Indústria de materiais de construção acumula perdas de 6,2% no ano

O Índice da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção (Abramat) revela que, após seis meses, o saldo em relação às vendas dos materiais de construção permanece em queda. Apesar da alta de 3,7% no mês de julho de 2017 se comparado ao mês imediatamente anterior (junho), o acumulado do ano em 12 meses apresentou queda de 6,2% em relação ao mesmo período do ano passado, e queda de 2,7% em julho frente ao mesmo mês do ano anterior.

O emprego na indústria de materiais de construção também seguiu registro de baixa, 5,4% no mês de julho de 2017 frente a julho de 2016. A comparação em relação a junho de 2017 mostra leve recuo de 0,2%. Em linha com esses resultados as variações acumuladas no ano e em 12 meses registraram respectivamente -6,4% e -6,9%.

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Laboratório Frischmann Aisengart está de cara nova

Um dos laboratórios mais tradicionais do Paraná está com visual novo. Sempre antenado aos principais avanços tecnológicos de análises clínicas, o Laboratório Frischmann Aisengart apresenta uma releitura da sua logomarca. “Estamos há mais de 70 anos no mercado de Curitiba e, após uma extensa pesquisa com clientes e médicos e uma profunda análise de nosso posicionamento decidimos aperfeiçoar nossa marca, com várias ações que visam destacar os diferenciais e atributos oferecidos pelo Frischmann”, explica Ricardo Medina, Diretor de Marketing.

Desde 1945 o Laboratório Frischmann Aisengart não parou de crescer e essa transformação marca o início de uma nova etapa. “Mostramos que mudamos de aparência, mas continuamos com a mesma qualidade técnica e tradição que acompanha a vida dos curitibanos. Queremos mostrar para o cliente que estamos evoluindo por ele”, afirma Medina.

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Empresas apostam em projetos de branding para superar a crise

Viviane Camargo e Marcos Minini, diretores da Aurora Branding.

Várias empresas têm seu nome forte no mercado e são facilmente lembradas pelos seus produtos vendidos ou serviços prestados. Mas o reconhecimento não veio por acaso. Para que ele acontecesse, essas empresas passaram por um trabalho bem feito de gestão de marca, mais conhecido como branding. No entanto, quando se fala em marca e branding ainda há uma confusão sobre os dois conceitos. Eu conversei com a diretora da Aurora Branding, empresa curitibana especializada em posicionamento de marcas, Viviane Camargo, e ela me explicou que o conceito de marca é mais amplo do que criar um nome e ter uma logo, como forma de identificação. A marca é tudo que traduz a empresa. Já o branding é a metodologia que faz o trabalho de construção da marca. Trata da essência da empresa e como a sua força é traduzida para o seu público.

E é em períodos de crise que as empresas têm que reinventar os seus negócios e se reposicionar diante das mudanças do mercado consumidor. Segundo Viviane, a Aurora Branding tem caminhado na contramão da crise. Com sete anos de atuação na área de gestão de marcas, a empresa desenvolveu um modelo de negócio inovador para evidenciar os diferenciais e traduzir a forma que as companhias devem ser percebidas no mercado. Tudo isso aliado à utilização de elementos de gestão contemporânea como economia criativa, trabalho colaborativo e rede de contatos.

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Setor de serviços cresce 1,3% em junho, mas cai 4,1% no primeiro semestre do ano

Em junho, o setor de serviços apresentou crescimento de 1,3% no volume de serviços prestados frente a maio (série com ajuste sazonal), após ter registrado crescimento de 0,5% em maio (revisado) e de 1,1% em abril. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com junho de 2016, o setor apontou queda de 3,0%, após ter registrado quedas de 1,9% em maio e de 5,7% em abril. Com esses resultados, a taxa acumulada no ano ficou em -4,1% e, em 12 meses, -4,7%.

Por atividade, em relação a maio de 2017 (série com ajuste sazonal), apresentaram crescimentos os segmentos de Serviços prestados às famílias e Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, ambos com 1,0%, Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,8%) e Outros Serviços (0,7%). O único recuo foi registrado nos segmentos de Serviços de informação e comunicação (-0,2%). O agregado especial das Atividades turísticas apresentou crescimento de 5,3% na comparação com maio.

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IGP-10 registra quinta deflação

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou -0,17%, em agosto. A taxa apurada em julho foi de -0,84%. Em agosto de 2016, a variação foi de -0,27%. A taxa acumulada em 2017, até agosto, é de -2,41%. Em 12 meses, o IGP-10 registrou taxa de -1,69%. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Já o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou -0,42%, em agosto. Em julho, a variação foi de -1,32%. Os Bens Finais registraram taxa de variação de -1,22%, em agosto, ante -1,12%, em julho. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de -1,02% para -1,85%. O índice relativo a Bens Finais (ex), calculado sem os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou variação de -0,66%. No mês anterior, a taxa de variação foi de -0,53%.

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