente. Também fui promovida para o cargo de arte finalista no Departamento de Marketing do Condor, o que me deixou muito feliz”.

Wilson Simão da Silva foi aluno da turma Aprendiz Administrativo, em 2008, no Senac em Maringá. Atualmente, com 25 anos, formado em Gestão de Recursos Humanos e Psicologia e Pós-graduado em Gestão de Pessoas e Psicologia Organizacional, trabalha no grupo avícola GTFoods, exercendo o cargo de Assistente de Desenvolvimento Humano.

Wilson Simão da Silva: “o curso de Aprendiz direcionou a minha carreira”.

Segundo Wilson, o curso Aprendiz do Senac direcionou a sua carreira. “O primeiro emprego é repleto de novidades, tive sorte de identificar entre todas as opções que a empresa tinha, qual setor iria trabalhar e assim, qual faculdade fazer. O projeto me mostrou a área de atuação que quero para a minha vida”.

Ele relata que nessa fase da vida existe muita confusão sobre o que escolher para o futuro, e o jovem aprendiz traz mais esse benefício, que é mostrar na prática como uma empresa funciona e o que é necessário para alcançar o que se deseja para a vida profissional.

Wilson também participou das Feiras de Profissões do Senac levando aos jovens um pouco da sua experiência e de como fazer o programa de aprendizagem, responsável pelo seu encaminhamento no mercado de trabalho e que o tornou o grande profissional que é hoje. “Sou grato pela oportunidade e oriento a todos os jovens que façam o Jovem Aprendiz do Senac”.

Educação de qualidade forma o trabalhador do futuro

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e o Serviço Social do Comércio (Sesc) investem constantemente na educação, na formação profissional e na saúde e na segurança dos trabalhadores. Por isso, desde que foram criadas, há sete décadas, as duas instituições são as principais aliadas do comércio de bens, serviços e turismo para o aumento da produtividade, da competitividade e da inovação, fatores essenciais para promover o desenvolvimento econômico e social do País.

Em nível de Brasil, o Senac está presente em mais de 2.200 municípios, de Norte a Sul, onde mantém infraestrutura de ponta composta por mais de 600 unidades escolares, empresas pedagógicas e unidades móveis. No Paraná, o Senac está presente em 37 municípios.

Seu portfólio contempla cursos presenciais e a distância, em diversas áreas do conhecimento, que vão da Formação Inicial e Continuada à Pós-graduação e permitem ao aluno planejar sua carreira profissional em uma perspectiva de educação continuada.

No Paraná, o Senac oferece cursos em diferentes áreas, como idiomas, técnicos e livres, que são mais generalistas e visam atender demandas variadas. Nos últimos três anos, período de crise econômica e elevado índice de desemprego, os cursos técnicos do Senac mais demandados em Curitiba foram os de Enfermagem, Radioterapia e Podologia, segundo informa o gerente executivo da instituição na Capital, Marco Antonio de Oliveira.

Os cursos gratuitos são a categoria de cursos mais procurada da instituição. Isso porque muita gente reconhece quais são os benefícios diretos que a certificação e o conteúdo do curso traz para a vida profissional de cada um. Atualmente, o Senac oferece dois tipos de cursos Senac gratuitos: os cursos técnicos e os cursos de aperfeiçoamento profissional.

Os cursos técnicos se destinam as pessoas que estão cursando o Ensino Médio e desejam atuar no mercado de trabalho assim que se formarem. Muitas escolas têm convênio com a instituição, de maneira que o curso técnico é oferecido em conjunto com as aulas regulares daquele ano. Os cursos de Aperfeiçoamento Profissional são voltados para jovens com idade de 14 a 24 anos. O conteúdo dos cursos gratuitos é semelhante ao dos pagos, com a diferença que para ter acesso à gratuidade é necessário preencher alguns requisitos exigidos para poder realizar a inscrição.

No Sesc, ações educacionais iniciam aos 3 anos 

A Educação Infantil é oferecida pelo Sesc para crianças de 3 a 5 anos. Foto Ivo Lima

A Educação é o caminho para a cidadania e para promoção da qualidade de vida. No Sesc, ela acontece em todos os espaços, em diferentes tempos, com variadas durações. Começa na educação infantil, passa pela adolescência, segue na idade adulta e alcança a terceira idade. Em todos os programas e ações, há uma intenção educativa porque o Sesc é educação, afirma Adriano Trendim, gerente de Educação do Sesc. Para os comerciários e seus dependentes que têm renda de até três salários mínimos, a instituição concede bolsas de estudos.

A atividade de Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica e tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até os 5 anos. No Sesc Paraná é oferecida para crianças de 3 a 5 anos, em 15 unidades executivas, sendo 2 em Curitiba e as outras 13 em unidades do Sesc no interior.

No projeto Sesc São José são atendidos mais de 800 alunos de baixa renda.

