Amarelinho” tem cotação recorde

O famoso amarelinho” (ouro) que fazia uma bela dupla com o verdinho” (dólar) está nas alturas para alegria dos investidores, que apostaram no ativo. Nesta quinta-feira (13) o preço do ouro atingiu recorde histórico, com a onça (31,1 gramas) sendo negociada a US$ 1 mil. A explicação para a alta cotação do ouro é o dólar fraco e os temores em relação á  economia dos Estados Unidos.

Já o popular verdinho” dólar chegou a ficar abaixo de 100 ienes pela primeira vez desde 1995. A cotação do petróleo também vem quebrando recordes, e o barril bateu a casa de US$ 110. በque a preocupação com a possibilidade de recessão na economia americana faz com que os investidores apostem em commodities, como ouro e petróleo, deixando de lado as ações e o dólar.

Desde o início deste ano, o ouro já teve uma valorização de 20%. No ano passado, a valorização foi de 32%.
De acordo com analistas, o ouro deve permanecer em alta enquanto houver temor em relação á  economia americana. 
O dólar deve cair ainda mais á  medida que sejam divulgados novos dados sobre perdas provocadas pela crise no mercado imobiliário dos Estados Unidos.

Indústria traça novo perfil para profissionais

A nova indústria está exigindo um profissional de perfil diferente. Ele tem que ser ousado, correr riscos, ter intimidade com a tecnologia, vontade de investir em pesquisas, desenvolvimento de competitividade e principalmente, se adaptar á s mudanças econômicas mundiais.

O perfil do profissional exigido pela nova indústria foi traçado por Claudio Moura Castro, economista e articulista da Revista Veja, que participou nesta quarta-feira (12), em Curitiba, da conferência As exiências da nova indústria: perfil do novo gestor”, promovida pela Universidade da Indústria (Unindus), do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

O avanço econômico da China, segundo ele, é um dos responsáveis pela mudança de perfil dos gestores exigidos pela nova indústria brasileira. Na sua opinião, o Brasil fica menos competitivo em todas as linhas de produção, pois a China adquire cada vez mais maturidade industrial, capacidade científica e tecnológica, e a mão-de-obra permanece barata. Enfrentar a concorrência não é uma tarefa fácil, porém a maioria das empresas não procura agir, alerta. Existem indústrias que estão indo bem e se adaptando. Se isso fosse impossível, a economia brasileira já teria naufragado”, destacou o economista para uma platéia de mais de 300 pessoas.

Positivo Informática lidera vendas ao governo

As empresas brasileiras de informática faturaram R$ 1,387 bilhão com a venda de equipamentos e materiais para o governo federal, em 2007. De uma relação de 130 empresas, o maior valor de compras do governo foi para as paranaenses Positivo Informática e Editora Positivo, que juntas faturaram R$ 134,9 milhões, ou quase 10% do total, com a venda de microcomputadores, notebooks e distribuição de softwares educativos.

Outra paranaense da relação, ocupando a 16ª posição do ranking, foi a Redisul Informática, desenvolvedora de soluções de ERP, que faturou dos cofres públicos R$ 20,783 milhões. Já a Nova Impressão Digital EPP, de Londrina, fez uma única venda ao governo federal no valor de apenas R$ 36,50.

Conheça os dez maiores fornecedores de informática para o governo federal no ano passado:

Empresa

Valor R$

Positivo

134,9 milhões

CTIS Tecnologia

92,7 milhões

Grupo Itautec

79,9 milhões

Poliedro Informática

76,8 milhões

IBM Brasil

67,9 milhões

Politec Tecnologia da Informação

62,8 milhões

Datamec

62,7 milhões

Microlog

45,1 milhões

Comsat-Vicom

40,7 milhões

Grupo Siemens

40,5 milhões

Fonte – Portal Converência Digital 
 

Paulistas e portugueses apostam no mercado imobiliário paranaense

Curitiba está ganhando mais três novas construtoras e incorporadoras. De São Paulo estão se instalando aqui as incorporadoras InCons e Impar. Direto de Portugal está vindo o grupo Bascol. As três empresas prometem grandes investimentos imobiliários destinados a todas as classes sociais.

A InCons S/A Incorporadora e Construtora que atua no mercado de São Paulo há mais de 20 anos vai construir mais de 500 apartamentos destinados á s classes média alta e alta na região do Shopping Palladium, no Portão. A pré-venda começa dentro de 40 dias e será feita pela imobiliária Lopes Dirani, que também veio de São Paulo para se instalar em Curitiba.

A Impar Incorporadora vem de São Paulo para explorar o segmento econômico. A empresa vai construir 850 apartamentos em São José dos Pinhais, numa área próxima á  indústria O Boticário.

O Grupo português Bascol, que tem sede em Coimbra e escritórios no Porto e Lisboa, comprou duas grandes áreas no Champagnat e Juvevê onde vai construir apartamentos para a classe média.

A Abyara que é a segunda maior incorporadora de imóveis do Brasil e já está no mercado curitibano lança nos próximos dias a construção de 1.300 apartamentos no  Ecoville. Em dezembro do ano passado a Abyara lançou a construção de 560 apartamentos na Avenida Afonso Camargo.
 

Campo Largo fica com a maior fábrica de motores da AL

Com a aquisição da Tritec pela FPT- Fiat Powertrain Tecnhnologies  por R$ 250 milhões, a fábrica de Campo Largo se tornará a maior produtora de motores da América Latina e a mais competitiva em nível mundial. O Grupo Fiat agora passa a ter quatro fábricas de motores no Brasil, que produzem 700 mil unidades por ano. A meta é quase dobrar essa produção até 2010, para 1,2 milhão de motores.

O Grupo Fiat pretende reativar a produção de motores para o mercado externo, mas quer transformar a fábrica também numa produtora de motores para o mercado nacional. Os motores poderão ser feitos tanto para os modelos da Fiat como para outras montadoras.

O anúncio da venda da fábrica, que inclusive chegou a ser sondada pela montadora japonesa Toyota, foi feito na tarde desta quarta-feira (12), pelo governador Roberto Requião, pelo vice-presidente da Fiat do Brasil, Valentino Rizzioli  e pelo superintendente da Fiat Power Technologies (FPT), Franco Ciranni.

Com a planta de Campo Largo, o Grupo Fiat passa a ter quatro fábricas de motores no Brasil, que produzem 700 mil unidades por ano. A meta é quase dobrar essa produção até 2010, para 1,2 milhão de motores, informou superintendente da Fiat Power Technologies (FPT), Franco Ciranni.

De acordo com o secretário da Indústria e Comércio de Campo Largo, Carlos Andrade, as negociações para a compra da fábrica da Tritec pela Fiat não foram acompanhadas pela Prefeitura de Campo Largo. Carlos Andrade me disse que o prefeito ficou sabendo do negócio somente nesta quarta-feira (12) pela manhá.

Com o negócio, Campo Largo deve dar um salto grande em desenvolvimento, prevê o secretário, já que muitas indústrias, principalmente fornecedoras da FPT deverão se instalar no município.