Além de cursos, o Sesc também faz parcerias com instituições de ensino. Entre as parcerias de sucesso está o projeto Sesc São José – Ensino Médio, realizada com o Colégio Bom Jesus, em 2009. Trendim explica que o projeto surgiu com o objetivo de proporcionar aos estudantes uma educação diferenciada que visa, além da consolidação e aprofundamento dos conhecimentos, uma adequada preparação e integração para o mercado de trabalho.

Com a garantia de aprimoramento profissional e a continuidade dos estudos, os alunos podem integrar seu projeto individual ao projeto da sociedade em que vivem, além de desenvolver autonomia intelectual, formação ética e pensamento crítico. Atualmente, o projeto atende 832 alunos de baixa renda, sendo que 245 se formam a cada ano.
Durante três anos de aulas, os alunos do Ensino Médio estudam gratuitamente, recebem material escolar, uniforme, alimentação e, no contraturno escolar, os alunos participam de atividades e de cursos profissionalizantes ofertados pelo Senac. “Para os alunos do projeto nós já ofertamos cursos voltados para o mercado imobiliário e, este ano, estamos realizando o curso de Assistente Administrativo”, informa Trendim.

Para o presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná, Darci Piana, esta é uma oportunidade de mudança, de transformação social. “A parceria é fundamental, tem dado excelentes frutos e é uma prova de que a contribuição dos empresários está sendo muito bem empregada”, avalia Piana.

Projeto Futuro Integral

No projeto contra-turno se pratica a efetiva educação. Foto Ivo Lima

Para ampliar o trabalho desenvolvido pelas escolas, o Sesc Paraná mantém, a partir de algumas unidades, o programa de Contra-turno escolar, que se divide fundamentalmente em atividades de raciocínio lógico e letramento. Segundo o gerente de Educação do Sesc, o programa tem quatro eixos que são: trabalho com a comunidade escolar; formação continuada de profissionais da educação; empreendedorismo social e cursos de complementação de renda. O projeto já atendeu 10.350 alunos em 27 cidades paranaenses.

Por meio da ludopedagogia e da metodologia de projetos, os orientadores conduzem os alunos a uma imersão transversal nos conhecimentos, com um viés inter e transdisciplinar, de modo que a aprendizagem se torna significativa, dinâmica e cheia de vida. Sua finalidade é permitir o domínio de novas habilidades, a mudança de comportamento, a prevenção da violência, maior participação e inclusão social, diminuição da evasão e aumento do rendimento escolar, desenvolvimento da criatividade e ampliação do repertório cultural.

Ainda segundo Trendim, o Contra-turno Sesc promove a mediação para que o educando perceba como o conhecimento se insere na sua existência cotidiana. “Essa é a efetiva educação, aquela que ultrapassa a sala de aula”, destaca.

Educação para jovens e adultos

O EJA do Sesc já formou mais de 30 mil pessoas. Foto Ivo Lima

O Sesc também sempre esteve preocupado com os alunos que por questões pessoais, profissionais ou financeiras não conseguiram terminar os estudos. Há 30 anos, foi criado o EJA, que significa Educação de Jovens e Adultos. Nestas três décadas de existência, 30 mil paranaenses conseguiram o diploma de ensino fundamental e nível médio.

O EJA é gratuito para comerciários e seus dependentes e para estudantes da rede pública de ensino, que comprovem renda familiar de até três salários mínimos. O curso é realizado apenas nas unidades do Sesc da Esquina, em Curitiba, e em Londrina.

Segundo Adriano Trendim, por semestre, o EJA oferece 450 vagas, sendo que 70% dos alunos recebem bolsa. Mais informações no site http://www.sescpr.com.br/educacao/educacao-de-jovens-e-adultos-eja/

Cursos de Idiomas

Aprender um novo idioma é um diferencial no mercado de trabalho. É nesse contexto que o Sesc Paraná proporciona aos comerciários e seus dependentes, a estudantes da educação básica da rede pública de ensino e à comunidade em geral o acesso ao aprendizado dos idiomas inglês e espanhol.

Estes cursos que oferecem 2.500 vagas por semestre fazem parte do Programa de Comprometimento e Gratuidade em Educação com oferta de bolsas gratuitas e as turmas também estão abertas aos alunos pagantes. Os cursos de inglês e espanhol são ministrados em quatro unidades do Sesc, em Curitiba, e em 23 cidades do interior. Confira as unidades no site http://www.sescpr.com.br/educacao/idiomas/

Também fui aluna do Sesc

Mirian Gasparin: aluna do curso de Corte e Costura do Sesc em 1975.

Depois de apurar e escrever mais de 17 mil caracteres sobre os cursos do Senac e do Sesc oferecidos à população do Paraná eu não poderia deixar de encerrar esta reportagem contando um pouco da minha história com o Sesc de Curitiba, pois  também faço parte das estatísticas de alunos que um dia foram em busca de uma profissão e de um aprendizado nesta conceituada instituição.

O ano era 1975. Cursava o último ano de Jornalismo na Universidade Federal do Paraná, pela manhã, e trabalhava das 12 às 19 horas no Departamento de Jornalismo da Rádio Cultura do Paraná, que por sinal, era vizinha da unidade do Sesc, na Rua José Loureiro, no centro de Curitiba. Neta de costureira decidi fazer o curso de Corte e Costura. Fiz minha carteirinha no Sesc, me inscrevi no curso e passei a frequentar as aulas no período da noite. Não me recordo agora quantos dias na semana eu ia às aulas, mas lembro com carinho que batia o ponto, encerrando meu expediente na rádio e corria toda entusiasmada para a aula de Corte e Costura. No período do curso aprendi a cortar e a costurar uma calça e uma camisa. Detalhe: a camisa era xadrez e tinha dois recortes na parte da frente. A calça era da cor marinho, corte simples, mas ficou perfeita. Para minha felicidade, cheguei até a receber elogios da avó costureira.

Já se passaram 42 anos, mas a lembrança do curso de Corte e Costura do Sesc está viva na minha cabeça. Um ano depois do curso, já formada em Jornalismo, ganhei uma máquina de costura, que eu tenho até hoje e que ainda me ajuda nos pequenos ajustes e reformas das minhas roupas.

A carreira de jornalista continua fazendo parte da minha vida diária e foi mais forte do que a profissão de costureira, que eu também poderia ter seguido. Mas, quem sabe um dia … a costura, além de hobby, possa complementar a renda da jornalista aposentada. Afinal de contas, um dia eu fui aprovada no curso de Corte e Costura do Sesc.

Mortalidade empresarial não é consequência só do dinheiro. Empresas que não inovarem certamente fecharão suas portas

A mortalidade das empresas não é apenas um efeito da desaceleração econômica ou da carência de competências de administração de negócios entre os empresários. Em muitos casos, a morte de um negócio é parte de um processo natural de uma empresa que se recusou a inovar. O fechamento de empresas sempre teve relevância para a Administração, porém é no século 21 que a mortalidade vem impactando cada vez mais negócios de diversos portes. Companhias consolidadas há mais de um século viram suas ações despencarem em alguns meses, forçando uma reorientação no modelo de negócios e, não raro, o inevitável pedido de falência.

Um estudo realizado pela Universidade de Economia de Londres, que reuniu as 100 companhias que tiveram as maiores capitalizações de mercado do mundo em 1912, revelou que 50% dessas empresas não existem mais. E apenas 19 continuam no top 100. Ainda no mercado mundial, uma pesquisa da Innosight, apontou que o tempo médio de vida das empresas listadas no índice Standard & Poor’s 500 era de 61 anos em 1958. Em 1980, esse tempo caiu para 25 anos. E hoje, a estimativa de sobrevivência é de apenas 18 anos.

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Vendas do Dia das Crianças sobem 2,7%, depois de dois anos consecutivos de queda

Dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) mostram que em 2017 as vendas do comércio para o dia das crianças aumentaram 2,7% quando comparadas aos resultados de 2016. Dessa forma, o indicador para data comemorativa tornou a subir após 2 anos consecutivos de queda, quando variou -4,2% em 2016 e -3,4% em 2015, mantida base de comparação.

Em comparação com as demais datas comemorativas do ano, o Dia das Crianças também volta a demonstrar maior otimismo do consumidor em suas compras, uma vez que no Dia dos Pais houve queda de 0,5% das vendas varejistas deste ano na comparação com 2016, diferentemente das demais datas comemorativas deste ano, que já vinham apresentando crescimento. Dessa forma, a elevação segue em linha com a tendência de aumento do comércio e da atividade econômica em geral, ambiente que contempla um reaquecimento gradual do mercado de trabalho e retorno do consumo das famílias.

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Crescem as vendas de apartamentos compactos de até R$ 300 mil em Curitiba

Controle do desemprego e da inflação (com menor rentabilidade das aplicações financeiras), redução da taxa de juros para financiamento pelos bancos, liberação dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e aumento da confiança pelo consumidor. Segundo a diretora da Senzala Imóveis, Augusta Coutinho Loch, a soma desses fatores resgatou o investimento imobiliário em Curitiba como oportunidade, especialmente para a venda de apartamentos compactos com preço de até R$ 300 mil.

O resultado foi um aumento de 30% das vendas de janeiro a setembro desse ano, em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com Augusta, as quitinetes, estúdios e apartamentos de 1 quarto no Centro, os chamados imóveis compactos, sem vaga de garagem, estão entre os imóveis para compra mais procurados, especialmente pelo público jovem, a chamada Geração Y (18 a 35 anos).

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